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Nuno Sá aponta falhas na cultura e no turismo e promete fundir pelouros

Nuno Sá aponta falhas na cultura e no turismo  e promete fundir pelouros

“Orgulho de ser famalicense”. Este é o slogan do primeiro outdoor que foi divulgado por Nuno Sá, candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão nas próximas eleições de 1 de outubro. Apesar de ainda faltar meio ano para o sufrágio, os candidatos já se movimentam na tentativa de chamar a atenção dos eleitores.
E um dos primeiros compromissos assumidos por Nuno Sá, caso vença as eleições, é a fusão dos pelouros da Cultura e do Turismo, para “poupar recursos” e obter “maior eficácia nas decisões” em áreas que considera serem a “alavanca do desenvolvimento das cidades”.
Para o candidato “não faz sentido” que estes pelouros sejam geridos por autarcas diferentes: Paulo Cunha tutela a Cultura, enquanto Pedro Sena está responsável pelo Turismo. “Num concelho como Famalicão, a Cultura tem subsetores eminentemente turísticos e o Turismo tem aspetos eminentemente culturais. Por exemplo, a gastronomia é cultural e turística ao mesmo tempo. O mesmo sucede com a Casa de Camilo ou o Museu Ferroviário”, argumentou.
“O estado de degradação do edifício da Casa da Cultura” e o alegado “desaparecimento do Departamento da Cultura” foram outras das críticas apontadas pelo candidato: “Hoje temos uma salgalhada! Temos a Cultura e o Turismo reduzidos a uma Divisão que está inserida num Departamento que chamam de Desenvolvimento Social”. E como futuro para a Casa da Cultura, Nuno Sá deu a ideia de ali se criar “a Casa do Associativismo, prestando apoio logístico a todas as associações culturais do concelho de Famalicão”.
Situação “bizarra” é, segundo o socialista, “haver dois postos de Turismo no centro da cidade, ambos na Praça Dona Maria II”, que “ao sábado, ao domingo e nos feriados estão fechados”.

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