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Câmara de Famalicão compensa comerciantes do centro urbano pelos constrangimentos causados pelas obras

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai atribuir um conjunto de apoios financeiros aos comerciantes de estabelecimentos com esplanadas no centro urbano da cidade, devido aos constrangimentos causados aos negócios pela realização das obras de requalificação urbana.

A proposta para atribuição dos apoios foi aprovada na última reunião do executivo municipal, tendo sido apresentada pelo pelouro da economia, empreendedorismo e inovação. Para já, a Câmara Municipal identificou cinco entidades ligadas à restauração que viram a sua atividade afetada pelo desenvolvimento das obras. Os estabelecimentos irão receber no total 45 mil euros.

No final da reunião do executivo, Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal explicou aos jornalistas que “a autarquia está a acompanhar todos os impactos que esta grande intervenção que está a ser feita no centro urbano tem tido particularmente no comércio de proximidade.”

“Existem vários graus de afetação, isto é, existem vários apoios em vista, a proposta que trouxemos hoje a reunião de câmara refere-se às consequências que estas as obras no centro da cidade trouxeram para um determinado setor, os espaços comerciais com esplanadas. Como as intervenções nestes espaços já terminaram, neste momento já é possível compensar este setor”, explicou.

Entretanto, existem “outros sectores que ainda estão a ser afetados e logo que as obras fiquem concluídas existirão outras compensações para esses”, acrescentou.

De acordo com a proposta a intervenção no centro da cidade “tem causado transtornos no dia-a-dia dos famalicenses e constrangimentos aos negócios, sobretudo dos comerciantes com esplanadas situados no centro urbano, as quais foram encerradas por causa das obras”. Mesmo depois do levantamento das restrições devido à Covid 19 para serviço em esplanadas abertas, estes estabelecimentos viram-se impedidos de as abrir devido às obras em curso.

Assim, decidiu-se atribuir um apoio financeiro não reembolsável, na mesma ordem de grandeza do atribuído no Programa Retomar Famalicão, ou seja, 50 por cento dos montantes dos desvios registados face ao período homólogo de 2019.

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