Descida Mais Louca só em 2019

Devido a “um crescimento exponencial” que a Descida Mais Louca de Famalicão teve “nos primeiros cincos anos”, a direção da Associação Recreativa e Cultural de Antas (ARCA) decidiu organizá-la de “dois em dois anos”.

Em declarações ao Jornal do Ave, Ricardo Ribeiro, vice-presidente da ARCA, explicou que a organização pretende “evoluir” a prova “ao nível de qualidade dos carros que eram propostos a concurso”, premiando “as melhores ideias” em vez de “quem se inscreve primeiro”. “Não temos a possibilidade de colocar mais de 20 a 25 carros nas boxes e temos recebido inúmeras propostas. Neste último ano, já alguns concorrentes ficaram de fora e acabamos por perceber que muitos desses projetos eram até melhores do que alguns carros que apareceram”, justificou.
O vice-presidente referiu que “o espírito” desta Descida Mais Louca é a “sátira social e a crítica”, sendo que “quanto mais giro e original for o carro melhor”. “Nós percebemos que muitas pessoas já têm uma ideia concreta daquilo que querem fazer e têm projetos dos carros, ao passo que havia muita gente que queria participar e fazia até um carrinho de rolamentos e o espírito não é tanto esse”, frisou.
Com a prova a ser organizada de “dois em dois anos”, a ARCA tem a possibilidade de “pedir aos participantes um projeto dos carros” e elegerem aqueles que são, para si, “as melhores ideias”. A direção da ARCA “ainda não” decidiu como vai funcionar a organização da prova, mas “provavelmente, ainda este ano”, seja aberta a apresentação dos projetos para a edição de 2019.

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