Estamparia Adalberto é uma das primeiras com máscaras comunitárias certificadas

O centro tecnológico Citeve atribuiu certificado às máscaras de uso comunitário reutilizáveis produzida pela Estamparia Adalberto.

A empresa de Santo Tirso está a produzir máscaras de nível 2, que podem ser usadas por qualquer cidadão, mas por ter capacidade de filtragem de 90 por cento, são adequadas a profissionais que, não sendo da saúde, estão expostos ao contacto com um elevado número de indivíduos.

As máscaras da Adalberto foram desenvolvidas com o apoio da Universidade do Minho e uma série de laboratórios portugueses e holandeses. O objetivo era conferir-lhes acabamentos funcionais com estatuto antimicrobiano e aptos a reter bactérias e vírus, em conjunto com um gestor de humidade e anti-odor, como os que são utilizados nos equipamentos desportivos.

Em declarações à Dinheiro Vivo (DV), Susana Serrano, administradora da empresa, referiu que “a procura é muito grande”, o que vai permitir várias fábricas de confeção da região, que estavam em lay off, reativem a atividade. “Temos já envolvidas cerca de 500 pessoas e vamos ter que duplicar. Para a semana contamos produzir 500 mil unidades, mas a ideia é passar para esse número mínimo diário a partir da segunda semana de maio”, relatou ao DV.

As outras empresas com máscaras de uso comunitário reutilizáveis certificadas pelo Citeve são a Vieira Pocargil S.A., Bordimp, Cores Doutrora, Daily Day Studios, a Quotidiandivertisy, a Digit All e a Location Available.

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