Ivo Oliveira chefe nacional do Corpo de Escutas

Ivo Faria de Oliveira, do Agrupamento 291 de Calendário, concelho de Vila Nova de Famalicão, foi eleito Chefe Nacional do Corpo Nacional de Escutas (CNE) para o triénio 2017-2020. A sufrágio, que decorreu no domingo, 4 de dezembro, estiveram duas listas.

Ivo Oliveira afirmou que “não pensou muito dessa forma” de se candidatar a chefe nacional, mas sim em “refletir sobre o que são os desafios atuais da associação” e de que “forma podia ajudar a discuti-los, a dar-lhes relevo e a ajudar a resolvê-los”. Foi nesta troca de ideias com “algumas pessoas mais chegadas”, que “percebem que têm o dever e a responsabilidade de apresentar propostas”. “E é assim que uma equipa se vai formando. É quase um apelo interior que sentimos, tanto eu, como os restantes membros da equipa”, completou.
A proposta de Ivo Oliveira teve como “ideia de base” responder à questão “que crianças e jovens queremos para o futuro”. Assim, o projeto assenta em “seis eixos principais”, como “o Programa Educativo que oferecem para as crianças e jovens, a capacitação dos adultos voluntários, a simplificação dos processos, a comunicação interna e externa, a representação externa e o envolvimento de toda a associação”. Os objetivos, que estão explanados em www.nosqueunem.pt, vão “agora ser enriquecidos e apresentados a discussão para toda a Associação os aprovar no próximo Conselho Nacional”.
Quanto a desafios, a lista de Ivo Oliveira pretende “projetar o CNE-ECP para além do seu mandato” e de alcançar os “cem mil escuteiros em sete anos”. Para isso, a lista propõe-se a “pensar nas condições que têm, para tornar a oferta pedagógica do CNE mais atraente e desafiante para dotar todos os agrupamentos de condições que permitam que essa oferta se concretize, preparando cada um dos dirigentes para desempenharem o seu papel sempre melhor, para que as regiões possam integrar nos seus próprios planos este projeto de crescimento e de relevância, garantindo a qualidade”.
E sendo de Vila Nova de Famalicão, Ivo sente que o escutismo no concelho vai de “muito boa saúde e recomenda-se”, contando com “uma Junta de Núcleo renovada e jovem, com uma forma ambição de fazer (ainda) mais e melhor o excelente trabalho daqueles que nos antecederam”. “Temos mais de 40 agrupamentos, onde se pratica um escutismo de qualidade, que vive, e bem, alguns dos desafios que nos motivaram a apresentar o nosso projeto. Muito do que nos move parte da experiência de terreno que temos nos agrupamentos locais”, acrescentou.
O famalicense destacou “o apoio e carinho que sempre tiveram no seu núcleo, das autarquias e instituições, que todos os dias colaboram com os escuteiros”. “É nesse sentido de comunidade que ajudamos as crianças e os jovens a crescer e a tornarem-se membros ativos na construção de um mundo melhor”, terminou.

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