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Jovens assinalam Dia das Cidades Educadoras

Jovens assinalam Dia das Cidades Educadoras

“No Poupar Está o Ganho” é um projeto de educação financeira, que valeu a alguns alunos de escolas de Santo Tirso, logo na primeira oportunidade de participação, um primeiro lugar e uma menção honrosa. Os trabalhos levados a concurso foram apresentados a 30 de novembro, na Fábrica de Santo Thyrso, no âmbito das comemorações do Dia Internacional das Cidades Educadoras.
“Vamos juntando muito dinheiro e depois, quando formos mais velhos, vamos alcançar os nossos sonhos”. A fórmula de Afonso Bailão, da Escola Básica de Santo Tirso, parece fácil. Embora na realidade saibamos que não é tudo tão linear, para os alunos da EB 1 de Santo Tirso os sonhos crescem das árvores, numa ilha cujos habitantes são porquinhos mealheiros, “A ilha dos sonhos”. Já nas Escolas Básicas de Paradela, Olival e S. Martinho, “O Poupadinho”, uma espécie de Jogo da Glória, “permite poupar em tudo, menos na inteligência”, explicou Maria João Sousa. Os dois trabalhos valeram às escolas tirsenses uma menção honrosa e o primeiro lugar, respetivamente.

Foi a pensar no futuro que a Fundação Dr. António Cupertino de Miranda lançou o projeto de educação financeira “No Poupar está o Ganho” que tem como objetivo “criar uma relação saudável com o dinheiro e mudar hábitos e alterar comportamentos”, algo que para a presidente da Fundação, Maria Amélia Cupertino de Miranda, “não se ensina num ano”. “O desenvolvimento de competências vai-se fazendo através dos múltiplos recursos que o Museu disponibiliza aos professores todos os anos”, afirmou.
O dia da apresentação dos trabalhos dos alunos tirsenses não foi escolhido ao acaso, 30 de novembro é o dia Internacional das cidades educadoras. E como Santo Tirso integra a Associação Internacional das Cidades Educadoras, o dia foi o pretexto perfeito para a apresentação dos trabalhos de todas as turmas participantes e entrega de diplomas de participação.
Em Santo Tirso, os projetos são trabalhados “de acordo com os princípios da Carta Educadora sempre numa perspetiva de melhorar, transformando a cidade de Santo Tirso, cada vez mais, numa cidade educadora e não sendo só numa perspetiva de educação mas transversal a todas as áreas”, explicou a vice-presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Ana Maria Ferreira, que pretende “continuar a trabalhar para o futuro destes jovens, que mais tarde vão também contribuir para que a cidade continue a ser ainda mais educadora”.
Pais, professores e alunos juntaram-se na Fábrica de Santo Thyrso numa tarde dedicada à educação financeira e onde todos aprenderam um bocadinho mais a economizar, porque afinal ‘no poupar é que está o ganho’.

Famalicenses também promoveram iniciativas
Pintura de murais, peças de teatro, workshops, pintura de uma parede da paragem do autocarro e leitura pública do manifesto pelo vereador da Educação, Conhecimento e Empreendedorismo, Leonel Rocha. Foi desta forma que mais de “um milhar de crianças e jovens” famalicenses assinalaram o Dia Internacional das Cidades Educadoras, 30 de novembro, não fosse Vila Nova de Famalicão uma Cidade Educadora e membro da Associação Internacional das Cidades Educadoras.
As escolas dos Agrupamentos de Escolas de Ribeirão e Camilo Castelo Branco juntaram-se às comemorações e junto na Praça e Alameda D. Maria II, além de uma exposição em movimento sobre os princípios das cidades educadoras, em que os alunos entregavam às pessoas que passavam na rua pequenos prospetos e explicavam o conceito de cidade educadora, houve uma exposição de estátuas vivas, que retratou os diversos contextos e vivências de uma cidade. À parte estas atividades realizadas pela Escola de Artes de Famalicão, a Companhia de Teatro ADN da PASEC realizou uma peça de teatro intitulada “À procura de uma escola para o Ismael”.

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