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Federação faz apelo “urgente” perante “dificuldades” em repor reservas de sangue nos hospitais

Os mais afetados são os grupos sanguíneos “O positivo”, “O negativo”, “B negativo“, “A positivo” e “A negativo”, mas, na generalidade, a pandemia e o processo de vacinação tem afetado as reservas de sangue existentes nos hospitais.

Face às “dificuldades em repor os níveis de sangue em níveis satisfatórios”, a FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue lançou um comunicado, no qual “apela a todas as pessoas saudáveis que façam a sua dádiva de sangue, nesta altura muito exigente para a manutenção das reservas em níveis estáveis”.

“Dado ao número elevado número de contágios das últimas semanas e respetivos isolamentos profiláticos, têm conduzido a uma grande dificuldade em manter estáveis as reservas de componentes sanguíneos. Em simultâneo, as habituais infeções respiratórias sazonais têm contribuído para uma redução do afluxo de pessoas candidatas à dádiva de sangue”, explicou a Federação, que reitera a “urgência” deste apelo.

Segundo Alberto Mota, presidente da entidade ,“existe um número elevado e dadores de sangue que estão impossibilitados de dar sangue dado ao atual momento da pandemia e vacinação ”.

Para ser uma pessoa dadora de sangue, basta ter entre 18 e 65 anos (o limite de idade para a primeira dádiva é os 60 anos) e ter peso igual ou superior a 50 kg. As pessoas candidatas à dádiva que tenham tido COVID-19 devem aguardar 14 dias e as que fizeram a vacina de reforço contra a COVID-19 deve aguardar 7 dias, para se candidatarem novamente.

Segundo a FEPODABES, os hospitais portugueses necessitam de cerca de 1000 unidades de sangue e componentes sanguíneos todos os dias , sendo que os homens, só podem realizar a sua dádiva de 3 em 3 meses e, sendo mulheres, de 4 em 4 meses.

Para saber onde podem  dar sangue consultem  www.fepodabes.pt 

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