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Está a decorrer até 30 de junho, o período das candidaturas aos Selos Famalicão Visão’25. O concurso promovido pelo município de Vila Nova de Famalicão tem como objetivos o reconhecimento público de iniciativas, ações ou projetos, produtos ou serviços que contribuam para que, até 2025, o concelho se afirme como uma sociedade coesa e solidária, com uma economia inovadora e empreendedora, em convivência com uma paisagem urbano-rural ambientalmente qualificada e única.

No fundo, o selo será o prémio que irá identificar e reconhecer as boas práticas com impactos positivos no território, na economia e na sociedade, que sejam inovadoras e inspiradoras, que expressem os valores e reforcem a identidade famalicense. Podem concorrer aos selos empresas, associações, escolas ou movimentos informais.

“Queremos distinguir os projetos e iniciativas promovidas por esta gente empreendedora, ações que contribuem para o fortalecimento da nossa terra e impulsionam o crescimento inteligente, sustentável e inclusivo de Vila Nova de Famalicão”, explica o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, acrescentando ainda que “queremos que estas iniciativas sirvam de exemplo para a comunidade e sejam também um motivo de orgulho coletivo”.

O concurso surge no âmbito do Plano Estratégico 2014-2025 para o concelho e integra quatro categorias. A primeira diz respeito ao Famalicão Made In e abrange os projetos empreendedores que potenciam a incorporação tecnológica e a aplicação de soluções de futuro, desenvolvendo uma economia baseada no conhecimento e na inovação e que aumentam a competitividade e internacionalização. A segunda categoria tem a ver com o programa B -Smart Famalicão e irá reconhecer os projetos que promovam uma economia mais eficiente na utilização dos recursos. Na terceira categoria está a Força V do concelho, que se traduz em Famalicão Voluntário, e que inclui os projetos que reforçam o capital social presente nas práticas de intervenção e animação comunitária e impulsionam novos ambientes de participação e envolvimento ativo. Por fim na categoria Famalicão Comunitário serão reconhecidos os projetos que promovam a corresponsabilização dos cidadãos e que se distingam enquanto projetos coletivos, de cooperação e colaboração entre atores públicos e privados e potenciadores dos valores do futuro.

As candidaturas devem ser apresentadas até 30 de junho, mediante preenchimento do formulário disponível no site do município em www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_visao_25.

A atribuição do selo será decidida por um júri, constituído por diversas pessoas de diferentes áreas. O selo consiste na criação de uma logomarca, identificativa da categoria e do ano a que diz respeito, constituindo-se como um elemento distintivo em ações de comunicação e publicidade e funcionando como um reconhecimento público pelo trabalho desenvolvido.

A entrega dos Selos Famalicão Visão’25 será realizada no dia 28 de setembro, dia do concelho.

Novo parque junto à estação ferroviária vai ser gratuito para quem tiver bilhete válido de transporte público

A cidade de Vila Nova de Famalicão vai ganhar um novo parque de estacionamento público mas não será um parque qualquer. Será um espaço que se constitui como uma plataforma intermodal e que vai motivar os famalicenses e os visitantes da cidade à utilização dos transportes públicos.

O novo parque de estacionamento vai abrir na zona poente da cidade, junto à estação ferroviária de Famalicão e próximo de importantes serviços públicos como a Unidade de Saúde Familiar, entre outros.

O parque terá lugar para 70 viaturas e funcionará entre as cinco horas da manhã e as duas da madrugada sendo de utilização gratuita para quem detenha um título de transporte público válido – comboio e autocarro. Para os restantes utilizadores aplica-se o preço fixado no Regulamento Municipal de Taxas Municipais que fixa o valor de 0,20€ pela primeira fração de quinze minutos e de 0,10€ da segunda à quarta fração de quinze minutos, diminuindo progressivamente o valor a partir daí.

O funcionamento do parque será garantido por recursos humanos afetos ao município e para lá dos lugares para automóveis disponibilizará um espaço para estacionamento de bicicletas de utilização gratuita.

Parque de Estacionamento D. Maria II repavimentado

A outra boa notícia para os visitantes e moradores da cidade famalicense prende-se com a pavimentação do Parque de Estacionamento do Parque D. Maria II. A obra teve início esta semana e a 1.ª fase, relativa ao estacionamento público, deverá estar concluída em poucos dias, antes ainda do arranque das Festas Antoninas que começam a 3 de junho.

Trata-se de um parque situado bem no centro do núcleo urbano de Famalicão, localizado junto à Fundação Cupertino de Miranda, e que disponibiliza mais de uma centena de lugares de estacionamento concessionado.

A segunda fase desta primeira intervenção na zona prende-se com a pavimentação da praça de táxis que deverá arrancar logo a seguir às Festas Antoninas.

O famalicense Manuel Faria foi para França com a família aos 12 anos, em 1974. Aos 16 começou como aprendiz de pintor de decoração e aos 22 já era dono da empresa. Depois, foi sempre a empreender, tanto nos negócios como na vida cívica, valorizando a comunidade portuguesa em Paris e criando espaços para a sua afirmação. No próximo dia 10 de junho, Dia de Portugal, Manuel Faria será um dos quatro condecorados pelo Presidente da República em Paris como empresário de mérito.

O empresário foi recebido esta semana nos Paços do Concelho da sua terra natal pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que o felicitou pela homenagem que o país lhe vai prestar e à qual “o Município de Vila Nova de Famalicão se associa pelo percurso de vida exemplar que dignifica e valoriza Portugal e a comunidade portuguesa além-fronteiras” refere o Presidente da Câmara Municipal.

Manuel Faria nasceu em 1963 na vila de Riba d’Ave e foi empresário em Paris durante quase 30 anos na construção civil, sobretudo na área da decoração. Construiu e financiou, entre outros projetos, a Casa de Portugal em Plaisir, a Casa do Benfica em Paris e as novas salas da Residência André de Gouveia. Este ano foi já considerado um dos portugueses de valor pela Lusopress.

“Os bons exemplos são um farol para a nossa comunidade, ancestralmente reconhecida como uma terra de gente empreendedora, e o trajeto socialmente comprometido e responsável de Manuel Faria é um digno exemplo”, refere Paulo Cunha.

Junho está à porta, no ar já se sente o cheiro a verão e um pouco por todo o país arrancam as tradicionais festas em honra dos Santos Populares. Santo António muito venerado em Vila Nova de Famalicão é tratado como o verdadeiro padroeiro da cidade, dando o mote para as Antoninas que decorrem de 3 a 13 de junho.

São onze dias de festa, onde se revivem momentos de grande tradição que identificam e mobilizam este povo e atraem ao concelho vários milhares de pessoas. À tradição alia-se a animação e uma das grandes atrações deste ano é o concerto de António Zambujo, no dia 10, pelas 22h00,no Parque da Devesa, com entrada livre.

As Marchas Antoninas que saem à rua, na noite do dia 12, continuam a ser o ponto alto das festas. Este ano, assumem um novo figurino, regressando ao centro da cidade, reforçando a proximidade ao povo e, ao mesmo tempo, projetando-se para fora do concelho, chegando em direto, através da internet, aos quatro cantos do mundo.

Depois de percorrerem as principais artérias urbanas, as marchas atuam em frente aos Paços do Concelho, onde serão colocadas duas bancadas amovíveis com capacidade para três mil pessoas. Na cidade, serão instalados dois ecrãs gigantes – na Praça 9 de abril e no cruzamento das ruas Conselheiro Santos Viegas com a Adriano Pinto Basto – e o desfile será transmitido em direto para todo o mundo através do site do município em www.vilanovadefamalicão.org e também através do facebook oficial em www.facebook.com/municipiodevnfamalicao/.

Na tarde do dia 13, a procissão em honra de Santo António, que tem fama de casamenteiro, percorre as ruas da cidade. Antes disso, pela manhã decorre na Capela a Missa e a distribuição do Pão, cumprindo-se uma tradição antiga.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “as festas Antoninas são uma mescla de tradição com modernidade que envolve muitas dezenas de associações e organizações do concelho que dão o melhor de si para que cada ano seja o melhor de sempre de um evento com mais de 100 anos de história”.

As noites são animadas pelos arraiais ao som da música e pela dança ao ritmo das canções populares. Para além de António Zambujo, Richie Campbel é outro dos destaques musicais das festas concelhias. O músico atua no dia 8 de junho, pelas 22h00, na Praça D. Maria II, com entrada livre. Neste âmbito, referência ainda para as concertinas, os cantares ao desafio, o fado e o rock and roll.

Aos mais pequenos cabe a honra de abrir as festividades, com toda a ternura e a criatividade das Marchas Infantis. Com os arquinhos empoleirados e as ancas a baloiçar, as crianças desfilam pela cidade no dia 3 de junho. A partir daí, é o desenrolar das tradições ancestrais que cabem todas no livro da memória coletiva famalicense. Desde as cascatas a Santo António, ao desfile alegórico e etnográfico, e desde as rusgas às fogueiras, passando ainda pela corrida de Galgos, pelas caminhadas e outras atividades desportivas.

Paulo Cunha realça que “a mobilização dos famalicenses em torno das suas festas é garantia de qualidade”. E acrescenta: “Temos programas com dinâmicas para todas as idades e para todos os gostos. E temos a bênção de Santo António que, como é sabido, também é nosso.”

Enfeitadas com arcos e globos coloridos, as ruas são invadidas pelo cheiro da sardinha assada, pelos balões e pelos aromas dos manjericos acompanhados de uma quadra alusiva a Santo António.

 

Consulte toda a programação em http://www.vilanovadefamalicao.org/_festas_antoninas_17

 

Fonte: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Depois da dificuldade em negociar os terrenos, a obra de ampliação do cemitério de Riba D'Ave está praticamente concluída, devendo estar pronta no final deste mês. “A localização do terreno do cemitério
obrigou a uma construção em aeróbia que implica custos bastante avultados e que levou a Junta de Freguesia a pedir ajuda ao município para concluir a obra”, informou a presidente da Junta de Freguesia, Susana Pereira.
Uma ajuda que chegou no valor de 38.500 euros, aprovados pelo executivo municipal, na última reunião, para comparticipar as obras. “Neste momento não temos um único espaço para ceder a uma família que precise”, por isso a obra “é urgente e necessária”, confirmou Susana Pereira.
Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, a conclusão desta obra é o resultado“do empenho e do trabalho desenvolvido pela Junta de Freguesia durante vários anos”. “A Câmara Municipal dá o suporte financeiro mas o mérito da obra é da Junta”, acrescentou. “Com este apoio municipal, a autarquia está a dotar a freguesia com um cemitério com a dignidade e a dimensão que a vila merece”, afirmou o autarca.

Quinhentos folcloristas sem traje, sem formalidade, mas com muita animação juntaram-se, no dia 30 de abril, no Largo 3 de Julho, em Joane, para o 5.º Encontro de Amigos Folcloristas, no seguimento do 25.º aniversário do Grupo Etnográfico Rusga de Joane. Depois de Leça da Palmeira, Coimbra, Santa Marta de Portuzelo e Coruche, pessoas de todo o país, incluindo Açores e Madeira, e ainda alguns emigrantes portugueses em França, reuniram-se em Joane para dançar e cantar o vira e o malhão. Além das oficinas de dança tradicionais, houve ainda oficinas de bordados, jogos tradicionais, cantares polifónicos, concertina e violão. “Rompendo com os modelos padronizados dos grupos folclóricos, este 5.º Encontro de Amigos Folcloristas caracteriza-se pela aprendizagem e partilha do património popular português, ao jeito contemporâneo, sem trajes, sem formalidades, mas sim, de modo festivo, informal e sem barreiras fronteiriças, que muito entusiasmam as gerações mais novas e os aproximam desta vertente da cultural tradicional”, disse fonte da organização. O destino para o 6.º Encontro de Amigos Folcloristas já está encontrado, em 2017 será S.Romão (Seia) a receber o evento.

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