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Câmara de Famalicão fecha contas de ciclo autárquico “que fica para a história do concelho”

Câmara de Famalicão fecha contas de ciclo autárquico “que fica para a história do concelho”

“Fechamos o ano de 2017, e o ciclo autárquico correspondente com o claro sentimento de dever superado. Temos a perfeita noção que Vila Nova de Famalicão cresceu enquanto comunidade, tornou-se um território mais atrativo e desejado, mais desenvolvido e com mais qualidade de vida.” Cai amanhã o pano sobre o exercício autárquico de 2017 em Vila Nova de Famalicão e o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, faz um balanço muito positivo considerando mesmo que “o ano de 2017 foi o culminar de um ciclo autárquico que fica para a história do nosso concelho.”

A reunião extraordinária para a discussão e aprovação do Relatório de Gestão e respetivos documentos de prestação de contas está marcada para as 19h00 de amanhã, 10 de abril, e deverá resultar na aprovação de um documento que, na opinião do autarca, “ilustra bem o selo de qualidade que imprimimos na gestão do município.”

Paulo Cunha destaca 2017 como “uma boa imagem dos anos que integraram o ciclo autárquico 2013-2017.” Com uma execução orçamental de 98,6 por cento da receita prevista e de 84,7 por cento da despesa, o município cumpriu, grosso modo, com o que tinha planeado e ainda consegue um saldo de gerência de 14,2 milhões que lhe garante fluidez financeira.

Assim, para além do cumprimento da estratégia desenhada e assumida com os famalicenses, este resultado permite à autarquia elevar a fasquia da sua autonomia financeira para uns invejáveis 74,1 por cento, sinal inequívoco da sua sólida estrutura financeira. Solidez que é igualmente visível pela leitura da evolução da dívida a terceiros que no final do ano se fixava nos 34,8 milhões, menos 4,9 por cento do que em 2013, aquando o início do mandato que terminou em 2017.

“Os números evidenciam uma boa e responsável planificação do ano que, sem comprometer as finanças municipais, se materializou em mais qualidade de vida para os famalicenses”, refere Paulo Cunha. E explicou: “Mantivemos e reforçamos dinâmicas que vinham de anos anteriores, mas introduzimos novos e ambiciosos programas como, por exemplo, o Famalicão em Forma, a oferta dos manuais escolares ao 2.º ciclo, a criação da Escola de Segurança Rodoviária, do Gabinete de Avaliação e Intervenção de Comportamentos Aditivos e Dependências (GAICAD) e o alargamento do horário da Biblioteca para o período noturno em épocas de exames.

Para além do investimento imaterial, Paulo Cunha fala ainda num “investimento infraestrutural que andou em sintonia com esta dinâmica, com critério e sentido de responsabilidade. Sempre com o pensamento nas pessoas. Por isso é que as escolas, as estradas, os equipamentos desportivos e as infraestruturas básicas foram o destino da grande fatia do nosso investimento a este nível.”

“No último mandato, fomos capazes de estar à altura das exigências da contemporaneidade, alavancando um município moderno e arrojado. Centramos o desenvolvimento do concelho num ciclo de construção imaterial sem precedentes, dando sentido e utilidade aos investimentos realizados ao longo de várias gerações na infraestruturação física do território com a criação dos mais diversos equipamentos públicos”, conclui Paulo Cunha .

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