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O Sporting de Braga venceu hoje o Desportivo das Aves por 2-0, com golos de Raúl Silva e Esgaio, num jogo da 20.ª jornada da I Liga de futebol em que foi muito superior a um adversário frágil.

Raúl Silva, aos 08 minutos, e Esgaio, aos 47, fizeram os golos dos bracarenses, que, com este triunfo e em vésperas de visitar o Dragão para defrontar o FC Porto (sábado), encurtam a distância para os lugares da frente, estando agora a quatro pontos de Benfica e Sporting (este com menos um jogo).

Já o Desportivo das Aves, que voltou a trocar de treinador na última semana, agrava a crise de resultados e continua na cauda da tabela, somando o sétimo jogo seguido sem vencer: seis derrotas e apenas um empate.

A equipa agora de José Mota, o terceiro técnico da temporada, foi o espelho da instabilidade que o clube atravessa e demonstrou muitas debilidades, sobretudo defensivas.

A superioridade 'arsenalista' começou a evidenciar-se bem cedo e, logo aos dois minutos, Paulinho, em excelente posição, atirou por cima, após bom cruzamento de Jefferson da esquerda.

No minuto seguinte, André Horta rematou ao poste e, na sequência do lance, foi Esgaio a obrigar Facchini a empenhar-se.

Os minutos iniciais foram pródigos em ocasiões de golo e, aos seis, o Desportivo das Aves dispôs da sua melhor oportunidade em toda a partida.

Vítor Gomes 'picou' a bola sobre Matheus, que tinha saído de forma precipitada, mas Jefferson, de cabeça, impediu o golo avense, cortando para a barra.

O lance foi uma exceção à regra e foi o Braga a inaugurar o marcador: após canto cobrado por André Horta, Raúl Silva saltou mais que os defesas contrários e cabeceou de forma inapelável, aos oito minutos, fazendo o seu sexto golo da temporada (três no campeonato).

O Desportivo das Aves cometia muitos erros em zonas proibidas e o Braga criava perigo, mesmo sem 'carregar no acelerador'.

Aos 23 minutos, André Horta 'disparou' de longe para grande defesa de Facchini e, dois minutos depois, Esgaio, após um canto, cabeceou para fora.

A segunda parte começou como a primeira e Paulinho não chegou por pouco a uma bela assistência de João Carlos Teixeira, aos 46 minutos.

No minuto seguinte, Esgaio aproveitou as imensas facilidades concedidas pelo Aves, tirou um defesa da frente e rematou com o pé esquerdo fazendo um belo golo.

José Mota lançou Tissone e Alexandre Guedes de uma assentada (56 minutos), mas nada mudou e foi mesmo o Sporting de Braga a estar mais perto de voltar a marcar, por João Carlos Teixeira (60).

O jogo foi caindo de ritmo e de interesse, com o Desportivo das Aves incapaz de criar perigo, merecendo nota a saída de Esgaio, por lesão, aos 87 minutos.

Lusa

A ADI, distribuidora espanhola de produtos químicos, é mais uma empresa que escolheu solo tirsense para se fixar. Desde 2006 na zona industrial da Maia, a ADI vai agora deslocalizar a sede das suas operações em Portugal para o concelho de Santo Tirso, onde está a construir um novo centro logístico, avaliado em cerca de três milhões de euros. Em novembro de 2017, em Assembleia Municipal de Santo Tirso, foi aprovada a concessão, por parte da autarquia de um apoio de 74.875,92 euros através da redução de IMI, pelo facto de se instalar no município.
Um terreno com mais de 15 mil metros quadrados, no Parque Empresarial da Ermida, foi o lugar que a ADI achou apropriado, depois de alegadamente o espaço da Maia ter deixado de ter capacidade para acompanhar o crescimento da multinacional em Portugal.
O espaço, que se espera que fique concluído em fevereiro, terá duas áreas funcionais distintas, uma de armazém e outra área administrativa e social, ficando as duas instaladas em dois volumes fisicamente separados.
A ADI distribui produtos químicos para os mercados têxtil, de tintas e construção, de galvanoplastia e de limpeza e manutenção industrial, além da venda de instrumentos de medição para controlo de qualidade.

Patrícia Costa, natural de Oliveira Santa Maria, no concelho de Vila Nova de Famalicão, mas a viver em S. Mamede de Negrelos, é nutricionista e adotou um método para levar os seus conhecimentos a cada vez mais pessoas e cumprir a sua missão: ajudar cada um a ser mais feliz. Invadimos o seu consultório e deixamos-lhe alguns conselhos da médica.

“Que o teu remédio seja o teu alimento e o teu alimento seja o teu remédio”, Hipócrates – Pai da Medicina 460-337 A.C. É este o ponto de partida para uma reportagem sobre a importância daquilo que comemos.
Numa altura em que a maioria das doenças são associadas ao comportamento alimentar, aos erros na pirâmide dos alimentos e ao excesso de gorduras e açúcares que ingerimos, fomos à procura de conselhos de uma área que muitos veem como secundária, mas que tem ganhado, nos últimos anos, cada vez mais adeptos, que olham para ela como um tratamento: a nutrição.
Numa consulta personalizada, começamos por conhecer Patrícia Costa. Uma jovem nutricionista que seguiu a área um bocadinho ao acaso, mas certa de que poderia ajudar muita gente a ser mais feliz.

Nesta consulta conseguimos ainda perceber que não há, em dieta nenhuma, um alimento que seja proibido. “Não devemos viver uma prisão da alimentação e devemos parar de rotular os alimentos como bons ou maus, simplesmente temos de aprender a equilibrar e conjugar aquilo que comemos”, aconselhou. Por isso deixamos alguns mitos e verdades que tantas vezes são discutidos quando o assunto é alimentação:

Fruta depois da refeição engorda?
Mito. Temos que ter cuidado com o equilíbrio.
Leite ajuda a dormir melhor?
Verdade.
Bebidas alcoólicas fazem engordar?
Verdade. Cada grama de álcool tem sete calorias.
Tomar vitaminas faz engordar?
Mito.
Pão Integral é melhor porque é menos calórico que o pão branco?
Verdade. Um pão branco tem 290 calorias e o pão integral 232
Comer cenoura faz bem à visão?
Verdade.
De dieta só se podem comer cozidos e grelhados?
Mito. Podemos comer de tudo
Comer barras de cereais ao lanche é saudável?
Mito. Normalmente, têm muita gordura e açúcar.
Numa alimentação saudável só se devem comer carnes brancas?
Mito.

 

Leia a reportagem na íntegra na edição n.º 119 do JA

Para Joaquim Couto, presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, há, neste momento, três investimentos prioritários para continuar o “boom” de investimento empresarial e a criação de emprego no concelho: os nós de Fontiscos e da Ermida e a variante à Estrada Nacional (EN) 14.

Numa visita pela zona de Fontiscos e da Ermida, o autarca, acompanhado por um grupo de deputados socialistas da Assembleia da República, de quem espera ajuda na magistratura de influências junto do Governo, explicou que “já está negociado com o Governo o nó de Fontiscos, construindo uma grande rotunda de acesso à zona industrial de Fontiscos e à zona industrial do Alto da Cruz, Várzea do Monte e Argemil e a reformulação do nó da Ermida, que dará acesso à zona industrial da Ermida e da Picaria”. Além disso, Joaquim Couto alertou ainda para a “necessidade urgentíssima de remodelar a portagem da A3, que serve essencialmente Trofa e Santo Tirso” e “a necessidade de a ligar à variante à EN14, que ligará Maia, Trofa e Famalicão. Para o autarca, esse investimento “não fará sentido nenhum, nem cumprirá as suas funções empresariais, regionais e até municipais, se não tiver uma ligação, em via rápida ou em autoestrada, entre o centro da Trofa e o nó da A3 Santo Tirso/Trofa”.
De acordo com o presidente da Câmara está a deputada trofense Joana Lima, que considera que o traçado definido pelo Governo de Passos Coelho “não serve os interesses nem da Trofa nem de Santo Tirso”, adiantando que o “troço entre Maia e a Trofa ainda não está fechado”, por isso “tudo é possível, desde que haja vontade política”. “O senhor ministro está sensível a que esse traçado seja alterado”, adiantou.

 

Leia a reportagem na íntegra na edição n.º 119 do JA

Depois de 17 anos como tesoureiro da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santo Tirso, Fernando Vale substituiu Asuil Dinis Carneiro na presidência. A tomada de posse dos novos órgãos sociais realizou-se no dia 13 de janeiro. “Trabalho é o que nos espera. A missão é difícil e o rigor em matéria financeira continuará a existir neste mandato. Espero que, no final, essa questão esteja melhor e a Associação tenha uma vida mais desafogada”, afirmou o novo presidente à comunicação social.
Apesar de haver “muitas ideias interessantes”, a Associação Humanitária não pode “pô-las em prática” enquanto “estiver a arrumar a casa”.
Asuil Dinis deixa a presidência da direção, mas ocupa o lugar de presidente da assembleia-geral. “Confio inteiramente (em Fernando Vale) e tenho total esperança, porque trabalhei com ele 16 anos e ele esteve ao meu lado em momentos muito difíceis. Tem mais jeito para negociar nalgumas questões e, acima de tudo, tem um grande amor aos bombeiros”, frisou Asuil Dinis.
Apesar de ter novo presidente, os órgãos sociais são compostos por uma “equipa de continuidade, mas rejuvenescida”. Para Asuil Dinis, este era “o momento exato” para a renovação.

Durante o mês de dezembro, por cada jesuíta ou limonete vendido na Confeitaria Moura, dez cêntimos revertia a favor das corporações de bombeiros da cidade de Santo Tirso. A campanha, inserida nas comemorações dos 125 anos deste estabelecimento - assinalados em 2017 -, rendeu 3300 euros, que foram repartidos pelas associações humanitárias. A entrega simbólica dos cheques decorreu no dia 20 de janeiro. Maria Fernanda Silva, uma das representantes da Confeitaria, explicou ao JA que, além das ações de solidariedade que se realizam ao longo do ano, a gerência do estabelecimento pensou “numa coisa diferente”. “Lembramo-nos que os bombeiros eram a entidade ideal para fazermos esta campanha, porque são pessoas que ajudam e merecem que se lembrem delas”, explicou.

 

Leia a reportagem na íntegra na edição n.º119 do JA

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