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Cerca de 300 atletas em prova de orientação

Cerca de 300 atletas em prova de orientação

Vila das Aves foi palco da 5.ª etapa da Prova Nacional de Orientação Pedestre Urbana do Circuito Portugal City Race, a 26 de maio, que integrou ainda uma etapa de orientação adaptada, pontuável para a Taça de Portugal.

A prova foi organizada pelo Núcleo Associativo de Santo Tirso (NAST), com o apoio da Câmara Municipal de Santo Tirso. Carlos Matos, secretário da direção do NAST, contou que quando organizaram a City Race na “cidade de Santo Tirso há um ano, ficou logo prometido que a prova seguinte” seria em “Vila das Aves”.
Para o secretário, a prova decorreu num “percurso bastante interessante”, com “alguns pontos com algum desnível e com opções com alguma dificuldade para o atleta”, o que terá acolhido “a simpatia dos atletas”. A prova, de “perímetro urbano”, percorreu “as artérias chave da cidade, onde é interessante levar as pessoas também a conhecer de uma forma diferente a própria vila”.
Carlos Matos referiu que a prova teve “uma boa participação a par com as grandes provas que se realizam em Vila do Conde, Esposende, Porto e Braga”, contando com “cerca de 250 atletas do ranking nacional e à volta 50 atletas de orientação adaptada”.
A prova de orientação tem como objetivo percorrer uma determinada distância em terreno variado e desconhecido, obrigando os atletas a passar por determinados pontos no terreno (postos de controlo) e descritos num mapa distribuído a cada concorrente.

Em que consiste a prova?
Na partida, cada concorrente recebe um mapa contendo a identificação do percurso, em que os postos de controlo são desenhados com círculos numerados e unidos por segmentos de reta entre cada. O concorrente é livre para escolher o seu próprio itinerário e obrigatoriamente deve visitar esses postos de controlo pela ordem correta que se encontra expressa no mapa distribuído.
Para provar que passou por um ponto de controlo, o atleta transporta consigo um sistema eletrónico (Chip SI) que utiliza para controlar numa estação existente no ponto de controlo, ou um cartão de controlo que obrigatoriamente tem que transportar, por intermédio de um agrafador ou alicate que se encontra junto de cada baliza. Cada alicate tem um padrão de perfuração diferente e correspondente a cada um dos postos de controlo.
Os percursos “variam” consoante o escalão, entre cerca de 1,5 quilómetros e cerca de oito quilómetros em circuito.

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