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A 6 de abril de 2011 foi decretado pela Assembleia da República a elevação da freguesia de Roriz, em Santo Tirso, à categoria de Vila. De forma a comemorar “este importante marco na identidade de Roriz”, a Junta de Freguesia está a preparar uma festa para os dias 9 e 10 de abril, a decorrer junto ao edifício da Junta, na Rua da Ribeira.

O programa das festas começa pelas 15 horas de 9 de abril, com uma caminhada seguida de uma aula de zumba. À noite, pelas 21 horas, há a atuação de José Luís Coelho e Ráphia, terminando com uma sessão de fogo de artifício. Está ainda previsto “insufláveis e touro mecânico” durante “todo o dia”.

No dia seguinte, pelas 10.30 horas, há o hastear das bandeiras com a atuação da Fanfarra do Agrupamento 502 S. Pedro de Roriz, seguido da cerimónia de homenagens, com a atuação de Alma Lusa. Além dos insufláveis e touro mecânico, está ainda previsto uma demonstração do Núcleo de Karaté e de Atletismo de Roriz, pelas 15 horas, e a atuação de Zédicó, pelas 15.30 horas, terminando com o cantar de parabéns à Vila de Roriz e sessão de fogo de encerramento.

A Comissão Política de Santo Tirso do Partido Socialista (PS) garantiu “a maior representatividade de sempre nas listas dos órgãos distritais da Federação do Porto do PS” ao colocar dez nomes nas listas sufragadas.

O 17.º Congresso Distrital do Porto do PS realizou-se a 19 de março, na Exponor, em Matosinhos. A Concelhia de Santo Tirso esteve presente com “33 delegados eleitos” e colocou “dez nomes nas listas sufragadas”. Para a Comissão Política Distrital, a Concelhia de Santo Tirso elegeu, em lugar efetivo, Alberto Costa, Ana Maria Ferreira, Jorge Gomes e José Pedro Machado. Ainda para a Comissão Política Distrital, fazem parte da lista, em lugar não eleito, Isabel Carvalho, Daniela Lima, Luís Freitas, Tiago Araújo e Licínia Ascensão. A Comissão Federativa de Fiscalização Económica e Financeira será presidida por Rui Ribeiro. Além disso, o líder da Concelhia de Santo Tirso, Joaquim Couto, foi um dos oradores no Congresso Distrital, assentando a sua intervenção em quatro principais temas. Dois dos temas abordados foram as eleições autárquicas e dos órgãos diretivos das áreas metropolitanas. Joaquim Couto acredita que o partido tem reunidas “todas as condições para ganhar a maioria das Câmaras no distrito do Porto”. Quanto às eleições para a Área Metropolitana do Porto (AMP), o líder afirmou que “o PS deve concentrar esforços no sentido de apresentar um candidato forte e ganhar a presidência da AMP”. “Os presidentes das câmaras da AMP não devem fazer parte dos órgãos diretivos. A estrutura metropolitana deve ter competências bem definidas e um orçamento próprio, proveniente do Orçamento do Estado”, adiantou. No âmbito da reforma do Estado que se impõe, Joaquim Couto mencionou “a importância das grandes áreas de atuação governamental, como a Educação, a Justiça ou a Segurança Social”, que “deveriam ser geograficamente comuns, permitindo, deste modo, uma maior e mais eficaz atuação das entidades públicas, com ganhos significativos para as populações”. E dada “a importância do Poder Local, nomeadamente dos municípios e das juntas de freguesia”, o líder socialista sugeriu que “os territórios deixem apenas de olhar para si próprios e repensem as suas políticas de investimento de uma forma supra e intermunicipal”.

A declamação de poemas do livro de memórias “Privilégios de ser Pássaro”, assim como o bailado interpretado por Joana Lopes e José Afonso, marcaram a homenagem ao poeta Daniel Gonçalves, pela Câmara Municipal de Santo Tirso.

Com mais de 16 livros publicados, o autor, distinguido em 2014 com o Prémio Literário Manuel Maria Barbosa du Bocage, regressou a Santo Tirso para ser homenageado em sessão solene realizada no átrio da Câmara Municipal, a 20 de março. A homenagem a Daniel Gonçalves fez parte da programação da iniciativa “Poesia Livre”, marcada por diversas iniciativas, como encontro com escritores, exposições e recitais. Para Daniel Gonçalves, de “todas as distinções”, esta foi “a mais importante, emotiva e a mais sentida”, tendo sido “um dia muito especial e muito importante” para si. O poeta referiu que com a realização da “Poesia Livre” houve “muita gente” que conheceu a sua obra, através da “partilha de textos” nas escolas, o que foi “uma coisa extraordinária” e “muito mais importante do que conseguir vender um livro numa livraria”. Joaquim Couto, presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, afirmou que este foi “um momento importante”, porque homenagearam um poeta que “já tem uma obra conceituada e reconhecida pela crítica como sendo de excelente qualidade”. A escolha do homenageado, disse ainda, coube ao Grupo de Acompanhamento da “Poesia Livre”, que, entre “os vários cenários”, o escolheu pela “sua juventude, por ser de Santo Tirso, por ter uma poesia de fácil acesso”. Já António Oliveira, elemento do Grupo de Acompanhamento da “Poesia Livre”, estava satisfeito com a homenagem a Daniel Gonçalves, que fora seu aluno “há 19 anos”, pois, além de ser de Santo Tirso, “é um bom poeta e escreve bem”. Quanto à iniciativa, António Oliveira estava “um bocado dececionado”, porque “Santo Tirso não está assim tão motivado para a cultura” e “não está muito motivado e virado para a poesia”. Contudo há aspetos a melhorar, como “uma maior divulgação e mais atempada” do programa e a realização de “provocações moderadas no meio da rua, cafés, em certas associações e em locais públicos”. Como exemplo apontou a realização da Poesia no Comboio, a 21 de março, em que fizeram a viagem de Santo Tirso-Porto e Porto-Santo Tirso a declamar poesia pelas carruagens. Já o edil tirsense mencionou que durante dez dias foram “declamados muitos poemas dos mais variados poetas”, sendo que “o essencial” da “Poesia Livre” é “estimular o gosto pela poesia e pela leitura” e para que “os jovens, sobretudo nas escolas, sintam essa necessidade”. “A planificação cultural da Câmara Municipal em parceria com instituições ou com particulares é já uma batalha ganha. A nossa expectativa é que a cada ano mais pessoas participem e a cultura seja massificada para todos os gostos”, terminou.

 

A Praça 25 de Abril, em Santo Tirso, transformou-se pelo terceiro ano consecutivo para celebrar a Páscoa. No espaço por onde passaram milhares de pessoas, “ergueram-se” a Aldeia Canaá, Belém, Judeia e outros locais, que ficaram marcados pela passagem de Jesus Cristo ao longo da sua vida até ao calvário e ressurreição.

No Mercado Nazareno, cerca de cem atores e voluntários mostraram as vivências e os ofícios de há dois mil anos e recriaram passagens bíblicas da vida, morte e ressurreição de Cristo. Anabela Gomes foi uma das voluntárias a participar no Mercado Nazareno. Já o ano passado gostava de ter participado e, desta vez, quando houve a oportunidade, não hesitou em inscrever-se. Juntamente com amigos, ocupou-se de recriar os ofícios, com "o trabalho na pedra e na madeira, lavagem da lã e produção de farinha, através da moagem do trigo". "São práticas que agora não existem desta forma e nós queríamos experienciá-las", explicou. O espaço ocupava-se também de expositores com vários artigos artesanais, a fazer lembrar uma feira medieval. Mas as recriações bíblicas continuam a ser um dos principais chamarizes do evento. Ao longo de três dias, o evento pro punha aos visitantes que acompanhassem a recriação dos "últimos dias de Jesus, homem que lutou contra a corrupção, abuso de poder e violência entre os homens". O episódio da condenação de Jesus Cristo e a crucificação são dois dos momentos mais participados, pelo simbolismo que carregam. No local, os visitantes entrevistados pelo JA evidenciaram a "qualidade" das recriações realizadas no evento, que consideram "educativo", e a oportunidade de poderem passear em família e viver a Páscoa "com mais simbolismo". "Penso que está conseguido aquilo que é um misto da representação histórica, o dramatismo e a teatralização dessas cenas bíblicas e a própria representação ou as celebrações da Páscoa que a Igreja Católica faz neste período", afirmou Joaquim Couto, presidente da Câmara Municipal, que garantiu que os horários das recriações no Mercado Nazareno "foram organizados para não coincidirem com as atividades normais da Igreja", graças "ao diálogo" mantido com o pároco de Santo Tirso. "Inclusivamente, ele deu algumas opiniões sobre se a resenha histórica estava de acordo com os eventos bíblicos", explicou Joaquim Couto em resposta a algumas vozes da contestação que, considera o autarca, "pretendem criar, artificialmente um conflito entre a Câmara e a Paróquia". E na terceira edição do evento, o autarca destacou não só a participação de voluntários, como também da "melhor organização e distribuição do Mercado". "Está mais acessível ao público, especialmente, às crianças", acrescentou. Promover o concelho e potenciar o turismo são os objetivos desta iniciativa, que já captou a atenção de espanhóis. "Esta é uma atividade muito importante para a Câmara, para promover a imagem do município, que atrairá outras iniciativas culturais, outros investimentos e outros interesses por parte da Região e da Espanha, com enfoque para a Galiza", frisou. A organização foi forçada a cancelar as atividades do último dia do evento, na segunda-feira de Páscoa, devido às condições meteorológicas desfavoráveis.

Santo Tirso recebe 3ª edição do Mercado Nazareno

Santo Tirso recebe 3ª edição do Mercado NazarenoDe 25 a 28 de março a cidade recebe recriações biblicas

Publicado por Jornal do Ave em Sexta-feira, 25 de Março de 2016

Produz “diariamente mais de 1,5 milhões de embalagens” e exporta “cerca de 80 por cento de tudo o que produz”. A empresa FINIECO, localizada na Rua do Barracão, em Santa Cristina do Couto, foi alvo de uma visita do executivo da Câmara municipal de Santo Tirso, a 29 de março.

Com “cerca de 135 funcionários”, a empresa, que aposta no fabrico de sacos de papel há 18 anos, atingiu, o ano passado, “um volume de negócios na ordem dos 22 milhões”, contou Paulino Ribeiro, administrador e fundador da empresa FINIECO. No próximo ano, Paulino Ribeiro prevê “um grande volume de investimento”, no âmbito do Portugal 2020, na ordem dos “cerca de cinco milhões de euros” para “ampliar as instalações e aquisição de nova maquinaria”. O administrador afirmou que as taxas de crescimento da empresa têm sido “muito interessantes”, sendo que “muito desse crescimento” surge na exportação para os “mercados inglês, francês e alemão e para o norte da Europa, como Holanda, Bélgica e Luxemburgo”. “Neste momento, a FINIECO exporta cerca de 80 por cento de tudo o que produz. Trabalhamos para os mais variados setores de atividade, como moda, farmacêutico, livrarias, entre outros. É um produto bastante versátil”, declarou, acrescentando que a em presa é “o maior produtor ibérico deste produto”, sendo que “o mercado espanhol representa cerca de 30 por cento do volume de exportações”. O segredo do negócio, contou Paulino Ribeiro, passa por “não ter medo de inovar e não ter medo da complexidade”. “O facto de estarmos expostos a clientes com bastante exigência faz com que nós sejamos cada vez mais fortes, porque nos preparamos para os níveis de exigência que os nossos clientes nos transmitem e isso torna-nos também mais competitivos”, justificou. O administrador referiu ainda que a empresa preocupa-se com a oferta de múltiplas soluções de embalagem com mínimo impacto ambiental. Quando “internalizou o processo de impressão”, Paulino Ribeiro procurou “sempre fazê-lo com tecnologias bastante inovadoras, utilizando tintas de base de água e isentas de dissolventes”. Além disso, a empresa adquire papéis “certificados”, sendo “a única do país com certificação de carbono 0, que é um sistema de monitorização das emissões de carbono”. “É uma empresa certificada ambientalmente. Esta preocupação ambiental traduz-se muito na nossa decisão de apostarmos em substituir a embalagem de plástico por embalagem de papel, o que também tem ditado muito o sucesso projeto”, mencionou. A visita do executivo à FINIECO surge no âmbito do Santo Tirso Invest. O presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, asseverou que estas visitas surgem no sentido de “aproximar o poder municipal das empresas, inventariar problemas, conhecer os empresários e criar um clima de proximidade e bom relacionamento entre o município e as empresas”. O edil tirsense referiu que há “um conjunto de iniciativas que é necessário desenvolver”, tendo “uma candidatura já formalizada no Portugal 2020, para renovar e requalificar toda esta área industrial”.

 

A Câmara Municipal de Santo Tirso cedeu o antigo edifício da Junta de Freguesia de S. Salvador do Campo à CAID – Cooperativa de Apoio à Integração do Deficiente. O prédio, permitirá o alargamento da resposta à problemática da deficiência, na zona nascente do concelho.

A cedência feita pela Câmara Municipal de Santo Tirso, a título gratuito, constitui, segundo o presidente da autarquia, Joaquim Couto, “um passo fundamental para o alargamento da resposta à problemática da deficiência na zona nascente do concelho”.

O edifício, que estava inativo desde que foi imposta a reorganização administrativa das freguesias, permitirá, agora, servir e apoiar as pessoas com deficiência no concelho de Santo Tirso, fazendo face a uma necessidade imediata em matéria de lista de espera na valência de Centro de Atividades Ocupacionais.

“Assumimos esta promessa desde o início do mandato, e consideramos que é uma das mais importantes deliberações tomadas pela Câmara Municipal desde 2013. A Câmara orgulha- se de ter no Município uma instituição que presta um verdadeiro serviço público, apoiando uma população ainda marginalizada e esquecida a integrar-se na comunidade, com respostas estruturadas nas áreas da ocupação, reabilitação e inserção socioprofissional”, explicou Joaquim Couto.

A proposta de cedência do edifício da antiga Junta de Freguesia de S. Salvador do Campo foi aprovada na passada quinta-feira, 31 de março, na reunião do executivo camarário, por unanimidade.

A CAID foi criada em meados dos anos 90, por iniciativa do Município de Santo Tirso, para ajudar a colmatar uma lacuna para a qual havia pouca resposta na zona norte do país. Com a cedência das instalações do antigo edifício da Junta de S. Salvador do Campo, a instituição reúne agora condições para obter financiamento para a criação de mais um projeto na área da deficiência.

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