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Santo Tirso

Presidente da AEBA apela a ministro concretização de acessibilidades na região

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Na festa comemorativa dos 16 anos da Associação Empresarial do Baixo Ave, José Manuel Fernandes aproveitou para deixar alguns apelos ao ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral. Na cerimónia também se falou dos desafios da Indústria 4.0 e dos Prémios COTEC Baixo Ave, que vão distinguir empresas e produtos inovadores.

“Sabemos que a solução para a variante à Estrada Nacional 14 está desenhada, falta implementá-la, mas o mais recente adiamento foi dececionante. Só esperamos que não apareça mais como prioritário uma nova saída ou entrada na A1, com investimento de milhões, para ninguém passar lá, porque foi resultado do lobby de alguém muito importante e não da razão”. A mensagem, em jeito de recado, foi deixada por José Manuel Fernandes, presidente da Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA), e teve como remetente Manuel Caldeira Cabral. O ministro da Economia esteve presente no jantar comemorativo da AEBA, realizado a 23 de setembro, na Quinta d’Alegria, em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, e ouviu as ambições dos empresários da região em termos de acessibilidades.
Até na “ótica empresarial” a construção da variante é bem vista por quem tem que atravessar todos os dias a sobrelotada EN14. Mas também o metro pode trazer dividendos à economia regional, defendeu José Manuel Fernandes. “Reduz custos, tem segurança e diminui as emissões de gases de carbono. Acabar de construir a linha do metro até à Trofa vai reduzir substancialmente a dependência de viatura própria para o acesso ao trabalho. Esta é, já por si, uma fortíssima razão de um investimento rentável para o Estado”, justificou.
Os apelos foram lançados, mas sobre eles o ministro não teceu qualquer comentário, preferindo adotar um discurso que privilegiou o anúncio das medidas governamentais de apoio às empresas, como o programa de fundos comunitários e o Capacitar, que disponibiliza novos instrumentos de financiamento.

“Janela de oportunidade” da Indústria 4.0 já está aberta
As cerca de 200 pessoas presentes no jantar ouviram ainda o governante falar dos desafios da Indústria 4.0. Manuel Caldeira Cabral considera que o “comboio” já está em andamento e que “quem se atrasar ficará de fora da revolução”, perdendo a oportunidade de “subir na cadeia de valor”. “A Indústria 4.0 já está a entrar de forma muito abrangente em todas as empresas fornecedoras de indústrias como os setores automóvel, das máquinas e dos instrumentos de precisão”, exemplificou.
“Resposta rápida, qualidade garantida e produtos diferenciados” são os trunfos desta nova era industrial, sublinhou o ministro, que fez questão de referir que, a este nível, o Governo “ouviu empresas, tanto as multinacionais, como as PME (Pequenas e Médias Empresas), as startup e tradicionais, para que todos aproveitem as oportunidades”.
Caldeira Cabral aconselhou ainda as empresas “a não terem a ilusão” de que conseguirão “ganhos de competitividade” com uma “política de baixos salários”.
Também José Manuel Fernandes considera que a Indústria 4.0, que prefere apelidar “quarta revolução”, assume-se como “um desafio a cada uma das áreas de atividade” e “gera oportunidades para criar novas empresas e novos projetos empresariais”.
Empresas do Baixo Ave vão ser premiadas pela inovação
Durante a cerimónia, foram anunciados os Prémios COTEC Baixo Ave, que a AEBA – em parceria com a COTEC Portugal – vai atribuir às empresas e produtos inovadores. Jorge Portugal, diretor-geral da COTEC Portugal, afirmou que as distinções que serão atribuídas anualmente de forma intercalada, visam “premiar os empresários que apostam na inovação e materializam-na em competitividade, exportações e valor” e também “servirão para estimular os outros pelo exemplo”.
Os anúncios, porém, não ficaram por aqui. O presidente da AEBA fez saber que, para breve, entrará em funcionamento uma incubadora empresarial no concelho da Trofa, que estará “de braços abertos a todo o tipo de projetos, de qualquer perfil e idade e formação de empreendedores”. “Após um período de teste, pode atingir outros espaços e parcerias devido a um modelo inovador que vamos implementar com práticas de co-working space”, explicou.
Antes do corte do bolo e da tradicional canção de parabéns, a gala teve um momento de homenagem às empresas associadas com ligação de 10 e 15 anos à AEBA e às empresas com estatuto de PME Excelência.

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lifestyle

Podcast: Prazeres Interrompidos (episódio 34)

Ouça, enquanto toma café, e conheça este livro sugerido por Octávio Nuno.

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O Jornal do Ave, em parceria com o tirsense Octávio Nuno, dá a conhecer o podcast “Prazeres Interrompidos”, um projeto de promoção da leitura para todos os públicos.

Neste episódio, é apresentado “O Clube Dumas”, de Arturo Pérez-Reverte.

Outras ligações para Prazeres Interrompidos
https://prazeresinterrompidos-1.start.page

Podcast Prazeres Interrompidos

“Livros como gelados e amores de verão / Em cada episódio, uma aventura. / Aperte o cinto, e deixe que a brisa do mar lhe tolde os sentidos”. São estas as frases que, para Octávio Nuno, mais bem contextualizam o podcast que criou em julho de 2022.

Ávido leitor desde criança, Octávio Nuno apanhou o gosto influenciado pelo avô, que “tinha alguns livros lá em casa”.

“Quero pensar que o meu podcast não é sobre livros. Que é, antes, sobre a vida, porque os autores escrevem, afinal, sobre o que é isto de existir. Por isso, falo sobre o amor, o desamor, o sofrimento e o desencontro, a felicidade e as paixões… ou seja, no fundo, é a vida num minuto”, descreve, sem deixar de revelar que o desejo maior é “dar aos outros um pouco” do seu “amor pelos livros”.

Um minuto é o tempo que, em média, dura um episódio de “Prazeres Interrompidos”, caracterizado por um texto temperado com “uma pitada de humor e ironia”.

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Santo Tirso

MAIS DE CINCO MIL PESSOAS JÁ VISITARAM
CENTRO DE ARTE ALBERTO CARNEIRO


Mais de cinco mil pessoas visitaram o Centro de Arte Alberto Carneiro, instalado na Fábrica de Santo Thyrso, desde a inauguração em 27 de novembro de 2021.

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Mais de cinco mil pessoas visitaram o Centro de Arte Alberto Carneiro, instalado na Fábrica de Santo Thyrso, desde a inauguração em 27 de novembro de 2021. Entre os visitantes, destaque para as crianças e jovens desde o pré-escolar até ao ensino superior.

Além das visitas por iniciativa pessoal apenas com o objetivo de observar as mais de 60 esculturas de Alberto Carneiro que constituem o acervo do centro de arte, muitos dos 5232 visitantes que passaram por este equipamento municipal até ao início de janeiro deste ano fizeram-no, também, para participar em várias atividades de caráter lúdico-pedagógico.

O Centro de Arte Alberto Carneiro está entre os projetos de arquitetura cultural nomeados para o prémio da especialidade ArchDaily, cuja votação para passar à fase final está a decorrer online naquela plataforma até 15 de fevereiro.

Para o presidente da Câmara Municipal, Alberto Costa, “o número de visitantes neste primeiro ano de atividade do Centro de Arte Alberto Carneiro comprova a pertinência deste importante equipamento cultural em Santo Tirso, contribuindo para a sua afirmação enquanto cidade de referência nacional e internacional no domínio da escultura contemporânea”.

“Este projeto foi desenvolvido, desde o início, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento cultural e social do município de Santo Tirso, designadamente através da promoção de atividades que potenciem o fortalecimento do caráter multidisciplinar da museologia no âmbito educativo”, recordou o autarca.

Nesse sentido, acrescentou, “tem sido feita uma aposta muito focada na colaboração com estabelecimentos de ensino de Santo Tirso e de toda a região, proporcionando aos alunos, estudantes e professores um contacto direto com a prática artística e assegurando a formação em competências pessoais e transversais”.

Desde a sua abertura, a 27 de novembro de 2021, foram promovidas várias atividades de caráter lúdico-pedagógico, com especial destaque para a peça de teatro “A Cerejeira de Alberto”, com encenação de Isabel Fernandes Pinto e música de Joaquim Pavão, dedicada à vida e obra do escultor e baseada no livro infantojuvenil “Alberto Carneiro”, da autoria de Mafalda Brito e Rui Pedro Lourenço, num total de dez sessões de apresentação para público escolar e familiar.

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Especificamente concebida para o espaço foi também a performance “Corpo Paisagem”, de Joana Providência, cuja estreia aconteceu durante o ato inaugural do Centro, dando posteriormente origem a dez sessões de um ateliê de dança contemporânea, que teve como principal objetivo explorar e criar leituras da obra do escultor através do movimento.

Mais recentemente, a pianista Joana Gama apresentou o seu teatro “As árvores não têm pernas para andar”, em seis sessões para famílias e escolas, desenvolvendo, ainda, durante a sua estadia no Centro de Arte, um ensaio sonoro intitulado “piano e pássaros para alberto carneiro”, a partir da obra “Sobre a água”.

Entretanto, o catálogo da exposição permanente do espaço museológico foi já editado, estando previsto para breve o lançamento do catálogo “raisonné” das obras do escultor.

Para além das iniciativas decorridas no Centro, realizou-se também a exposição “Alberto Carneiro. Duas esculturas três espaços”, na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, com duas obras da sua autoria: “Espiral”, de 1965, e “O jardim”, de 2001-2003. Brevemente será inaugurada uma exposição comemorativa dos 50 anos da Cooperativa Árvore que incluirá uma peça do escultor.

Assumindo-se como um espaço para a salvaguarda, investigação e divulgação da arte contemporânea, o Centro de Arte alberga as 60 obras doadas pelo próprio Alberto Carneiro ao Município de Santo Tirso, contando-se entre elas esculturas e desenhos que constituem a coleção permanente.

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