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Santo Tirso

ARRANCOU A ÚLTIMA FASE DA LIGAÇÃO DO CEMITÉRIO DE VILARINHO A PARADELA

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O presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Alberto Costa, e o presidente da Junta de Freguesia de Vilarinho, Jorge Faria, assinalaram hoje o arranque da última fase da ligação do cemitério de Vilarinho a Paradela. A empreitada, no valor de 600 mil euros, ficará concluída no primeiro semestre de 2021.

“Sabemos que a população aguarda ansiosamente por esta ligação, mas agora trata-se de um esforço final até termos concluída esta obra estruturante para a freguesia de Vilarinho”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Alberto Costa. O autarca lamenta que tenha havido, já em obra, a necessidade de rever o projeto que era antigo e que isso tenha atrasado o arranque da pavimentação, salientando que “o mais importante é garantir que a intervenção fica bem-feita”.

“Esta é uma via fundamental para Vilarinho que vai permitir melhorar a circulação entre os aglomerados urbanos da freguesia bem como a ligação aos concelhos vizinhos”, garante Alberto Costa, dando conta que, no global, o investimento da Câmara Municipal de Santo Tirso na nova ligação entre o cemitério de Vilarinho e Paradela é de cerca de 1,5 milhões de euros.

No mesmo sentido, também o presidente da Junta de Freguesia de Vilarinho, Jorge Faria, reiterou que esta “é a obra mais importante de sempre para a freguesia”, mostrando-se contente por estar prestes a ver resolvida “uma reivindicação com cerca de 30 anos”.

A abertura do novo arruamento incluiu trabalhos de alargamento e infraestruturação da Rua do Calvário, parte da Rua da Pitança, Travessa das Ínsuas e parte da Rua das Ínsuas, criação de muros de suporte, novas infraestruturas de abastecimento de água e de drenagem de águas pluviais e colocação de iluminação pública. Foram ainda resolvidos diversos problemas decorrentes dos trabalhos efetuados no terreno, nomeadamente a necessidade de executar uma passagem hidráulica de grandes dimensões e a alteração da edificação dos muros de suporte devido a uma linha de água.

Ultrapassadas essas questões, avança agora a pavimentação. Na nova empreitada, no valor de 600 mil euros, está incluído o troço inicial da Estrada do Calvário, a Rua do Calvário, a Rua da Pitança, a Travessa das Ínsuas, um troço da Rua das Ínsuas e parte da Rua da Aldeia Nova. Nesta última, está previsto também a execução de uma rede enterrada de telecomunicações e ainda de um troço de rede de drenagem de águas pluviais.

A obra, de deverá estar concluída no primeiro semestre do próximo ano, contempla ainda a sobrelevação do pavimento da faixa de rodagem, para acalmia de tráfego e para garantir a continuidade da inclinação transversal e longitudinal dos passeios nas áreas de passadeiras e nos diversos entroncamentos, assim como o enquadramento paisagístico de todo o arruamento.

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Para além da pavimentação em betão betuminoso, a ligação do cemitério de Vilarinho a Paradela terá zonas de paragem de transportes públicos.

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lifestyle

Podcast: Prazeres Interrompidos (episódio 34)

Ouça, enquanto toma café, e conheça este livro sugerido por Octávio Nuno.

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O Jornal do Ave, em parceria com o tirsense Octávio Nuno, dá a conhecer o podcast “Prazeres Interrompidos”, um projeto de promoção da leitura para todos os públicos.

Neste episódio, é apresentado “O Clube Dumas”, de Arturo Pérez-Reverte.

Outras ligações para Prazeres Interrompidos
https://prazeresinterrompidos-1.start.page

Podcast Prazeres Interrompidos

“Livros como gelados e amores de verão / Em cada episódio, uma aventura. / Aperte o cinto, e deixe que a brisa do mar lhe tolde os sentidos”. São estas as frases que, para Octávio Nuno, mais bem contextualizam o podcast que criou em julho de 2022.

Ávido leitor desde criança, Octávio Nuno apanhou o gosto influenciado pelo avô, que “tinha alguns livros lá em casa”.

“Quero pensar que o meu podcast não é sobre livros. Que é, antes, sobre a vida, porque os autores escrevem, afinal, sobre o que é isto de existir. Por isso, falo sobre o amor, o desamor, o sofrimento e o desencontro, a felicidade e as paixões… ou seja, no fundo, é a vida num minuto”, descreve, sem deixar de revelar que o desejo maior é “dar aos outros um pouco” do seu “amor pelos livros”.

Um minuto é o tempo que, em média, dura um episódio de “Prazeres Interrompidos”, caracterizado por um texto temperado com “uma pitada de humor e ironia”.

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Santo Tirso

MAIS DE CINCO MIL PESSOAS JÁ VISITARAM
CENTRO DE ARTE ALBERTO CARNEIRO


Mais de cinco mil pessoas visitaram o Centro de Arte Alberto Carneiro, instalado na Fábrica de Santo Thyrso, desde a inauguração em 27 de novembro de 2021.

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Mais de cinco mil pessoas visitaram o Centro de Arte Alberto Carneiro, instalado na Fábrica de Santo Thyrso, desde a inauguração em 27 de novembro de 2021. Entre os visitantes, destaque para as crianças e jovens desde o pré-escolar até ao ensino superior.

Além das visitas por iniciativa pessoal apenas com o objetivo de observar as mais de 60 esculturas de Alberto Carneiro que constituem o acervo do centro de arte, muitos dos 5232 visitantes que passaram por este equipamento municipal até ao início de janeiro deste ano fizeram-no, também, para participar em várias atividades de caráter lúdico-pedagógico.

O Centro de Arte Alberto Carneiro está entre os projetos de arquitetura cultural nomeados para o prémio da especialidade ArchDaily, cuja votação para passar à fase final está a decorrer online naquela plataforma até 15 de fevereiro.

Para o presidente da Câmara Municipal, Alberto Costa, “o número de visitantes neste primeiro ano de atividade do Centro de Arte Alberto Carneiro comprova a pertinência deste importante equipamento cultural em Santo Tirso, contribuindo para a sua afirmação enquanto cidade de referência nacional e internacional no domínio da escultura contemporânea”.

“Este projeto foi desenvolvido, desde o início, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento cultural e social do município de Santo Tirso, designadamente através da promoção de atividades que potenciem o fortalecimento do caráter multidisciplinar da museologia no âmbito educativo”, recordou o autarca.

Nesse sentido, acrescentou, “tem sido feita uma aposta muito focada na colaboração com estabelecimentos de ensino de Santo Tirso e de toda a região, proporcionando aos alunos, estudantes e professores um contacto direto com a prática artística e assegurando a formação em competências pessoais e transversais”.

Desde a sua abertura, a 27 de novembro de 2021, foram promovidas várias atividades de caráter lúdico-pedagógico, com especial destaque para a peça de teatro “A Cerejeira de Alberto”, com encenação de Isabel Fernandes Pinto e música de Joaquim Pavão, dedicada à vida e obra do escultor e baseada no livro infantojuvenil “Alberto Carneiro”, da autoria de Mafalda Brito e Rui Pedro Lourenço, num total de dez sessões de apresentação para público escolar e familiar.

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Especificamente concebida para o espaço foi também a performance “Corpo Paisagem”, de Joana Providência, cuja estreia aconteceu durante o ato inaugural do Centro, dando posteriormente origem a dez sessões de um ateliê de dança contemporânea, que teve como principal objetivo explorar e criar leituras da obra do escultor através do movimento.

Mais recentemente, a pianista Joana Gama apresentou o seu teatro “As árvores não têm pernas para andar”, em seis sessões para famílias e escolas, desenvolvendo, ainda, durante a sua estadia no Centro de Arte, um ensaio sonoro intitulado “piano e pássaros para alberto carneiro”, a partir da obra “Sobre a água”.

Entretanto, o catálogo da exposição permanente do espaço museológico foi já editado, estando previsto para breve o lançamento do catálogo “raisonné” das obras do escultor.

Para além das iniciativas decorridas no Centro, realizou-se também a exposição “Alberto Carneiro. Duas esculturas três espaços”, na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, com duas obras da sua autoria: “Espiral”, de 1965, e “O jardim”, de 2001-2003. Brevemente será inaugurada uma exposição comemorativa dos 50 anos da Cooperativa Árvore que incluirá uma peça do escultor.

Assumindo-se como um espaço para a salvaguarda, investigação e divulgação da arte contemporânea, o Centro de Arte alberga as 60 obras doadas pelo próprio Alberto Carneiro ao Município de Santo Tirso, contando-se entre elas esculturas e desenhos que constituem a coleção permanente.

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