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Tribunal arquiva caso do incêndio que matou animais na Agrela

A informação foi avançada pela porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, que através das redes sociais deu conta do arquivamento do caso dos animais que morreram na sequência de um incêndio florestal que consumiu área florestal na Agrela, concelho de Santo Tirso, onde se localizavam dois abrigos ilegais, em julho de 2020.

“Que revolta! Não podemos permitir que os animais fiquem sem justiça! O @pan foi agora notificado, na qualidade de denunciante, do arquivamento do inquérito no âmbito da queixa-crime que apresentámos por causa do incêndio em santo Tirso, que matou mais de 70 animais”, escreveu Inês Sousa Real, no Twitter, que referiu ainda que “foi desconsiderado no processo” o facto de “aqueles animais” terem sido “também, durante anos, vítimas de condições de alojamento que lesavam o seu bem-estar”.

A porta-voz do PAN garantiu ainda a “reabertura do processo, assim como propor a mudança da legislação”.

“Não podemos concordar com as conclusões do processo, nem tão pouco que exista o risco, como existe por parte do Tribunal Constitucional em vir a declarar como inconstitucional a tutela penal que protege os animais dos maus-tratos”, acrescentou.

O incêndio de 18 de julho, que consumiu uma extensa área da Serra da Agrela, atingiu abrigos ilegais de animais, provocando a morte de cerca de 70 cães e gatos.

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