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O Famalicão recebeu e venceu hoje o Chaves, por 4-3, em jogo da 26.ª jornada da Segunda Liga no qual os famalicenses jogaram quase toda a segunda parte com dez e garantiram os três pontos nos últimos segundos.

Os flavienses acabaram assim por não tirar partido da derrota do FC Porto, líder com 52 pontos, e agora têm os mesmos pontos, 46, que o Freamunde, que entretanto subiu à segunda posição.

O resultado penaliza um Chaves que já não perdia há 14 jogos, mas que hoje esteve distante do seu rendimento habitual, e premeia um Famalicão corajoso, lúcido, que lutou até ao fim e que, apesar de ter jogado mais de 40 minutos em inferioridade numérica, acabou por ficar com os três pontos.

Foi por pouco que o Famalicão não marcou logo aos oito segundos, num lance em que a defesa visitante facilitou e Mauro Alonso desaproveitou um clara ocasião de golo.

O Chaves recompôs-se desse susto e adiantou-se no marcador graças a um grande golo de Luís Pinto (15 minutos), fruto de um remate colocadíssimo e sem hipótese para o guardião local.

O Famalicão empatou um minuto depois, num lance em que Leandro cruzou e Mauro, de cabeça, marcou.

O encontro tornou-se intenso e interessante, porque as duas equipas apostaram num futebol virado para o ataque e para a baliza contrária, e o Famalicão chegou ao 2-1, por Leandro, também de cabeça.

Antes ainda do intervalo, o Chaves empatou, por Braga, na sequência de um lance contestado pelo conjunto por alegado fora-de-jogo do dianteiro flaviense.

A segunda parte começou mal para o Famalicão, porque Mauro viu o cartão vermelho por um suposta entrada violenta sobre Barry, foi expulso e deixou a sua equipa reduzida a dez.

Mas foi em inferioridade numérica que o Famalicão surpreendeu o Chaves e conseguiu adiantar-se no marcador com um golo de Leandro, a aproveitar uma desatenção da defesa adversária.

O Chaves procurou reagir, ainda logrou empatar, por Barry (80), em mais um lance polémico, mas o Famalicão mostrou-se uma equipa organizada em termos defensivos e manteve-se coeso.

Sucederam-se, entretanto, algumas picardias entre os jogadores, a contestação ao árbitro dentro de fora das quatro linhas intensificou-se e Leandro foi expulso quando já se encontrava no banco.

Nos segundos finais, o Famalicão ganhou um canto, que se revelou decisivo: com muita gente na área e uma grande tensão, o guardião António Filipe subiu para bola, segurou-as com as duas mãos e depois largou-a.

Luiz Alberto, à vontade, aproveitou a "prenda" e fez um golo fácil e talvez mais festejado do que aquele que Mauro marcou frente ao FC Porto, na quarta-feira passada, para a Taça da Liga, e que também valeu uma vitória.

 

Fonte: Lusa

O Famalicão venceu hoje o Porto por 1 - 0 em jogo da segunda jornada do grupo A da Taça da Liga de futebol, que marcou a troca no comando técnico da equipa 'azul e branca' e 'despedida' da prova.

Mauro, aos 58 minutos, assinou o único golo de uma partida em que o FC Porto dominou, mas ficou muito longe de convencer, ficando de fora desta prova.

Com este resultado, Rui Barros, que treina interinamente a equipa 'azul e branca' desde a saída do espanhol Julen Lopetegui, despede-se do comando técnico com duas vitórias (5-0 e 1-0 em casa do Boavista, em jogos da Liga e da Taça de Portugal, respetivamente) e com duas derrotas consecutivas.

O novo treinador, José Peseiro - que se desvinculou dos egípcios do Al Ahli para assinar pelos 'dragões' -, assistiu na bancada a um jogo morno e sem criatividade, um dia antes de tomar conta da equipa e iniciar a preparação da receção de domingo ao Marítimo, a contar para a I Liga.

Sem grandes aspirações nesta prova, uma vez que a liderança do grupo estava entregue aos insulares, que na primeira jornada venceram no Dragão por 3-1, Rui Barros apresentou um 'onze' totalmente diferente face àquele que jogou e também perdeu (1-0) em casa do Vitória de Guimarães, com destaque para a estreia do sul-coreano Suk, ex-Vitória de Setúbal.

Também Daniel Ramos promoveu uma revolução na equipa que venceu (1-0) no domingo em casa do Olhanense para a II Liga, com a troca de oito jogadores. Aliás, na linha defensiva dos minhotos, só sobreviveu mesmo o central Luiz Alberto.

Sem surpresa, os portistas começaram melhor, mas, aos poucos, a equipa de Vila Nova de Famalicão começou a ficar destemida.

As melhores oportunidades de golo do primeiro tempo pertenceram a André Silva: primeiro, aos 27 minutos, com um remate após passe de Suk para as mãos do guarda-redes Chastre e depois, aos 42, valeu ao emblema minhoto Silvério, que cortou um remate que tinha 'selo' de golo.

Os famalicenses chegaram a pedir grande penalidade, aos 34 minutos, mas o juiz bracarense Luís Ferreira entendeu, e bem, que houve simulação de Mauro, jogador que acabaria por conseguir fazer a surpresa ao marcar o 1-0 já na segunda parte (58 minutos) com um remate largo que traiu Helton.

O FC Porto continuou mais dominante, mas a verdade é que nunca pareceu realmente empenhado em conseguir dar a volta à desvantagem. A melhor oportunidade para o empate esbarrou na trave, aos 86 minutos, fruto de um cabeceamento de Suk, após cruzamento de Victor Garcia.

Jogo disputado no Estádio Municipal de Famalicão.

Famalicão - FC Porto, 1-0.

Ao intervalo: 0-0.

Marcador:

1-0, Mauro, 58 minutos.

Equipas:

- Famalicão: Chastre, Joel, Luiz Alberto, Silvério, Vítor Vinha, Diogo Santos, Éder Diego, Ibraima, Mauro (Amessan,66), Medeiros (Palheiras, 90) e Chico (Correia, 77).

(Suplentes: Murta, Vilaça, Mércio, Palheiras, Daniel, Correia e Amessan).

Treinador: Daniel Ramos.

- FC Porto: Helton, Victor Garcia, Maicon, Lichnosvky, Jose Angel, Rúben Neves (Corona, 63), Imbula (Francisco Ramos, 67), Sérgio Oliveira, Varela, Suk e André Silva (Ismael, 79).

(Suplentes: Gudiño, Martins Indi, Corona, Layún, Ismael, Francisco Ramos e Omar).

Treinador: Rui Barros.

Árbitro: Luís Ferreira (Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Mauro (34), Sérgio Oliveira (75), Ibraima (75), Silvério (83) e Chastre (90+3).

Assistência: Cerca de 3.500 espetadores.

O Famalicão voltou hoje aos triunfos, ao bater fora o Olhanense, em jogo da 25.ª jornada da Segunda Liga, graças a um golo de Leandro Souza, de grande penalidade, a dez minutos do fim.
Depois de três jogos sem conhecer o ‘sabor' da vitória, a equipa de Daniel Ramos justificou o triunfo com um ascendente claro na segunda parte, materializado no golo do avançado brasileiro, aos 80 minutos.

O Famalicão ultrapassou o seu adversário de hoje na tabela, ocupando o décimo lugar, com 36 pontos, mais dois do que o Olhanense, 11.º classificado.

Com Léo, um juvenil de 17 anos, na baliza e sem guarda-redes suplente - devido ao castigo de Moreira, expulso no jogo anterior, frente ao Benfica B, não existindo mais nenhum inscrito -, o Olhanense, com uma prestação fraca, não conseguiu o triunfo que desejava para homenagear a memória do seu treinador de guarda-redes, António Paulo (Tozé), que faleceu este domingo.

A primeira parte foi bastante fraca, com as duas equipas a imporem um ritmo muito baixo e mostrando incapacidade de criar perigo, pelo que os dois guardiões se limitaram a ser espetadores.

Depois do intervalo, o cenário mudou porque o Famalicão surgiu diferente para melhor, mais dinâmico, acabando por assumir o controlo da partida perante um Olhanense que se limitava a tentar defender o nulo.

O extremo-direito Medeiros acabou por desperdiçar duas boas ocasiões no espaço de um minuto (64 e 65), antes de Mauro, de livre direto, atirar à barra, numa bola que ainda foi desviada pelo guardião Léo (69).

Na única ocasião dos algarvios, aos 75 minutos, Said surgiu isolado diante de Emanuel mas permitiu a defesa do guarda-redes do Famalicão, que acabou por marcar o golo da vitória cinco minutos depois.

Materazzi cortou a bola com o braço, em plena grande área, e o árbitro Fábio Veríssimo assinalou grande penalidade, convertida por Leandro Souza para definir o resultado final.

Lusa

Foto: FC Famalicão

Com um golo de João Carneiro, o Varzim conquistou hoje em casa do Famalicão a primeira vitória fora, num encontro, da 24.ª jornada da Segunda Liga, em que os locais desperdiçaram uma grande penalidade.

Num jogo muito condicionado pelas condições climatéricas - quer a chuva, quer vento fortes - e pelo estado do terreno, o Varzim foi eficaz e marcou o único golo da partida aos 41 minutos, num canto direto batido por João Carneiro.

O Famalicão, que não vence há três jogos, teve muitas oportunidades, mas não conseguiu concretizar, muito por culpa da ‘muralha’ defensiva que Capucho montou quando os poveiros passaram a estar em vantagem no marcador.

Ainda na primeira parte, os minhotos queixaram-se de duas grandes penalidades não assinaladas. Primeiro por falta de Sandro sobre Leandro (10 minutos) e, depois, com Daniel a cair em disputa com Raul (45).

Na segunda parte, aos 57 minutos, o juiz portuense acabou por assinalar penalti, a castigar falta de João Carneiro sobre Feliz, mas Vítor Lima não aproveitou a oportunidade, permitindo a defesa de Pedro Soares.

Daniel Ramos apostou tudo e até colocou o avançado Mendes a fazer todo o corredor direito, por troca com o defesa Daniel.

Diogo Santos também recuou no terreno com a saída de um central (Luiz Alberto), mas o Famalicão, apesar de muito mais agressivo do que o adversário, não conseguiu ultrapassar um Varzim ansioso, mas atento.

O Famalicão permitiu hoje que o Penafiel arrancasse um empate 1-1 em sua casa, em jogo da 23.ª jornada da Segunda Liga, com um golo em cada parte.
Para a equipa de Daniel Ramos marcou Feliz, aos 33 minutos, enquanto Yero assinou o golo do empate aos 63, conquistando um ponto importante na luta do ‘aflito’ Penafiel.

Em Famalicão assistiu-se a uma partida de muita paciência e insistência, sendo o relvado o pior inimigo das equipas por estar ‘pesado’ devido à chuva e a dificultar muito a circulação de bola.

A equipa minhota mostrou melhor abordagem na hora de atacar, enquanto o Penafiel, ansioso por pontos para deixar os lugares de despromoção, lutava muito mas raramente se aproximava da baliza de Murta.

Aos 14 minutos, um cabeceamento de Mércio ao lado sacudiu o marasmo da partida.

Feliz acabou por conseguir inaugurar o marcador aos 33 minutos após assistência de Leandro, mas o Penafiel conseguiu o empate meia hora depois, já na etapa complementar, com Yero a cabecear ao segundo poste na sequência de um canto de Pedro Araújo (63 minutos).

Até ao final do jogo as equipas ficaram ‘encaixadas’ e, sem grandes rasgos de criatividade, foram tentando o segundo golo, tendo o Famalicão mostrado maior intensidade, mas também falta de sorte no último terço do terreno.

Num lance de contra-ataque, Yero correu boa parte do campo para depois rematar rasteiro ao lado (89 minutos) e, pouco depois, Leandro atirou de cabeça à barra (90+3).

Lusa

foto: FC Famalicão

 O Atlético venceu hoje o Famalicão por 1-0, num encontro, da 22.ª jornada da II Liga de futebol, totalmente dominado pela equipa visitante, mas que valeu pela eficácia da formação lisboeta.

Gerevini foi o ‘herói’ do jogo, ao apontar o único golo, ao minuto 83, num encontro feliz para a equipa da casa.

Com esta vitória, o Atlético subiu à 10.ª posição e soma agora 31 pontos, enquanto o Famalicão ocupa o 9.º lugar, com 32.

Numa primeira parte de sentido único, o Famalicão foi a equipa que mais procurou o golo, tomando sempre a iniciativa com várias jogadas de perigo e ‘encostando’ o Atlético todo no seu meio campo. A formação lisboeta apostava num jogo direto e de contra ataque.

Quando decorria o minuto 26, a equipa forasteira dispôs da primeira grande oportunidade de golo. João Pedro, de livre direto, rematou forte, com a bola a ‘rasar’ a barra da baliza defendida por Meira.

Em cima do tempo de descanso, aos 43 minutos, o Famalicão voltou a estar perto de inaugurar o marcador. Após um canto batido para o ‘coração’ da grande área, Luís Aberto cabeceou, obrigando Meira a aplicar-se e a defender para canto.

A segunda parte começou tal como a primeira, com a formação visitante a dominar e sempre mais perto de marcar. O Atlético não construía jogadas nem conseguia incomodar o guardião Murta.

À passagem do minuto 66, quando nada fazia prever, o Atlético teve uma enorme ocasião para marcar. Na sequência de uma jogada de insistência, a bola sobrou para Vouho, que rematou em cheio no ‘ferro’.

Aos 83 minutos, o Atlético fez mesmo o primeiro e único golo do jogo. Depois de um reposição de bola para o interior da grande área, o central Gerevini foi mais forte que toda a defesa famalicense e cabeceou certeiro para o fundo das redes.

Jogo realizado no Estádio da Tapadinha, em Lisboa.

Atlético - Famalicão, 1-0.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores:

1-0, Gerevini, 83 minutos.

Equipas:

- Atlético: Meira, Duarte Machado, Gerevini, Jefferson, Maurício, Jorge Ribeiro, Pires, Celestino (Stehb, 84), Regula, Malalé (Lopez, 68) e Vouho (Nadson, 77).

(Suplentes: Danilo, Forbs, Veloso, Stehb, Pedro Almeida, Lopez e Nadson).

Treinador: Pedro Hipólito.

- Famalicão: Murta, Daniel (Joel, 64), Luís Aberto, João Pedro, Jorge Miguel, Diogo Santos, Vítor Lima, Mercio, Mendes (Medeiros, 78), Chico (Leandro, 83) e Feliz.

(Suplentes: Chastre, Vilaça, Medeiros, Mauro, Joel, Ibraima e Leandro).

Treinador: Daniel Ramos.

Árbitro: André Moreia (Leiria).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Maurício (8), Gerevini (25), Jefferson (38), Regula (40), Malelé (52), Lopez (72) e Joel (90+1).

Assistência: cerca de 250 espetadores.

C/Lusa

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