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AMY YOES DE VOLTA A SANTO TIRSO COM “CORRESPONDENCES”

AMY YOES DE VOLTA A SANTO TIRSO COM “CORRESPONDENCES”

ARTISTA MARCOU PRESENÇA NA INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO QUE PODE SER VISITADA ATÉ 5 DE MAIO

“Correspondences” é a exposição que trouxe uma das mais conceituadas artistas mundiais a Santo Tirso. A americana Amy Yoes, autora de uma das esculturas do museu ao ar livre, volta ao Município para uma exposição com peças inéditas. Na cerimónia de inauguração, no Museu Internacional de Escultura Contemporânea, a artista elogiou o espaço que acolhe “Correspondences”. 

Na inauguração de “Correspondences”, que decorreu na passada sexta-feira, Amy Yoes destacou que o trabalho por trás da exposição é “a ligação ao espaço” dos museus que a artista norte americana considera “muito especial e muito bonito”.

A exposição inclui esculturas da coleção da artista e esculturas inéditas e o “contexto” em que se insere foi algo que não descurou. “Pareceu-me natural explorar a ideia dos instrumentos de navegação neste contexto, neste espaço, neste museu”. Às esculturas caraterizadas por jogos de luz e movimento juntam-se pinturas onde a cor é misturada em sobreposições que conferem tridimensionalidade. “Não foi um trabalho fácil”, assegura, “mas foi muito gratificante porque reúne muitos elementos”.

De volta a Portugal depois de, em 1993, ter assistido à instalação da sua “Capriccio”, nas imediações do Mosteiro de S. Bento, aquando do segundo simpósio do Museu Internacional de Escultura Contemporânea ao ar livre e de, em 1998, ter criado “Cursiva” para a Expo 98, a artista confidenciou “ser bom voltar a Portugal”.

Na cerimónia de inauguração, o vereador da Cultura, Tiago Araújo, debruçou-se sobre o importante papel que o MIEC desempenha na cidade e enalteceu a presença de “uma escultora de referência mundial que mais do que celebrar a arte contemporânea, ajuda a celebrar a história da arte em Santo Tirso”.

Tiago Araújo realçou que “é em Santo Tirso que se encontra um dos maiores parques escultóricos do mundo” e sublinhou que o MIEC veio “unir a história à contemporaneidade, afirmou o concelho e ajudou a promover o turismo cultural e a requalificação do património edificado”.

A exposição tem entrada livre e pode ser visitada até 5 de maio.

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