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Devesa vai receber quase duas mil árvores no âmbito do projeto de valorização do ecossistema

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, plantou simbolicamente, na passada sexta-feira, um freixo, a primeira de 730 árvores que serão plantadas até ao final de novembro, no âmbito do projeto paisagista para a valorização do ecossistema do Parque da Devesa. Acompanhado pelo novo vereador do ambiente, Hélder Pereira, o presidente da autarquia referiu a importância desta ação ambiental, para a reflorestação do concelho, para cumprimento das metas ambientais e da neutralidade carbónica.

O trabalho de plantação das 730 árvores envolve um investimento municipal de cerca de 73 mil euros e tem como objetivo vai aumentar e diversificar a área arbórea do grande pulmão verde da cidade. Embora este projeto abranja todo o parque, nesta fase serão intervencionadas as orlas do parque e a zona do lago, ficando a zona mais central para época posterior, onde está prevista a plantação de mais de 1000 árvores.

“Existem zonas do parque que precisam de ser preenchidas, que estão neste momento despidas de árvores, e depois sabemos que enquanto seres vivos, existem árvores que morrem e, com esta ação estamos a preparar uma nova geração de árvores”, explicou Mário Passos, que salientou ainda a “pluralidade da plantação que sugere um ecossistema diverso”.

Neste âmbito, a coordenadora do Parque da Devesa, Manuela Araújo, explicou que “serão criadas diversas zonas, chamadas de matas, com várias espécies”, nomeadamente a mata autóctone mista; mata de ripícolas, mata temperada euroamericana, mata das americanas, pinhal, mata de ciprestes e escamiformes.

O projeto paisagista propõe a consolidação de diversos habitats do parque, a partir do levantamento das espécies arbóreas dominantes em cada área. Assim, e nas zonas a intervir nesta fase serão plantadas mais de 50 espécies diferentes. A plantação destas novas árvores vai adensar e diversificar a estrutura arbórea da Devesa, criar mais zonas de sombra ao longo do parque e, consequentemente, mais áreas de estadia e convívio, e promover a biodiversidade abrigando uma maior quantidade e diversidade de espécies de fauna. No futuro, esta ação vai também significar uma maior produção de oxigénio, uma maior captura de dióxido de carbono e um aumento da capacidade de purificação do ar.

Mário Passos aproveitou a oportunidade para lembrar que “temos em curso o projeto de plantação de 25 mil árvores que ficará praticamente concluído com a plantação destas árvores”. Com isso, Mário Passos lança um novo objetivo: “até 2030 queremos mais 30 mil árvores no concelho”.

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