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Polícia tirsense dado como desaparecido e morto afinal estava vivo

Polícia tirsense dado como desaparecido e morto afinal estava vivo

Poderia ser apenas mais uma história, como a de milhares de jovens portugueses, enviados para a guerra nas ex-colónias, a de António Andrade da Costa, agente da Polícia de Segurança Pública, dado como morto em Moçambique, em março de 1972. Mas esta teve um final feliz. Hermano Martins

A notícia caiu que nem uma bomba na pacata rua Ferreira de Lemos na então Vila de Santo Tirso. Primeiro e via carta de um colega, pai e mãe receberam em desespero, a notícia do desaparecimento do seu único filho António Andrade da Costa. Mais tarde as poucas notícias iam traçando um cenário cada vez mais negro: António estava prisioneiro “mas em boas condições físicas” mas oficial e inexplicavelmente pouco tempo depois surge a verdadeira “bomba”- António foi dado como morto. Amargurados e torturados pela fatalidade da morte do seu único filho, Teodora Andrade começou a ficar doente tendo de ser internada tal foi a amargura pelo desaparecimento e suposta morte do seu filho e Plácido da Costa foi mantendo as forças para apoiar a mulher amparada, quem sabe, pela esperança que todos acreditavam já não existir.

Leia a notícia completa na edição papel nº130 do Jornal do Ave.

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