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Os grandes portugueses mais perto dos grandes da Champions?

Estão as equipas portuguesas de futebol mais perto dos “grandes” da Liga dos Campeões? Descubra se o fosso para as melhores equipas europeias diminuiu.

Clubes portugueses estão mais perto dos grandes da Liga dos Campeões? Veja a resposta

Para as equipas nacionais, passar a fase de grupos já é uma grande vitória. Mas as últimas campanhas dos “grandes” de Portugal parecem mostrar que a diferença para os “grandes” da Liga dos Campeões está menor. Será isso verdade?

As derradeiras fases da Liga dos Campeões estão normalmente reservadas às milionárias equipas do Big-5 dos campeonatos europeus. Mas os clubes lusos têm conseguido entrar neste grupo restrito. Algo que parece indicar que as equipas portuguesas estão mais perto dos “grandes” da Liga dos Campeões.

As campanhas deste ano de Benfica e Porto, que venceram os grupos na Champions, são um indicador muito positivo. E ambos o fizeram com um futebol de qualidade, dominando os adversários e com as equipas de Roger Schmidt e Sérgio Conceição a darem motivos para os adeptos sonharem.

Estes dados animadores motivam muitos a usar os códigos promocionais bwin para apostas desportivas e casino, apostando num vencedor português para a Champions. Mas estaremos mais perto dos “grandes” europeus ou é melhor aguardar antes de colocar todas as fichas num clube nacional para ganhar a Liga dos Campeões? Veja todas as informações e números que devem ser levados em conta.

Estabilidade e estilo de jogo reduzem o fosso

Há fatores que ajudam a explicar a excelente qualidade de jogo do Benfica e Porto na Champions. O primeiro é a estabilidade das equipas, que este ano sofreram poucas saídas de titulares. No Benfica somente Darwin voou para Inglaterra, e dos titulares do Porto apenas Vitinha disse adeus. Isso permite aos jogadores conhecerem-se e combinarem melhor, camuflarem as debilidades e fazerem sobressair os seus pontos fortes.

Além disso, as capacidades dos treinadores à frente das equipas e das rotinas que implementam é igualmente importante. No Porto a garra e nível de exigência de Sérgio Conceição garantem que a equipa está sempre preparada para os grandes desafios. E no Benfica, onde Roger Schmidt também faz da pressão alta e da posse de bola fundamentos-base, a chegada do novo treinador com um estilo de jogo com sucessivas combinações e ataque aos espaços faz sobressair as capacidades das estrelas da equipa.

Equipas grandes estão mais fracas?

Nos plantéis dos grandes europeus verifica-se uma situação oposta à realidade das equipas portuguesas. O número considerável de entradas e saídas nos plantéis faz com que o conhecimento entre os jogadores seja menor. E isso tem, obviamente, consequências no estilo de jogo e no entrosamento entre jogadores.

Fase de grupos é um bom termo de análise?

Apesar dos bons resultados de Benfica e Porto, devem-se analisar estas performances com alguma calma. É verdade que nos últimos quatro anos o vencedor da Champions ganhou sempre o seu grupo, mas isso não tira mérito à velha máxima de que “não é como começa, é como acaba”. A verdade é que as duas equipas portuguesas já demonstraram capacidade para jogar olhos nos olhos com os melhores da Europa.

No entanto, especialmente numa temporada com Mundial no Inverno, é preciso esperar pelas fases a eliminar para confirmar se as equipas portuguesas de futebol estão mais perto dos “grandes” da Liga dos Campeões. As maiores equipas do continente vão progressivamente assentar as suas rotinas e há ainda mercado a meio da época, que pode encher os cofres mas debilitar os plantéis dos grandes nacionais.

Nos últimos anos há, no entanto, um indicador muito relevante e que mostra que as equipas portuguesas estão mais perto dos gigantes do futebol europeu. Na temporada passada o Benfica vendeu muito cara a derrota (6-4) ao Liverpool nos quartos de final, na caminhada dos reds até à final da prova. E em 2020-2021, na mesma fase, o Porto foi derrotado apenas por 2-1 pelo Chelsea, que ganhou a Champions. E, se os resultados são o que mais conta para a análise final, sem dúvida que o fosso das equipas portuguesas para os grandes da Europa é hoje bem menor do que há alguns anos.

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