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“Oito mil” já passaram pelo Museu de Escultura Contemporânea

“Oito mil” já passaram pelo  Museu de Escultura Contemporânea

Os números foram avançados pela autarquia de Santo Tirso e sustentam a tese de que o Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC) “tem ajudado a promover Santo Tirso em todo o mundo”.

Segundo os dados anunciados, “oito mil visitantes, de 18 origens diferentes, desde o Japão aos Estados Unidos”, já passaram pelo MIEC. O equipamento cultural, projetado por Souto de Moura e Siza Vieira e inaugurado há meio ano, tem servido de ponto de partida para as visitas de todos os curiosos que partem à descoberta das 54 esculturas que estão espalhadas pela cidade de Santo Tirso. Mas há quem vá à procura das peças sem sequer passar pela sede do Museu, o que pode fazer com que o número de visitantes “seja muito maior”, assinalou Álvaro Moreira, diretor do MIEC.
De entre os forasteiros que passam pela cidade tirsense com interesse cultural, “os franceses e os espanhóis” estão em maioria, assinalou Joaquim Couto, presidente da Câmara Municipal, que destacou ainda os registos de visitantes oriundos “da Coreia do Sul, dos Estados Unidos, da Finlândia, do Japão, da Noruega e da Rússia”.
Ainda segundo a autarquia, o MIEC tem prendido a atenção de muitos estudiosos, pelo que são já corriqueiras as visitas guiadas solicitadas por instituições internacionais, como “a Universidade de Arquitetura de Nova Iorque, a Universidade de Arquitetura da Normandia ou a École d’Architecture de Clermont-Ferrand”.
O MIEC nasceu depois de um desafio lançado pelo escultor português Alberto Carneiro à Câmara Municipal, em 1990, para a realização de simpósios de escultura. Joaquim Couto, na altura presidente da autarquia, abraçou o projeto e, seis anos volvidos, foi aprovada a constituição do MIEC. Desde então, vários pontos da cidade passaram a contar com obras de artistas de renome, até chegar às 54 esculturas.
Um dos pontos altos do MIEC foi a inauguração da sede, paredes meias com o Mosteiro de S. Bento, em maio deste ano. Este edifício conta com um centro interpretativo dotado de bibliografia e recursos tecnológicos, permitindo a que o visitante, durante o momento de contemplação de cada peça, possa ouvir, através de auriculares, uma explicação sobre a mesma.
Na sede do MIEC há também um centro de exposições de arte contemporânea, onde, atualmente, está patente uma mostra do escultor espanhol Miquel Navarro.

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