Têxteis técnicos ganham terreno no campeonato das exportações

O concelho de Vila Nova de Famalicão é responsável por 9,1 por cento das exportações do setor têxtil e vestuário nacional, registando “475 milhões de euros de vendas para o exterior em 2017, o que representa 23,8 por cento do total das exportações do concelho (1,9 mil milhões de euros)”.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), “os têxteis técnicos assumem 111 milhões de euros de exportações, ou seja, 23,3 por cento do total do setor”. Além disso, entre 2013 e 2017, as exportações de materiais ou produtos têxteis, que se distinguem pela sua elevada tecnicidade e diferenciação, cresceram 11,9 por cento em Famalicão”, com Espanha, Alemanha, França, Países Baixos, Suécia e Reino Unido como principais destinos.
No concelho famalicense, segundo o anuário estatístico regional de 2016, a indústria têxtil e de vestuário conta com “856 empresas, dá emprego a 11.093 pessoas e é responsável por um volume de negócios de 771 milhões de euros, dos quais 236 milhões de euros de valor acrescentado bruto”.
Empresas como Louropel (líder mundial na produção de botões), Salsa, Tiffosi, TMG e Riopele, e infraestruturas tecnológicas e de inovação, como o CITEVE e CeNTI, para além da ATP – Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal e do Museu da Indústria Têxtil, têm contribuído para que Famalicão tenha cada vez mais peso no setor em Portugal, que em 2017 aumentou quatro por cento as exportações, no total de 5237 milhões de euros, superando o anterior recorde absoluto fixado em 2001.

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