Cine-esplanada esta sexta-feira e sábado no jardim da Casa de Camilo

A comédia “A General”, realizada por Buster Keaton e Clyde Bruckman e o drama “Amarcord” de Frederico Fellini são as propostas cinematográficas que vão animar as noites de sexta-feira e sábado, 24 e 25 de julho, no jardim da Casa de Camilo Castelo Branco, em S. Miguel de Seide, Famalicão.

A iniciativa Cine-Esplanada decorre, desde há alguns anos, beneficiando do espaço exterior da Casa do romancista de Seide, da envolvência da natureza e do ambiente camiliano.

Este ano, devido à pandemia da Covid 19, a assistência está limitada a 50 pessoas e as inscrições devem ser realizadas através do email geral@camilocastelobranco.org.

A iniciativa cine-esplanada está inserida no Anima-te, o programa de animação sócio cultural de verão de Famalicão, que inclui música, cinema, desporto, artesanato, street food e uma série de passeios e roteiros à descoberta património de Famalicão. 

ANIMA-TE : CINE-ESPLANADA

Programa

24 a 25 Julho 2020

No âmbito do proposta de Verão Anima-te, a Casa de Camilo vai promover no exterior da Casa de Camilo – Museu a projeção de filmes.

24 de Julho (22h00)

A GENERAL

Título Original: The General (EUA / 1926, 67 min)

Realização: Buster Keaton, Clyde Bruckman

Género: Comédia

Classificação: M/6 anos

Sinopse: Johnnie é apaixonado pela sua locomotiva, a General, e também pela bela Annabelle Lee. Quando a Guerra Civil Americana tem início, ele é dispensado como combatente por considerarem que seria mais útil como maquinista. Porém, Annabelle, seu irmão e o pai passam a considerá-lo um covarde, dado o facto de não ser convocado como soldado para os campos de batalha. Entretanto, a General é roubada e Annabelle raptada por espiões da União. Johnnie tem de ir em socorro das suas amadas, para as resgatar.

25 de Julho (22h00)

AMARCORD

Título Original: AMARCORD (ITA-FRA / 1973, 127 min.)

Realização: Frederico Fellini

Género: Drama, Comédia

Classificação: M/12 anos

Sinopse: Uma altiva mulher de vermelho que atrai piropos e ateia paixões. O amplo decote de uma vendedora que desperta as fantasias de um grupo de adolescentes. Um tio deficiente que se refugia numa árvore e grita ao mundo, “Quero uma mulher!”. Eis alguns dos momentos e dos eventos que Federico Fellini, um grande cineasta no auge da sua carreira, evoca dos recantos da sua memória para tecer um encantador enredo.

Amarcord, que significa «eu recordo-me», é um olhar vivo e jocoso que Fellini deitou sobre alguns jovens muito parecidos com aquele que ele próprio em tempos já fora. Numa pequena aldeia italiana nos anos trinta, as hormonas dos jovens adolescentes estão a fervilhar. A família, a igreja e as amizades põem à prova o amor e a lealdade. O Fascismo não tardará a se instalar. O sexo está no ar. E a vida sonhada no cinema local serve de alicerce para a vida real.

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