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Bombeiros do concelho de Famalicão com mais equipas de intervenção permanente

As três corporações de bombeiros do concelho de Vila Nova de Famalicão – Bombeiros Voluntários de Famalicão, Bombeiros Voluntários Famalicenses e Bombeiros Voluntários de Riba de Ave – vão passar a ter mais uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP), aumentando assim a sua capacidade para acorrer a qualquer situação de urgência e emergência registada no concelho.

A proposta para a celebração do protocolo entre a autarquia, as três corporações e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) para a constituição de uma segunda EIP em cada uma das corporações foi aprovada na reunião desta quinta-feira do executivo municipal.

Até agora, o apoio financeiro atribuído pela autarquia para o funcionamento das EIP, criadas em 2009, rondava o montante máximo de 105 mil euros anuais. Com a constituição destas três novas equipas, o apoio do município duplica, podendo ir agora até ao montante máximo de quase 210 mil euros anuais.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão afirmou ontem que a autarquia “deve estar sempre disponível para ir mais longe no que toca à segurança e proteção dos famalicenses”. Mário Passos esclareceu que estas novas equipas “vão reforçar o trabalho efetuado pelas EIP já existentes” e que “o território está agora mais e melhor apetrechado de meios para o socorro à população”.

Refira-se que as Equipas de Intervenção Permanente asseguram o cumprimento das missões que, no âmbito do sistema de Proteção Civil, estão cometidas aos corpos de bombeiros, garantindo em permanência o combate a incêndios, o socorro às populações em caso de acidentes ou catástrofes, o socorro em segunda intervenção, no âmbito da urgência pré-hospitalar, a minimização de riscos em situações de previsão ou ocorrência de acidentes graves, entre outras funções.

Para além dos apoios atribuídos às EIP, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão tem uma política intensiva de apoio às suas corporações de Bombeiros, atribuindo um subsídio anual, traduzidos em prestações mensais, de 90 mil euros a cada uma das três corporações e de 42 mil euros ao Núcleo da Cruz Vermelha de Ribeirão, num esforço financeiro fundamental para assegurar respostas de socorro eficazes, permanentes e céleres junto das populações.

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