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Thu, Feb
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Depois da dificuldade em negociar os terrenos, a obra de ampliação do cemitério de Riba D'Ave está praticamente concluída, devendo estar pronta no final deste mês. “A localização do terreno do cemitério
obrigou a uma construção em aeróbia que implica custos bastante avultados e que levou a Junta de Freguesia a pedir ajuda ao município para concluir a obra”, informou a presidente da Junta de Freguesia, Susana Pereira.
Uma ajuda que chegou no valor de 38.500 euros, aprovados pelo executivo municipal, na última reunião, para comparticipar as obras. “Neste momento não temos um único espaço para ceder a uma família que precise”, por isso a obra “é urgente e necessária”, confirmou Susana Pereira.
Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, a conclusão desta obra é o resultado“do empenho e do trabalho desenvolvido pela Junta de Freguesia durante vários anos”. “A Câmara Municipal dá o suporte financeiro mas o mérito da obra é da Junta”, acrescentou. “Com este apoio municipal, a autarquia está a dotar a freguesia com um cemitério com a dignidade e a dimensão que a vila merece”, afirmou o autarca.

Quinhentos folcloristas sem traje, sem formalidade, mas com muita animação juntaram-se, no dia 30 de abril, no Largo 3 de Julho, em Joane, para o 5.º Encontro de Amigos Folcloristas, no seguimento do 25.º aniversário do Grupo Etnográfico Rusga de Joane. Depois de Leça da Palmeira, Coimbra, Santa Marta de Portuzelo e Coruche, pessoas de todo o país, incluindo Açores e Madeira, e ainda alguns emigrantes portugueses em França, reuniram-se em Joane para dançar e cantar o vira e o malhão. Além das oficinas de dança tradicionais, houve ainda oficinas de bordados, jogos tradicionais, cantares polifónicos, concertina e violão. “Rompendo com os modelos padronizados dos grupos folclóricos, este 5.º Encontro de Amigos Folcloristas caracteriza-se pela aprendizagem e partilha do património popular português, ao jeito contemporâneo, sem trajes, sem formalidades, mas sim, de modo festivo, informal e sem barreiras fronteiriças, que muito entusiasmam as gerações mais novas e os aproximam desta vertente da cultural tradicional”, disse fonte da organização. O destino para o 6.º Encontro de Amigos Folcloristas já está encontrado, em 2017 será S.Romão (Seia) a receber o evento.

O Agrupamento de Escolas D. Maria II entregou, no final do mês de abril, os prémios relativos ao concurso “O Melhor leitor de Poesia", que decorreu no âmbito da Semana da Leitura Concelhia, que contou com participantes de todas as escolas do 1.º, 2.º e 3.º ciclos. “Os galardões oferecidos refletem e distinguem todo o trabalho que, diariamente, a escola promove em articulação com todos os atores educativos”, adiantou fonte do Agrupamento. O objetivo do concurso passa também por fomentar e promover a leitura como suporte de aprendizagem, perspetivando-a numa cidadania ativa.

Na Camisaria Machado o cliente é a maior preocupação e a camisa é personalizada ao seu gosto e tamanho. O executivo da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão visitou, no dia 9 de maio, o estabelecimento, em Joane.

Quando o assunto são camisas há um famalicense que se destaca: Alcindo Machado.
Alcindo Machado começou a trabalhar numa confeção, depois juntou o gosto pela arte ao jeito que a esposa, Maria Lúcia, tinha para costurar e começou a aventura. O irmão de Maria Lúcia serviu de modelo para a primeira camisa cortada por Alcindo, num atelier improvisado numa cozinha. As encomendas sucederam-se e criou, com a esposa, há cerca de 30 anos, em Joane, a Camisaria Machado. Aos 62 anos, Alcindo Machado tem o seu próprio espaço, a esposa continua a ser companheira de aventura e as encomendas não param. A precisão do colarinho, o pormenor dos punhos ou o nome bordado fazem das camisas de Alcindo Machado um sucesso.
O alfaite famalicense desenha e corta 12 camisas por dia, com valores a partir dos 45 euros, e tem clientes bem reconhecidos do panorama nacional. O primeiro-ministro, António Costa, e o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, são clientes da Camisaria Machado. “Há clientes que têm os ombros muito descidos e, nesse caso, a camisa tem que ter um corte diferente”, o importante é “que a pessoa goste”, explicou o alfaiate famalicense. Na Camisaria Machado cada cliente é um cliente e cada camisa é uma camisa. Alcindo Machado não pensa, para já, arrumar as tesouras, ainda assim já há um sucessor para o cargo de alfaite na Camisaria. Tiago Machado é o segundo de três filhos e já se prepara para “aprender o ofício”. Antes de por em prática a arte da costura, há pormenores a melhorar no negócio do pai. “O próximo passo é fazer um site onde as pessoas possam pedir a sua camisa online, personalizá-la e ter o resultado visual do produto final online, com o tipo de colarinho, de frente e de punho”, afirmou Tiago Machado. Esta passagem de testemunho deixa Alcindo “muito contente”, uma vez que, de outra forma, o grande número de clientes seria “uma perda muito grande”, considerou Alcindo.
A qualidade e o facto de adequar a camisa a cada cliente são para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, fatores que diferenciam a Camisaria Machado. “Associam à qualidade esta capacidade de adequarem o produto ao cliente. A chamada costumização é uma mais-valia enorme”, afirmou Paulo Cunha. As matérias-primas que Alcindo Machado usa são de Vila
Nova de Famalicão e são “um sinal da pujança do concelho na região”, além disso são “mais uma demonstração de que o têxtil está bem vivo”, assegurou o presidente. “Através da camisaria Machado o nome de Famalicão vai para todo o mundo”, afirmou Paulo Cunha. Facto que a família Machado confirma, uma vez que Nova Iorque, Londres, Suiça, Espanha e até a Brodway já receberam camisas confecionadas em Joane.
Alcindo Machado aprendeu sozinho a arte do corte e da costura, e, para já, não deixa a tesoura. “Enquanto eu puder estarei sempre aqui”, afirmou o alfaiate. Quando Alcindo Machado decidir deixar a costura tem a garantia de que nesta vila famalicense os filhos vão continuar a levar o nome da Camisaria Machado aos quatro cantos do mundo e os clientes ficam com a certeza de que as suas camisas vão continuar a ser personalizadas.

 

O Futebol Clube de Vermoim acaba de sagrar-se campeão nacional de futsal, depois de conhecer o resultado negativo do Sporting em Leiria, frente ao Golpilheira (5-3). A três jornadas do fim, o emblema de Famalicão assegura o título após vitória ao início da tarde, na Luz, frente ao Benfica (3-0).

O clube nortenho sucede assim ao Novasemente como campeão, tendo efetuado até ao momento um percurso invicto na fase de apuramento do campeão, tendo, a par com o Avintenses, o melhor ataque e a segunda melhor defesa da prova.

 

Fonte:WUP Sports

O Penafiel e o Famalicão despediram-se hoje da edição 2015/16 da II Liga de futebol com um empate a uma bola, num jogo para cumprir calendário e com muitas alterações nas duas equipas.

Correia adiantou os forasteiros aos quatro minutos e Vieira repôs a igualdade aos 59, num desfecho que reflete o equilíbrio entre os dois conjuntos, com superioridade na primeira parte do Famalicão, que terminou a prova no sexto lugar, com 72 pontos, e o Penafiel, no 12.º, com 61.

Os dois treinadores mudaram mais de meia equipa em cada um dos conjuntos, comparativamente à jornada anterior, com o Famalicão a superiorizar-se no arranque do encontro, aproveitando uma deficiente cobertura do meio campo dos locais, muito ‘macios’ sobre a bola e sem agressividade na recuperação à perda.

Correia marcou cedo, aos quatro minutos, aproveitando um ressalto na área, e Coelho, por duas vezes, aos 18, negou o segundo golo ao Famalicão, opondo-se com boas defesas aos remates de Medeiros, de fora da área, e de Mauro, com um cabeceamento na pequena área.

Os locais não conseguiam ter a bola e sentiam dificuldade em chegar à área contrária, mas melhoraram o seu registo a partir dos 20 minutos e, até ao intervalo, o guarda-redes Murta deu nas vistas e negou o golo a Luís Dias e Rui Miguel, já depois do ‘susto’ provocado por João Martins, com um remate frontal.

A melhoria dos locais acentuou-se no segundo tempo, com a entrada de Caetano, e o empate surgiu naturalmente. Gonçalo Abreu cruzou da esquerda e Vieira, sem marcação na área, cabeceou e bateu Murta, que antes se tinha oposto com valentia a um remate do mesmo Gonçalo Abreu.

As duas equipas ameaçaram fazer mais golos, com ligeira supremacia dos penafidelenses, mas os dois guarda-redes venceram os ‘duelos’ com os avançados, num final de jogo mais intenso.

 

Fonte: Lusa

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