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Sun, Feb
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A Câmara Municipal de Santo Tirso vai investir quatro milhões de euros na recuperação de 450 habitações sociais, ocupadas por cerca de 1600 pessoas. 

O objetivo, adiantou fonte da autarquia à Lusa, passa pela “regeneração urbana das habitações municipais e requalificação dos edifícios, nomeadamente em melhorar a eficiência energética nas habitações e reduzir o custo energético e das emissões de dióxido de carbono, com a utilização de energia renovável”. Além disso, serão também “corrigidas patologias existentes e aumentado o conforto interior dos habitantes”.
Segundo a Câmara Municipal, há “várias candidaturas para financiamento de intervenções em todos os complexos habitacionais do município”, sendo que, até dezembro de 2017, o programa operacional Norte 2020 aprovou 440.697,89 euros de fundos comunitários.
Em Argemil, a intervenção vai decorrer no primeiro conjunto habitacional a ser construído pela Câmara no âmbito do Programa Municipal de Realojamento e terá um custo de cerca de um milhão de euros. A intervenção foi possível graças a uma candidatura ao programa Reabilitar para Arrendar, do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).
Em Roriz e Palmeira, a Autarquia tenciona investir “450 mil euros, em S. Martinho do Campo e Rebordões 820 mil euros e em S. Tomé de Negrelos está previsto um investimento de 341 mil euros, através da candidatura ao Norte 2020”.
O Complexo Habitacional de Ringe, em Vila das Aves, contará com um investimento da responsabilidade do IHRU e da Câmara de cerca de 1,3 milhões de euros e será também objeto de candidatura.
“Ao intervir a este nível, ao promover melhorias ambientais e de conforto na habitação, a Câmara está também a assumir uma responsabilidade social, uma vez que permitirá que quem vive nestas habitações tenha menos custos”, afirmou Joaquim Couto, edil tirsense, que fala também na “reabilitação de edifícios abandonados, de forma a estimular o mercado de habitação no Município”.

Foto: Publico 

Marinheiros, princesas e príncipes, cientistas, fadistas, palhaços, baralhos de cartas, arqueiros e outras figuras do nosso imaginário. As ruas do centro da cidade foram invadidas por personagens dos livros, das telas de cinema e das histórias de encantar, encarnadas por “cerca de 3000” crianças e seniores de escolas e instituições de Santo Tirso.
As comemorações do Carnaval de Santo Tirso começaram na tarde de sexta-feira, 9 de fevereiro, com um mega desfile, entre o pavilhão municipal e os Paços do Concelho.
Sílvia Tavares, vereadora da Educação da Câmara Municipal de Santo Tirso, afirmou que este é “um momento de convívio, de confraternização e de encontro de amigos”, que “já tem muitos anos” e ao qual pretendem “dar continuidade”. “Toda a gente está muito contente e divertida”, completou.
Contrariamente a anos anteriores, o mega desfile teve início no interior do pavilhão municipal, para evitar que os participantes “permanecessem ao frio” enquanto se procedia à “formatura do cortejo”. “Ali estavam em melhores condições”, garantiu.

Num jogo com poucas oportunidades de golo, Marítimo e Desportivo das Aves não foram além de um empate sem golos, numa partida a contar para a 23.ª jornada da I Liga portuguesa, disputada na Vila das Aves.

Depois de 45 minutos iniciais de futebol de parca qualidade e com raras ocasiões de perigo, ambos os conjuntos ainda conseguiram retificar as estratégias para segunda metade, elevando um pouco a produção, mas sem clarividência suficiente na finalização.

Com esta igualdade, o Marítimo atingiu a barreira dos 30 pontos, subindo condicionalmente ao oitavo lugar do campeonato, mas ampliou para nove a série de jogos consecutivos sem vencer.

Já o Desportivo das Aves, que somou o terceiro jogo consecutivo sem perder, acrescentou mais um ponto na sua luta pela manutenção, somando agora 21, e ascendendo a um provisório 12.º posto.

Num duelo longe de ter sido interessante para os espetadores, as duas equipas conseguiram anular-se em termos ofensivos, e apenas em lances de bola parada ou em tentativas de saídas para o contra-ataque, nem sempre bem desenhadas, conseguiram criar algum perigo.

Os locais até conseguiram algum ascendente e domínio inicial, mas a primeira situação digna de registo surgiu para os insulares, perto da meia hora de jogo, na sequência de um livre cobrado por Rúben Ferreira.

No Aves, Amilton era quem mais tentava abanar a linha defensiva adversária, construindo os melhores movimentos da equipa, em lances que os defesas do Marítimo foram resolvendo com relativa facilidade.

O Marítimo, impulsionado por Edgar Costa, regressado de lesão, tentava explorar algumas falhas dos avenses para se acercar da baliza do Adriano, mas mostrava dificuldades no último terço, fazendo justificar o 0-0 com que se chegou ao intervalo.

Só após o descanso surgiram as mais flagrantes ocasiões para as duas equipas, que regressaram com ambição renovada.

Joel Tagueu, do lado do Marítimo, foi o primeiro a ter nos pés uma clara oportunidade para marcar, aos 47, mas apenas com o guarda-redes pela frente o avançado não conseguiu fazer melhor do que rematar contra Adriano Facchini.

Na resposta, Nildo Petrolina arrancou um excelente cruzamento no lado direito, ao qual Diego Galo respondeu com um forte cabeceamento que Charles defendeu de forma espetacular, mantendo o marcador a zeros.

Apesar do domínio do Aves, pertenceu ao Marítimo, aos 70, outra grande oportunidade de golo, novamente por Joel Tagueu, que desperdiçou um bom trabalho de Ricardo Valente, com um remate ao lado.

O Aves ainda conseguiu manter uma pressão sobre o adversário nos derradeiros minutos, acercando-se mais vezes da baliza de Charles, mas sem nunca demonstrar a clarividência necessária para inverter o nulo que se arrastou até ao final.

 

Lusa 

Já a noite ia longa – e muito fria - quando o palco do Carnaval Santo Tirso “aqueceu” com o samba do grupo de Refojos. Feitas as honras pelo casal mestre-sala e porta-bandeira, as “baianas”, raiadas de azul e violeta, seguiam atrás e abriam alas para as rainhas e princesas da “bateria”, recheadas de energia.
A indumentária reduzida em ambiente com temperatura de um dígito parecia não ser incómodo para as bailarinas que dançaram durante largos minutos, sob o olhar atento das centenas de pessoas que se aglomeraram na Avenida Coronel Baptista Coelho.
Mas antes, já muito tinha acontecido na festa de Carnaval de Santo Tirso, organizada pela Câmara Municipal de Santo Tirso. Onze grupos e associações integraram o corso e apresentaram-se em palco, ora a dançar ou em performance teatral. A agência funerária do Além, do Grupo Rodericks, que promovia funerais de vivos, foi uma das atuações mais inusitadas, enquanto a mais participada pertenceu ao grupo Paty Fitness, que levou mais de 80 “panteras cor de rosa”.
“Está frio, mas as pessoas saíram à rua e o Carnaval correu muito bem. Tivemos muita gente a ver passar o desfile e também a representar os grupos que atuaram”, afirmou o vereador da Cultura da autarquia tirsense, Tiago Araújo.
O autarca considera que “o novo formato da festa, promovida ao ar livre e com a participação das escolas de dança de Santo Tirso, faz arrastar as pessoas para o centro da cidade”.

A Fábrica de Santo Thyrso vai transformar-se num grande jardim de camélias no próximo fim de semana, de 17 e 18 de fevereiro. O concurso e a exposição desta flor, conhecida como “rosa do Japão”, são as atividades que marcam a programação da iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Santo Tirso.
O concurso começa pelas 15 horas de sábado e as flores podem ser apreciadas até às 18 horas. A exposição mantém-se no dia seguinte, disponível de ser apreciada das 11 às 18 horas. A programação inclui ainda dois ateliês, o primeiro realizado na Escola Secundária D. Dinis, no sábado, entre as 16 e as 18 horas, e dedicado ao desenho. A inscrição é obrigatória, mas gratuita, e deve ser feita na Loja Interativa de Turismo.
Já no dia 18, Alice Coutinho, autora do livro “Sei das Palavras”, vai colaborar no ateliê de poesia que decorrerá na Fábrica de Santo Thyrso, entre as 11 e as 13 horas. Também esta atividade tem entrada gratuita, mas sujeita a inscrição prévia, na Loja Interativa do Turismo. C.V.

O quiosque Mascotinha foi assaltado esta terça-feira, ao final da tarde, por um homem encapuçado, que foi detido pelo proprietário, Hernâni Gomes, com a ajuda de populares. Prejuízo ainda está por apurar.

Cerca das 18.30 horas de 13 de fevereiro, um homem encapuçado tentou assaltar o quiosque Mascotinha, localizado na Praça General Humberto Delgado, em Santo Tirso, “num dia de muito movimento devido ao Euromilhões”.
Hernâni Gomes, proprietário do estabelecimento, contou ao JA que se apercebeu, através do sistema de vídeovigilância, da “entrada repentina” do assaltante, que “tentou violentar a funcionária”. “Imediatamente me desloquei para o quiosque para tentar dominar a situação e envolvi-me em luta corpo a corpo com o assaltante”, descreveu. Depois disso, Hernâni Gomes foi auxiliado por algumas pessoas que acederam ao seu pedido de ajuda.
O homem tentou ainda agredir o proprietário “na direção do coração”, mas este desviou-se e acabou por ser ferido “no braço”. Hernâni Gomes recebeu assistência hospitalar, mas não apresentava cuidados maiores. “Ele foi detido por mim e alguns populares, a cerca de 20 metros da loja”, na Praça Conde São Bento, acrescentou.
A funcionária, de 51 anos e residente em Santo Tirso, informou a PSP que “o suspeito, através de agressão com uma chave de fendas, lhe havia subtraído uma quantia monetária do interior da caixa registadora”.
O prejuízo deverá rondar “os três a quatro mil euros”, mas os danos ainda não estão totalmente apurados. No entanto, adiantou o proprietário, “a caixa registadora ficou danificada, há valores que desapareceram e os seus óculos ficaram deteriorados”.
Em nota de imprensa a PSP informou que o indivíduo se deslocava numa viatura que havia sido roubada pouco tempo antes na Rua São João de Brito, em Santo Tirso. O veículo “foi entregue ao seu legítimo proprietário, que se deslocou ao departamento policial, onde formalizou a respetiva queixa”.
O assaltante, de 35 anos, motorista e residente em Setúbal, nunca foi visto na zona, à exceção da visita ao quiosque “uma hora antes para fazer o reconhecimento do local”. Acabou detido pela PSP, por tentativa de roubo, e foi presente a Tribunal esta quarta-feira, tendo-lhe sido aplicada prisão preventiva como medida de coação.

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