Acessibilidades são fundamentais para manter “boom” de investimento

Para Joaquim Couto, presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, há, neste momento, três investimentos prioritários para continuar o “boom” de investimento empresarial e a criação de emprego no concelho: os nós de Fontiscos e da Ermida e a variante à Estrada Nacional (EN) 14.

Numa visita pela zona de Fontiscos e da Ermida, o autarca, acompanhado por um grupo de deputados socialistas da Assembleia da República, de quem espera ajuda na magistratura de influências junto do Governo, explicou que “já está negociado com o Governo o nó de Fontiscos, construindo uma grande rotunda de acesso à zona industrial de Fontiscos e à zona industrial do Alto da Cruz, Várzea do Monte e Argemil e a reformulação do nó da Ermida, que dará acesso à zona industrial da Ermida e da Picaria”. Além disso, Joaquim Couto alertou ainda para a “necessidade urgentíssima de remodelar a portagem da A3, que serve essencialmente Trofa e Santo Tirso” e “a necessidade de a ligar à variante à EN14, que ligará Maia, Trofa e Famalicão. Para o autarca, esse investimento “não fará sentido nenhum, nem cumprirá as suas funções empresariais, regionais e até municipais, se não tiver uma ligação, em via rápida ou em autoestrada, entre o centro da Trofa e o nó da A3 Santo Tirso/Trofa”.
De acordo com o presidente da Câmara está a deputada trofense Joana Lima, que considera que o traçado definido pelo Governo de Passos Coelho “não serve os interesses nem da Trofa nem de Santo Tirso”, adiantando que o “troço entre Maia e a Trofa ainda não está fechado”, por isso “tudo é possível, desde que haja vontade política”. “O senhor ministro está sensível a que esse traçado seja alterado”, adiantou.

 

Leia a reportagem na íntegra na edição n.º 119 do JA

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