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Aves empatou com o Porto

O FC Porto não foi além de um empate frente ao Aves e pode ser apanhado pelo Benfica na liderança do campeonato (0-0).

O ‘lanterna-vermelha’ da Liga parecia o adversário à medida dos Dragões, que procuravam alargar a vantagem, embora de forma provisória para o rival Benfica.

Depois da vitória pela margem mínima sobre o Marítimo, a equipa de Sérgio Conceição queria capitalizar da melhor forma à ascensão à liderança provisória. Contudo, neste contexto de coronavírus, com os jogos à porta fechada, os ‘grandes’ perdem uma das vantagens que tinham sobre os pequenos: O apoio do público

Para a partida frente ao conjunto avense, o timoneiro dos dragões optou pela estreia de Tomás Esteves a titular, que ocupou o lado direito da defesa. Mas as alterações na equipa não se ficaram por aqui, com Diogo Leite, Uribe e Otávio a entrarem para os lugares de Alex Telles, Manafá (suspensos), Danilo e Marega (Os dois últimos foram para o banco de suplentes).

O Aves de Nuno Manta Santos apresentou-se numa linha de cinco, com Buatu, Diakhité e Bruno Morais no tridente defensivo.

O FC Porto teve uma entrada forte no terreno do Aves, mas não se pense que o conjunto da casa estava na disposição de entregar os pontos de mão beijada aos azuis e brancos.

Um dos primeiros lances do jogo pertenceu à equipa da casa. Banjaqui serviu Pedro Soares que não conseguiu finalizar da melhor forma perante a oposição dos jogadores do FC Porto.

Os ‘azuis e brancos’ responderam da melhor forma e dispuseram de uma grande penalidade ao minuto 19´. Fábio Szymonek carregou Otávio, acabando por ser considerada grande penalidade, confirmada pelo VAR. Na conversão, o guardião acabou por se redimir e parou o pontapé de Zé Luís.

Sem ter muito jogo ofensivo, ainda assim o conjunto avense, tentava quando podia alvejar a baliza à guarda de Marchesin. Ao minuto 31´, Diakhite tentou a sorte, com a bola a embater na malhas laterais.

A partir da meia hora, os dragões começaram a exercer uma forte pressão e poderiam ter chegado ao intervalo em vantagem.

Primeiro por Pepe, num cabeceamento no primeiro andar após um pontapé de canto (44´), mas que acabou por passar muito perto do poste. Em cima do intervalo, Luís Diaz ainda colocou a bola na baliza, depois de solicitação de Tomás Esteves, mas foi assinalado fora de jogo ao colombiano.

Na segunda parte, só deu FC Porto, com o Aves, a tentar por seu lado segurar o ponto, e com os azuis e brancos a tentarem chegar ao golo do triunfo.

A entrada no segundo tempo acabou por ser de rompante, com os homens de Sérgio Conceição a imprimir uma grande dinâmicas para chegarem às zonas de finalização.

Sérgio Oliveira deu o primeiro aviso com uma bomba ligeiramente desviada (47´). De seguida, foi Fábio novamente a ser decisivo, ao evitar o golo com uma grande intervenção depois de um remate cruzado de Luís Diáz.

O Aves optou por se remeter à sua defesa, tentando adiar o que parecia inadiável, mas o que é certo é que o 0-0 ia subsistindo no marcador

A avalanche portista sucedia-se, traduzindo-se em inúmeros cruzamentos para a área e lances ofensivos, mas sem muitas vezes a definição correta. O Aves mantinha-se compacto lá atrás e quando não era a defensiva avense, o guarda-redes ia resolvendo os problemas da equipa de Nuno Manta Santos.

Nos minutos finais, Soares e Marega, jogadores que entraram na segunda parte, tiveram à sua disposição o golo do triunfo.

Ao minuto 92´, Soares teve na cabeça ao golo, mas acabou por ser Sérgio Conceição a levar as mãos à cabeça perante o desaproveitamento ofensivo dos azuis e brancos. Pouco depois, Marega já na área, finalizou, mas a bola parou nas mãos de Fábio.

Em cima do apito final, Aboubakar teve a última oportunidade, mas sem os efeitos desejados para os portistas.

O FC Porto perdeu dois pontos frente ao Aves e pode ser igualado pelo Benfica no topo da Liga.

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