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Santo Tirso

Santo Tirso anuncia orçamento de 50 milhões de euros para 2019 (C/Video)

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A Câmara de Santo Tirso vai votar esta quarta-feira um orçamento de 50 milhões de euros que espera aumentar em cerca de cinco milhões em fevereiro com fundos do Orçamento de Estado (OE) e comunitários.

Em conferência de imprensa na véspera de levar à discussão do executivo as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2019 daquele município do distrito do Porto, o presidente da câmara, Joaquim Couto, apresentou as linhas gerais de um documento que disse ser de continuidade.

“É um orçamento de continuidade dos projetos políticos que vêm desde 2013 e que se estendem até 2021 e que assentam em quatro pilares fundamentais (…): o ambiente, a coesão social, a economia e a governança”, salientou o autarca.

Revelando que o orçamento “rondará os 50 milhões de euros (ME)”, o que representa um decréscimo comparando com 2018 que atingiu os 51,7 ME, Joaquim Couto explicou depois “haver verbas previstas no OE, de 1,1 ME, e de fundos comunitários, de entre três e cinco milhões de euros, que devem também ser equacionadas e que em fevereiro de 2018 ditarão a revisão dos valores”.

O autarca anunciou ainda uma “diminuição do endividamento de muito longo prazo da autarquia de 30 para 29ME” e acrescentou “haver também uma receita corrente de 3,9 ME” que no próximo orçamento será “aplicada em despesas de capital”.

Elencando a “diminuição da carga fiscal” disse tratar-se de um orçamento “realista com um certo grau de ambição”, explicando que o facto de a autarquia “pagar aos fornecedores, em média, em 20 dias, contribuiu para uma forte dinamização da economia local”.

No capítulo da governança, anunciou “uma contribuição de 1,6 ME a somar ao 1,1 ME que vem do Estado, para as freguesias do concelho”.

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Os documentos serão votados na quarta-feira, em reunião de câmara extraordinária, e na Assembleia Municipal no dia 29 deste mês.

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lifestyle

Podcast: Prazeres Interrompidos (episódio 34)

Ouça, enquanto toma café, e conheça este livro sugerido por Octávio Nuno.

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O Jornal do Ave, em parceria com o tirsense Octávio Nuno, dá a conhecer o podcast “Prazeres Interrompidos”, um projeto de promoção da leitura para todos os públicos.

Neste episódio, é apresentado “O Clube Dumas”, de Arturo Pérez-Reverte.

Outras ligações para Prazeres Interrompidos
https://prazeresinterrompidos-1.start.page

Podcast Prazeres Interrompidos

“Livros como gelados e amores de verão / Em cada episódio, uma aventura. / Aperte o cinto, e deixe que a brisa do mar lhe tolde os sentidos”. São estas as frases que, para Octávio Nuno, mais bem contextualizam o podcast que criou em julho de 2022.

Ávido leitor desde criança, Octávio Nuno apanhou o gosto influenciado pelo avô, que “tinha alguns livros lá em casa”.

“Quero pensar que o meu podcast não é sobre livros. Que é, antes, sobre a vida, porque os autores escrevem, afinal, sobre o que é isto de existir. Por isso, falo sobre o amor, o desamor, o sofrimento e o desencontro, a felicidade e as paixões… ou seja, no fundo, é a vida num minuto”, descreve, sem deixar de revelar que o desejo maior é “dar aos outros um pouco” do seu “amor pelos livros”.

Um minuto é o tempo que, em média, dura um episódio de “Prazeres Interrompidos”, caracterizado por um texto temperado com “uma pitada de humor e ironia”.

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Santo Tirso

MAIS DE CINCO MIL PESSOAS JÁ VISITARAM
CENTRO DE ARTE ALBERTO CARNEIRO


Mais de cinco mil pessoas visitaram o Centro de Arte Alberto Carneiro, instalado na Fábrica de Santo Thyrso, desde a inauguração em 27 de novembro de 2021.

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Mais de cinco mil pessoas visitaram o Centro de Arte Alberto Carneiro, instalado na Fábrica de Santo Thyrso, desde a inauguração em 27 de novembro de 2021. Entre os visitantes, destaque para as crianças e jovens desde o pré-escolar até ao ensino superior.

Além das visitas por iniciativa pessoal apenas com o objetivo de observar as mais de 60 esculturas de Alberto Carneiro que constituem o acervo do centro de arte, muitos dos 5232 visitantes que passaram por este equipamento municipal até ao início de janeiro deste ano fizeram-no, também, para participar em várias atividades de caráter lúdico-pedagógico.

O Centro de Arte Alberto Carneiro está entre os projetos de arquitetura cultural nomeados para o prémio da especialidade ArchDaily, cuja votação para passar à fase final está a decorrer online naquela plataforma até 15 de fevereiro.

Para o presidente da Câmara Municipal, Alberto Costa, “o número de visitantes neste primeiro ano de atividade do Centro de Arte Alberto Carneiro comprova a pertinência deste importante equipamento cultural em Santo Tirso, contribuindo para a sua afirmação enquanto cidade de referência nacional e internacional no domínio da escultura contemporânea”.

“Este projeto foi desenvolvido, desde o início, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento cultural e social do município de Santo Tirso, designadamente através da promoção de atividades que potenciem o fortalecimento do caráter multidisciplinar da museologia no âmbito educativo”, recordou o autarca.

Nesse sentido, acrescentou, “tem sido feita uma aposta muito focada na colaboração com estabelecimentos de ensino de Santo Tirso e de toda a região, proporcionando aos alunos, estudantes e professores um contacto direto com a prática artística e assegurando a formação em competências pessoais e transversais”.

Desde a sua abertura, a 27 de novembro de 2021, foram promovidas várias atividades de caráter lúdico-pedagógico, com especial destaque para a peça de teatro “A Cerejeira de Alberto”, com encenação de Isabel Fernandes Pinto e música de Joaquim Pavão, dedicada à vida e obra do escultor e baseada no livro infantojuvenil “Alberto Carneiro”, da autoria de Mafalda Brito e Rui Pedro Lourenço, num total de dez sessões de apresentação para público escolar e familiar.

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Especificamente concebida para o espaço foi também a performance “Corpo Paisagem”, de Joana Providência, cuja estreia aconteceu durante o ato inaugural do Centro, dando posteriormente origem a dez sessões de um ateliê de dança contemporânea, que teve como principal objetivo explorar e criar leituras da obra do escultor através do movimento.

Mais recentemente, a pianista Joana Gama apresentou o seu teatro “As árvores não têm pernas para andar”, em seis sessões para famílias e escolas, desenvolvendo, ainda, durante a sua estadia no Centro de Arte, um ensaio sonoro intitulado “piano e pássaros para alberto carneiro”, a partir da obra “Sobre a água”.

Entretanto, o catálogo da exposição permanente do espaço museológico foi já editado, estando previsto para breve o lançamento do catálogo “raisonné” das obras do escultor.

Para além das iniciativas decorridas no Centro, realizou-se também a exposição “Alberto Carneiro. Duas esculturas três espaços”, na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, com duas obras da sua autoria: “Espiral”, de 1965, e “O jardim”, de 2001-2003. Brevemente será inaugurada uma exposição comemorativa dos 50 anos da Cooperativa Árvore que incluirá uma peça do escultor.

Assumindo-se como um espaço para a salvaguarda, investigação e divulgação da arte contemporânea, o Centro de Arte alberga as 60 obras doadas pelo próprio Alberto Carneiro ao Município de Santo Tirso, contando-se entre elas esculturas e desenhos que constituem a coleção permanente.

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