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Tecnologia nacional que permite provar roupa sem a vestir “conquista” galegos

Tecnologia nacional que permite provar roupa sem a vestir “conquista” galegos

A “loja do futuro” criada por um centro tecnológico de Vila Nova de Famalicão, onde é possível, nomeadamente, experimentar roupa sem ter de a vestir, conquistou hoje empresários têxteis da Galiza, que já admitem importar aquela tecnologia.

“É uma tecnologia do mais avançado que há, que torna os pontos de venda mais atrativos e que possibilita aos empresários uma melhor gestão dos produtos”, disse o secretário-geral da Confederação das Indústrias Têxteis da Galiza.

Segundo Alberto Rocha Guisande, “parece inevitável” que aquela “loja do futuro” comece a ser instalada na Galiza a curto prazo, “face a todas as suas potencialidades”.

Concebida pelo Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), em parceria com mais cinco entidades, a “loja virtual” ficou concluída em dezembro e apresenta uma série de funcionalidades, entre as quais uma cabine de prova inteligente, com um “espelho mágico” que permite experimentar a roupa sem ter a vestir.

Esta cabina de prova permite ao cliente ver-se ao espelho com várias peças de roupa, mas sem ter de as vestir.

Inteligente é também a montra, que reconhece imediatamente o sexo e a faixa etária da pessoa que se colocar perto dela e que exibe o catálogo dos produtos existentes na loja para aquele potencial cliente.

As prateleiras primam igualmente pela inteligência, já que quando alguém pega num artigo lá exposto elas fornecem imediatamente uma série de informações sobre a peça.

No fundo, como explicou fonte do CITEVE, todas as funcionalidades da loja permitem potenciar a gestão, fornecendo toda uma série de indicadores, como, por exemplo, o número de clientes que experimentaram determinada peça e acabaram por não a comprar.

No total, a “loja do futuro” tem cinco módulos, que podem ser adquiridos em pacote ou de forma individualizada, consoante as necessidades e as especificidades de cada posto de venda.

Segundo a fonte do CITEVE, a tecnologia “já suscitou a curiosidade” de vários empresários, mas ainda não foi comercializada.

O CITETE foi hoje visitado por um grupo de empresários e agentes têxteis da Galiza, numa iniciativa do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Galiza-Norte de Portugal.

O objetivo é fortalecer o cluster têxtil-moda transfronteiriço”, através de um melhor conhecimento mútuo das entidades públicas, das empresas de ambas as regiões e dos centros de competências de apoio ao setor.

C/Lusa

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