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Casa das Artes e Teatro Narciso Ferreira juntos em logomarca integradora

A Casa das Artes de Famalicão tem uma nova estrutura associada: o Teatro Narciso Ferreira (TNF). E, este facto suscitou a necessidade de se estabelecer uma nova linguagem gráfica integradora e, ao mesmo tempo, diferenciadora, que se traduz nas logomarcas que, agora, passam a ser utilizadas pelos dois espaços culturais do Município de Vila Nova de Famalicão e que se distinguem e complementam em simultâneao.

Acompanhando a linha da mais recente atualização da identidade gráfica municipal, a logomarca da Casa das Artes e do TNF assume-se igualmente simples, minimalista e contemporânea.

O TNF, que reabre portas à programação cultural ainda este mês, depois do seu encerramento em 2001,  não é uma mera extensão da Casa das Artes, todavia a programação e missão deste espaço, localizado na vila de Riba d’Ave, vai comungar da experiência e da orientação de duas décadas que a Casa das Artes consolidou no campo da criação artística e que tem granjeado um posicionamento invejável no contexto regional e nacional.

“Com a reabertura deste novo espaço cultural e a sua integração na Equipa Multidisciplinar de Gestão da Casa das Artes, o município de Vila Nova de Famalicão eleva a sua fasquia ao nível da dinâmica cultural, através de uma maior e mais descentralizada programação e de um maior apoio à produção de conteúdos artísticos no território”, diz o Presidente da Câmara Municipal, Mário Passos. “Temos um concelho onde a cultura está cada vez mais acessível às pessoas”, concluí.

A direção artística do TNF será, assim, assumida por Álvaro Santos, diretor da Casa das Artes de Famalicão há 16 anos, e a renovada estrutura cultural localizada no limite do concelho e confrontante com os concelhos de Guimarães e Santo Tirso acompanha já dinâmica e projeção da Casa das Artes, mormente no âmbito e contexto da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP).

O TNF vai apresentar uma programação dentro da mesma linha da Casa das Artes, no respeito pelos seus eixos programáticos, dando ênfase e abrindo um espaço mais abrangente a residências artísticas e projetos participativos e de cocriação com a comunidade.

Coube ao Studio Dobra desenvolver o conceito da nova imagem. Segundo os seus criadores, as premissas para o desenvolvimento da identidade visual dos dois espaços “passavam por ser eficaz, de fácil leitura, manifestar contemporaneidade e novidade”, atesta o manual de identidade da logomarca.

O mesmo indica que, inicialmente, foi tida em conta a distância geográfica entre a Casa das Artes e o TNF “e explorar a ideia de percurso”, refere. “Uma visualização desta distância no mapa permite-nos traçar uma linha, um percurso, que pode variar dependendo dos caminhos e trajetos que tomamos”, sustentam os criadores.

Integrados numa única gestão, a Casa das Artes e o TNF não escondem, todavia, especialidades identitárias que os diferenciam. Por isso, “no logótipo de cada espaço, a ausência de um é a definição do outro”, explica o manual de identidade da logomarca. E acrescenta: “O uso da tipografia em minúsculas na representação gráfica da marca remete-nos para uma aproximação entre Casa/Teatro e utilizador, reforçando a ideia de proximidade e contemporaneidade da marca”.

A linha sempre presente “representa a distância e, simultaneamente, o espaço, o território e a ideia que une os dois espaços”, lê-se no manual. Explicando que “uma linha pode também ser um convite a um diálogo. É um espaço de acolhimento, tal como um palco”.

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