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Trabalhadores do entreposto do Lidl de Ribeirão em greve no Natal

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Os trabalhadores do entreposto do Lidl, de Ribeirão, vão aderir à greve convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio,Escritórios e Serviços de Portugal (CESP).

O pré-aviso de greve dá conta de que a greve abrange trabalhadores das lojas e entrepostos da cadeia de supermercados em todo o território nacional.

Em Ribeirão, os trabalhadores vão concentrar-se em frente às instalações do entreposto nos dias 22 e 24 de dezembro, pelas 10 horas.

Apesar de a cadeia de supermercados ter anunciado, recentemente, o aumento do salário mínimo para 670 euros, “valor do ordenado de entrada” no primeiro ano na empresa, há colaboradores que continuam insatisfeitos.

“Os trabalhadores valorizaram o aumento, mas na reunião (de 14 de dezembro para discussão do caderno reivindicativo nacional para 2019), mais uma vez, a administração da Lidl conseguiu defraudar as expectativas e manteve a mesma linha de não negociação, ou seja,não reconhece os esforços dos trabalhadores. Chegou, apresentou e disse não ter abertura para mais”, fez saber o CESP através de comunicado.

O Sindicato considera ainda que “quem não vive a realidade Lidl, ilude-se e acredita vivamente que a Lidl é um bom empregador”, criticando o facto de ter “difundido” os novos aumentos salariais “que foram resultado da intensa luta que os trabalhadores têm vindo a travar”. “Curiosamente, foram anunciados após a emissão de pré-aviso de greve do CESP para o dia 24 de dezembro”, acrescentou.

Segundo o CESP, a empresa “só contrata a tempo parcial, com cargas de 16, 20 ou 24 horas semanais, com horários altamente desregulados e irregulares”.

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Os objetivos da greve são “aumento dos salários justo e igual para todos; passagem dos trabalhadores a tempo parcial para tempo inteiro; negociação do contrato coletivo de trabalho e negociação efetiva do caderno reivindicativo”.

Foto: arquivo

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lifestyle

Podcast: Prazeres Interrompidos (episódio 34)

Ouça, enquanto toma café, e conheça este livro sugerido por Octávio Nuno.

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O Jornal do Ave, em parceria com o tirsense Octávio Nuno, dá a conhecer o podcast “Prazeres Interrompidos”, um projeto de promoção da leitura para todos os públicos.

Neste episódio, é apresentado “O Clube Dumas”, de Arturo Pérez-Reverte.

Outras ligações para Prazeres Interrompidos
https://prazeresinterrompidos-1.start.page

Podcast Prazeres Interrompidos

“Livros como gelados e amores de verão / Em cada episódio, uma aventura. / Aperte o cinto, e deixe que a brisa do mar lhe tolde os sentidos”. São estas as frases que, para Octávio Nuno, mais bem contextualizam o podcast que criou em julho de 2022.

Ávido leitor desde criança, Octávio Nuno apanhou o gosto influenciado pelo avô, que “tinha alguns livros lá em casa”.

“Quero pensar que o meu podcast não é sobre livros. Que é, antes, sobre a vida, porque os autores escrevem, afinal, sobre o que é isto de existir. Por isso, falo sobre o amor, o desamor, o sofrimento e o desencontro, a felicidade e as paixões… ou seja, no fundo, é a vida num minuto”, descreve, sem deixar de revelar que o desejo maior é “dar aos outros um pouco” do seu “amor pelos livros”.

Um minuto é o tempo que, em média, dura um episódio de “Prazeres Interrompidos”, caracterizado por um texto temperado com “uma pitada de humor e ironia”.

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Santo Tirso

MAIS DE CINCO MIL PESSOAS JÁ VISITARAM
CENTRO DE ARTE ALBERTO CARNEIRO


Mais de cinco mil pessoas visitaram o Centro de Arte Alberto Carneiro, instalado na Fábrica de Santo Thyrso, desde a inauguração em 27 de novembro de 2021.

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Mais de cinco mil pessoas visitaram o Centro de Arte Alberto Carneiro, instalado na Fábrica de Santo Thyrso, desde a inauguração em 27 de novembro de 2021. Entre os visitantes, destaque para as crianças e jovens desde o pré-escolar até ao ensino superior.

Além das visitas por iniciativa pessoal apenas com o objetivo de observar as mais de 60 esculturas de Alberto Carneiro que constituem o acervo do centro de arte, muitos dos 5232 visitantes que passaram por este equipamento municipal até ao início de janeiro deste ano fizeram-no, também, para participar em várias atividades de caráter lúdico-pedagógico.

O Centro de Arte Alberto Carneiro está entre os projetos de arquitetura cultural nomeados para o prémio da especialidade ArchDaily, cuja votação para passar à fase final está a decorrer online naquela plataforma até 15 de fevereiro.

Para o presidente da Câmara Municipal, Alberto Costa, “o número de visitantes neste primeiro ano de atividade do Centro de Arte Alberto Carneiro comprova a pertinência deste importante equipamento cultural em Santo Tirso, contribuindo para a sua afirmação enquanto cidade de referência nacional e internacional no domínio da escultura contemporânea”.

“Este projeto foi desenvolvido, desde o início, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento cultural e social do município de Santo Tirso, designadamente através da promoção de atividades que potenciem o fortalecimento do caráter multidisciplinar da museologia no âmbito educativo”, recordou o autarca.

Nesse sentido, acrescentou, “tem sido feita uma aposta muito focada na colaboração com estabelecimentos de ensino de Santo Tirso e de toda a região, proporcionando aos alunos, estudantes e professores um contacto direto com a prática artística e assegurando a formação em competências pessoais e transversais”.

Desde a sua abertura, a 27 de novembro de 2021, foram promovidas várias atividades de caráter lúdico-pedagógico, com especial destaque para a peça de teatro “A Cerejeira de Alberto”, com encenação de Isabel Fernandes Pinto e música de Joaquim Pavão, dedicada à vida e obra do escultor e baseada no livro infantojuvenil “Alberto Carneiro”, da autoria de Mafalda Brito e Rui Pedro Lourenço, num total de dez sessões de apresentação para público escolar e familiar.

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Especificamente concebida para o espaço foi também a performance “Corpo Paisagem”, de Joana Providência, cuja estreia aconteceu durante o ato inaugural do Centro, dando posteriormente origem a dez sessões de um ateliê de dança contemporânea, que teve como principal objetivo explorar e criar leituras da obra do escultor através do movimento.

Mais recentemente, a pianista Joana Gama apresentou o seu teatro “As árvores não têm pernas para andar”, em seis sessões para famílias e escolas, desenvolvendo, ainda, durante a sua estadia no Centro de Arte, um ensaio sonoro intitulado “piano e pássaros para alberto carneiro”, a partir da obra “Sobre a água”.

Entretanto, o catálogo da exposição permanente do espaço museológico foi já editado, estando previsto para breve o lançamento do catálogo “raisonné” das obras do escultor.

Para além das iniciativas decorridas no Centro, realizou-se também a exposição “Alberto Carneiro. Duas esculturas três espaços”, na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, com duas obras da sua autoria: “Espiral”, de 1965, e “O jardim”, de 2001-2003. Brevemente será inaugurada uma exposição comemorativa dos 50 anos da Cooperativa Árvore que incluirá uma peça do escultor.

Assumindo-se como um espaço para a salvaguarda, investigação e divulgação da arte contemporânea, o Centro de Arte alberga as 60 obras doadas pelo próprio Alberto Carneiro ao Município de Santo Tirso, contando-se entre elas esculturas e desenhos que constituem a coleção permanente.

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