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Joaquim Couto, “tranquilo”, renunciou “para que a justiça possa investigar e não haja nenhuma suspeita”

Joaquim Couto, “tranquilo”, renunciou “para que a justiça possa investigar e não haja nenhuma suspeita”

“Renunciei ao meu mandato e a todos os cargos políticos, porque entendi que nesta situação está em causa a atividade política”. Foi desta forma que Joaquim Couto começou a sua declaração à saída ao tribunal, depois de saber que saía em liberdade, após interrogatório na sequência da Operação Teia.

O agora ex-presidente da Câmara de Santo Tirso explicou que a renunciou a todos os cargos políticos “para que a justiça possa investigar e para que não haja nenhuma suspeita de interposição da minha parte nessa investigação, para que seja tudo claro e transparente”.

“A justiça deve ser célere, justa. Se houver acusação, estarei cá com a mesma tranquilidade que estou hoje. Estou tranquilo em que não cometi nenhuma coisa irregular que mereça reprovação”, disse ainda,

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