“Produto que é Nosso” já chegou às superfícies comerciais

Nas próximas duas semanas, perto de 30 produtores famalicenses cujos produtos ostentam o selo “Made IN Famalicão – Produto que é Nosso” vão vender os seus produtos no hipermercado E. Leclerc de Famalicão na sequência de um protocolo estabelecido entre o município e algumas das principais superfícies comerciais do concelho no âmbito deste projeto de valorização e promoção da produção famalicense de produtores e empreendedores locais.

A ilha “Produto que é Nosso” está posicionada numa área central do hipermercado e oferece ao consumidor desde produtos frescos ao fumeiro, queijos e carnes frescas, passando pela padaria e doçaria, pelos vinhos e licores e compotas, geleias e mel. Depois do E. Leclerc, a campanha está já programada para o Intermarché, de 3 a 16 de setembro e para o Supermercado Bandeirinha, de 17 a 30 de setembro.

“Estarmos envolvidos neste processo, e concretamente aqui no E Leclerc, é muito gratificante para nós porque é mais uma montra dos nossos produtos. É uma rampa de lançamento para um tipo de espaço que já há algum tempo vínhamos a trabalhar”, testemunha Andreia Ferreira das compotas Meia Dúzia.

“É um momento muito importante deste projeto que procura criar condições para que os produtores de Famalicão possam chegar mais longe. Sabemos a dificuldade que é para pequenos produtores entrar na escala da média e da grande distribuição e este projeto dá-lhes a possibilidade de aí chegar e de aí testarem os seus produtos junto dos consumidores. O facto de cá estarem é só por si um grande resultado”, referiu o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, quando assinalou hoje a abertura da primeira ilha “Produto que é Nosso” no comércio de Famalicão.

Ao todo, a este projeto já estão associados 65 produtos de 27 produtores locais. Integram-se neste programa, os produtos do setor agroalimentar, agrícolas e transformados, que se enquadram na tipologia de produtos e nos critérios de avaliação e reconhecimento estabelecidos no regulamento. Os objetivos não são indiferentes à situação de pandemia em que vivemos, pretendendo contribuir também para a mitigação das consequências económicas da atual crise de saúde pública.

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