Em visita “exaustiva” à feira, Paulo Cunha viu pessoas “a proteger-se”

“Há, na feira, todas as condições para que as regras da DGS sejam observadas”. Foi desta forma que Paulo Cunha se pronunciou depois da visita “exaustiva” que fez ao recinto da feira semanal de Vila Nova de Famalicão, no dia em que esta retomou em pleno depois da suspensão desta atividade, devido à pandemia de Covid-19.

Assinalando, com agrado, que “as pessoas, não só os vendedores como também os consumidores, estão a proteger-se”, o presidente da Câmara Municipal famalicense quis passar “por todos os recantos da feira” e “conhecer todos os setores”, falando com “alguns vendedores” para “perceber a sua situação e as suas dificuldades”. “Sabemos que estamos perante um setor a que os apoios do Estado dificilmente chegam”, referiu o autarca, que admitiu ter ficado “sensível” ao que lhe foi transmitido pelos feirantes.

A Câmara Municipal não ficará, por isso, “indiferente” à situação, pois tem “consciência de que há algo que pode fazer para ajudar”, a começar pela “introdução de novas condições de exceção”, que, porém, não aflorou.

Paulo Cunha não deixou também de comparar a segurança da feira semanal com a dos supermercados, referindo que, na primeira, “há múltiplos focos da ação fiscalizadora” por todo o recinto e não só apenas na entrada, como acontece nos estabelecimentos comerciais.

Por fim, o edil famalicense apelou à responsabilidade dos cidadãos neste período que ainda é de pandemia, sublinhando que “o comportamento das pessoas é essencial” para que o risco de contaminação continue a descer. “O que cada um de nós faz é decisivo para que as regras sejam bem sucedidas”.

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