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MIEC e Centro Português do Surrealismo integram nova Rede Portuguesa de Arte Contemporânea

O Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC) de Santo Tirso e o Centro Português do Surrealismo, da Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, são dois dos 13 museus e centros de arte e de arquitetura que compõem a nova Rede Portuguesa de Arte Contemporânea do Norte (RPAC – Norte).

A apresentação deste projeto, promovida pela Direção Regional de Cultura do Norte, com o apoio do Turismo do Porto e Norte de Portugal e das próprias instituições envolvidas, decorreu, ontem, na Bolsa de Turismo de Lisboa e tem como grande propósito dar a conhecer mais de 11 mil obras de arte, disponíveis em 11 cidades do Norte.

Foi ainda lançado o website www.rpacnorte.pt, plataforma onde estão agregadas todas as iniciativas relacionadas com a RPAC – Norte.

Valorizar territorialmente quatro destinos turísticos distintos – Porto, Douro, Minho e Trás-os-Montes – é outros dos objetivos do projeto, que espera atrair novos públicos, com foco nas regiões fronteiriças espanholas, dando-lhes conhecimento de rotas turísticas e culturais.

Um projeto de lenta maturação, o MIEC começou a ser desenvolvido em 1990, aquando da realização do primeiro Simpósio Internacional de Escultura, da responsabilidade do escultor Alberto Carneiro, e através do qual começaram a ser instaladas as primeiras das atuais mais de 50 propostas artísticas, distribuídas pelos espaços e jardins da cidade.

Faz também parte desta rede o Centro Português do Surrealismo, da Fundação Cupertino de Miranda.

São 13 as entidades envolvidas nesta Rede: Casa do Design e a Casa da Arquitectura, em Matosinhos; o Museu Bienal de Cerveira, em Vila Nova de Cerveira; a Fundação Serralves e o Instituto Marques da Silva, no Porto; o Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende, em Gondomar; o Centro de Arte Oliva, em São João da Madeira; o Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso; o Museu do Surrealismo – Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão; o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, em Guimarães; o Museu Municipal Amadeo Souza-Cardoso, em Amarante; o Museu de Arte Contemporânea de Chaves – Nadir Afonso e o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança.

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