18
Sun, Feb
18 New Articles

A Câmara Municipal de Santo Tirso assinou a 30 de janeiro, nos Paços do Concelho, um protocolo com Ministério da Justiça, na pessoa da secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro, para a cedência de duas casas devolutas, de antigos magistrados, que vão integrar o projeto de reinserção de ex-reclusos tirsenses.

“É o primeiro projeto do género no país”, afirmou a secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro. Já em março de 2017, a autarquia tirsense e o Ministério da Justiça haviam assinado um protocolo para a integração social dos reclusos que saíssem em liberdade. Esta terça-feira, 30 de janeiro, reforçou o projeto com a cedência de duas casas, localizadas na Rua Gonçalves Zarco, em Santo Tirso, propriedade do Ministério da Justiça, devolutas e pertencentes em outros tempos “a juízes e procuradores”. Este é o ponto de partida para acolher e dar um teto, “nos primeiros tempos, aos reclusos”, detalhou a secretária de Estado.
“O objetivo”, adiantou Joaquim Couto, presidente da autarquia tirsense, “é otimizar recursos públicos, fazer com que haja menos reincidências e ajudar à reinserção social, tendo solidariedade e a procura da igualdade de tratamento de todas as pessoas”. A autarquia vai coordenar o projeto em estreita relação com o Ministério e instituições como a Segurança Social e o Instituto de Emprego, na tentativa de “arranjar emprego, casa e inseri-los familiarmente ou na sociedade”.
A ideia, avançou Helena Mesquita Ribeiro, partiu do presidente da Câmara de Santo Tirso e é uma “tentativa muito generosa de ajudar esta população”, uma vez que “uma das fases mais complicadas em que podemos ter a repetição de comportamentos criminosos é quando os reclusos são restituídos à liberdade”.
“O recluso não sofre só a pena quando é condenado pelo Tribunal, mas também sofre com o tribunal da exclusão social e aí não há regras que o protejam”, alertou a secretária de Estado, pedindo à sociedade que “compreenda, não exclua, nem tenha sentimentos vingativos” perante aqueles que em algum momento das suas vidas não respeitaram a lei.
Helena Mesquita Ribeiro e Joaquim Couto estão confiantes no sucesso deste projeto, que será válido por cinco anos.
O número de ex-reclusos que vão ser ajudados à margem deste projeto será “maior ou menor em função da saída das prisões”. No entanto, adiantou o presidente, “já foram atendidos e tratadas algumas situações de ex-reclusos do município” no seguimento do protocolo assinado o ano passado.
As obras de requalificação das duas casas são da responsabilidade da Câmara Municipal, que não sabe adiantar ao certo a data da sua conclusão nem o investimento necessário, mas Joaquim Couto espera que estejam operacionais “dentro de um ano”.

O Município de Santo Tirso já tem tudo a postos para o Carnaval, que é como quem diz para a festa dos foliões.
As comemorações do Carnaval de Santo Tirso começam dia 9 de fevereiro e só acabam no dia 12.
As ruas da cidade de Santo Tirso vão encher-se no primeiro dia de festa, graças aos milhares de crianças das escolas do concelho que vão participar num desfile que começa pelas 14 horas no Largo da Feira. Personagens de livros, de telas de cinema e de histórias de encantar vão animar as ruas da cidade.
Mas a festa continua dia 12 de fevereiro com o desfile dos mascarados, organizado pela Câmara Municipal de Santo Tirso. Este desfile vai contar com a participação de mais de uma dezena de entidades. O corso carnavalesco sairá da Rua do Picoto às 21.30 horas, passando pela Rua Dr. A. J. Pires de Lima e Rua Sousa Trêpa e terminará no Largo Coronel Baptista Coelho.
Entre os muitos participantes do Carnaval de Santo Tirso 2018 estarão: o Grupo de Gaiteiros da Ponte Velha; Ritmo’ CAID; Palco-Academias de Dança; Paty Fitness; Capoeira; keep on Dancing; LTW – Less Than a Week; Daniel Carneiro Health & Fitness; Ginásio OAMIS; União de Freguesias de Santo Tirso, Couto (Santa Cristina e São Miguel) e Burgães; Grupo de Samba de Refojos; Companhia de Amigos do Ave.
À noite, haverá ainda lugar para um concurso de mascarados, uma iniciativa União de Freguesia de Santo Tirso, Couto (Santa Cristina e São Miguel) e Burgães. O desafio contará com a oferta de prémios e fotografia aos vencedores.
E se por acaso o tempo não ajudar aos festejos carnavalescos, a Câmara Municipal de Santo Tirso tem solução. O desfile das escolas de dia 9 de fevereiro passará a realizar-se na Fábrica de Santo Thyrso e o desfile dos mascarados acontecerá no Pavilhão Municipal.

A União de Freguesias de Santo Tirso, Couto (Santa Cristina e S. Miguel) e Burgães promoveu, de 23 a 28 de janeiro, a Semana de Santo Tirso.
Da programação, destaque para a 4.ª edição da iniciativa “Nós de Dança”, este ano dedicada ao tema “a evolução da dança”, que contou com a coprodução da Irreverentplataform Produções Artísticas, e com o apoio da Câmara Municipal de Santo Tirso. Academia Open Stage, CAID - Cooperativa de Apoio à Integração do Deficiente, D Crew (Daniel Carneiro Health & Fitness), Escola de Dança “Keep on Dancing”, de Joana Pelayo Dias, Ginásio Clube de Santo Tirso (Escola de Ballet), Ginásio Clube de Santo Tirso (Ginástica Rítmica) e Trevo do Sucesso subiram ao palco da nave cultural da Fábrica de Santo Thyrso, a 28 de janeiro.
O dia dedicado ao Mártir Tirso começou com o hastear das bandeiras no edifício sede da União de Freguesias, seguindo-se uma missa solene em honra de Santo Tirso.
Antes disso, decorreu, a 26 de janeiro, a promoção dos jesuítas e do vinho verde na sede da União de Freguesias e a caminhada noturna em honra do Mártir Thyrso.
Durante toda a semana, a União de Freguesias promoveu nas escolas uma ação de sensibilização sobre “valorização e tratamento de resíduos urbanos”, que contou com o apoio da Resinorte.

“Together Best Practices Exchange for integrating refugees” é o nome do projeto internacional sobre refugiados na Estónia, inserido no programa Erasmus+, que contou com a participação da ACIST - Associação Comercial e Industrial de Santo Tirso, entre 15 a 19 de janeiro. Este projeto trata-se de uma parceria entre a Noruega, Estónia e Portugal que tem como objetivo desenvolver uma metodologia de acolhimento de refugiados. Segundo fonte da ACIST, o projeto tem demonstrado resultados francamente positivos e por isso é considerado um caso de sucesso a nível dos projetos Erasmus+. Deste modo, as coordenadoras estonianas foram convidadas para apresentar o projeto na Finlândia e na Suíça e já está previsto a disseminação deste projeto noutros países. 

A fabricante de produtos de padaria e pastelaria, com fábricas na Maia e em Santo Tirso, está a investir nesta última unidade, numa primeira fase, 19 milhões de euros para duplicar a produção de pão.

Fundada no ano da entrada de Portugal na então CEE, em 1986, a Panike começou por fabricar e comercializar pão com chouriço congelado, mas rapidamente diversificou a sua carteira de produtos. E alcançou a popularidade com os "folhados mistos", que viraram "panikes" na boca da maioria dos portugueses.

Liderada pelo empresário Henrique Soares, a Panike tornou-se a maior fabricante portuguesa de produtos de padaria e pastelaria. Além de "panikes", produz cerca de 80 tipos de pão, pastéis de nata, "muffins", queques, queijadas, massa folhada, pizzas, bolo-rei, entre muitas dezenas de outros paparicos.

Com duas unidades industriais em operação – uma na Maia, dedicada à área de pastelaria, e outra em Santo Tirso, especializada na produção de pão, a Panike tem em curso, nesta última fábrica, um investimento de  cerca de 19 milhões de euros. 

Objectivo: "Triplicar a área existente, de quatro para 13 mil metros quadrados, e mais do que duplicar a capacidade de produção de pão das actuais três para seis a sete toneladas por hora", revelou Henrique Soares, director industrial, filho e homónimo do fundador da Panike, em declarações ao Negócios.

Um investimento, a concluir "em Julho próximo", que vai permitir a criação de "mais cerca de 20 postos de trabalho" na unidade tirsense, que emprega actualmente 75 dos 300 trabalhadores da Panike. Numa segunda fase,  "prevista para 2020", deverão ser investidos mais cinco milhões de euros na expansão produtiva, para atingir "as 10 toneladas de pão por hora", criando "mais 20 empregos".

A Panike fechou 2017 com vendas de 35,2 milhões de euros, mais 3,2 milhões do que no ano anterior, com as exportações para 24 países a valerem 20% do total. Ambição: "Chegar aos 50 milhões em 2020, e, após o investimento a fazer nessa altura, atingir os 80 milhões de euros", avançou Henrique Soares.

 

Criação de 150 postos de trabalho

O plano de expansão da Panike faz parte de um grupo de seis investimentos, que totalizam 36 milhões de euros e vão criar 150 postos de trabalho em Santo Tirso, tendo ganho o estatuto de "projectos de interesse municipal". Os contratos de concessão de incentivos fiscais com a Panike, a ADI Center, a CS Plastic, a DUX Interiores, a Albino & Filhos e a Felpinter, vão ser assinados a 5 de Fevereiro, nas instalações da Felpinter, numa cerimónia que contará com a presença do ministro da Economia.

"Temos assistido a um ‘boom’ de investimento no município nos últimos anos, fruto da estratégia assumida pela Câmara de Santo Tirso, a partir de 2014. Criámos um pacote fiscal muito agressivo de apoio ao investimento, apostámos na diplomacia económica e, assim, na captação de novas empresas", afirmou o presidente do município, Joaquim Couto, ao Negócios. "Temos conseguido demonstrar que Santo Tirso é atractivo do ponto de vista empresarial", sustentou o mesmo autarca. 

Novos fábricas e mais empregos

Felpinter cria 50 postos de trabalho
A Felpinter, que fabrica têxteis domésticos (banho, cama, mesa e  cozinha), comprou novas instalações na zona de Vila Nova do Campo para reforçar a sua capacidade produtiva. O investimento é de seis milhões de euros e vai criar cerca de 50 postos de trabalho.

ADI vem da maia e a CS muda-se da várzea 
A CS Plastic, que fabrica artigos de plástico, vai investir 2,9 milhões de euros e criar 15 empregos com a mudança da zona da Várzea para Santa Cristina do Couto. Já a química ADI Center vai deslocalizar-se da Maia para Santo Tirso – investimento de 2,7 milhões de euros e mais cinco empregos.

Dux e Albino & Filhos com mais 24 pessoas
Produtora de mobiliário e têxteis-lar, com fábricas nas Aves e em Sequeiró, vai investir nesta 700 mil euros e criar 20 empregos, enquanto a oficina automóvel Albino & Filhos investe 200 mil euros e emprega mais quatro pessoas.

Fonte Jornal de Negócios 

Recorde a reportagem do Jornal do Ave na visita do Invest Santo Tirso 

A Hyundai Portugal apresentou esta quinta-feira Armindo Araújo e Carlos Vieira como pilotos oficiais para o campeonato nacional de ralis de 2018.

Afastado da competição desde 2012, Armindo Araújo, tetracampeão nacional de ralis e bicampeão do mundo do agrupamento de produção, regressa para tentar recuperar o título, enquanto Carlos Vieira tentará revalidar o ceptro conquistado em 2017.

"Este é um regresso com algumas premissas. Desde logo, coloquei como essencial que só voltaria com um apoio com valores de vitória, e surgiu este desafio da Hyundai", disse Armindo Araújo, durante a apresentação, que decorreu numa unidade hoteleira em Cascais.

O piloto de Santo Tirso destacou na ocasião que partilha com a Hyundai "objectivos comuns" e tem uma "ambição muito grande", até devido aos cinco anos de paragem.

Depois de ter conquistado quatro títulos nacionais (2003, 2004, 2005 e 2006) e dois no mundial de produção (2009 e 2010), Armindo Araújo afastou-se no final da temporada de 2012, regressando este ano à competição.

O piloto disse estar consciente das dificuldades que vai encontrar neste regresso depois de uma paragem de cinco anos, mas parte com "motivação e uma vontade de vencer" muito grandes.

Igual ambição mostrou Carlos Vieira, que se revelou orgulhoso por fazer parte da equipa Hyundai e por ter Armindo Araújo como companheiro, mas alertou que esse facto apenas aumentará a sua ambição de vencer.

"É um grande orgulho estar agora na Hyundai, ao lado do Armindo. No entanto, esse facto apenas vai aumentar a minha vontade de vencer e de defender o título conquistado no ano passado", disse Carlos Vieira.

Durante a apresentação, Sérgio Ribeiro, director-executivo da marca em Portugal, manifestou a ambição da Hyundai em montar um projecto ambicioso.

"Queremos ser competitivos e agitar as águas em Portugal. Para as escolhas que fizemos, pesou o facto de os dois pilotos que escolhemos terem sido os que mostraram uma grande vontade de correr pela Hyundai", afirmou, acrescentando que as duas equipas terão "total independência" ao longo do campeonato, no qual a Hyundai pretende marcar presença em todas as provas.

O campeonato nacional de ralis arranca em 17 de Fevereiro com o Rali de Fafe.

Videos em destaque

Siga-nos no facebook