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Prisão preventiva para suspeitos de assaltos em Santo Tirso

Estão indiciados por dezenas de assaltos a postos de combustível, áreas de serviço de autoestradas, hipermercados e estações de correio e esta quarta-feira, presentes ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto, ficaram a saber que irão aguardar julgamento em prisão preventiva.

Santo Tirso foi um dos concelhos onde os três detidos, com idades entre os 26 e os 32 anos, atuaram, mas na calha estão ainda crimes cometidos na Trofa, Penafiel, Amarante e outros municípios dos distritos do Porto, Braga, Vila Real, Viseu, Aveiro e Guarda.

A investigação esteve a cargo da Polícia Judiciária, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana e culminou na detenção do trio, em Matosinhos e Vila Nova de Gaia, onde decorreram buscas domiciliárias.

Segundo a PJ, estão “fortemente indiciados pela prática dos crimes de homicídio na forma tentada, roubo agravado, violência depois da subtração, furto qualificado e falsificação de documentos”.

“A atividade criminosa do grupo que visava, essencialmente, roubos e furtos em postos de abastecimento de combustíveis, remonta a novembro de 2020, decorrendo de forma, praticamente, ininterrupta até à presente data. Neste período de tempo, foram efetuados vários roubos, com grande violência, nas áreas de serviço da A1, A3, A4, A7, A11, A25, A28 e A29, onde era subtraído, principalmente, dinheiro e tabaco”, acrescentou, em comunicado.

Já com antecedentes criminais – um dos detidos tinha que se apresentar nas autoridades três vezes por semana e outro estava em prisão domiciliária – os detidos estão ainda indiciados por recorrer à violência, como, diz a PJ, aconteceu em “duas situações, em março e abril, em Estarreja e Penafiel”, quando “reagiram a tiro” à presença da GNR, que “os detetou em flagrante delito de furto” em “dois postos de abastecimento de combustíveis”.

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