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Câmara Municipal beneficia agregados com dois ou mais filhos

As famílias famalicenses com dois ou mais filhos a seu cargo vão beneficiar de uma redução na taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), já a partir do próximo ano. A medida que abrange um universo de cerca de 12 mil famílias famalicenses, é uma das propostas do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, para 2016 e será apresentada ao executivo municipal na reunião ordinária da próxima quinta-feira.
Na prática, os agregados familiares famalicenses com dois dependentes vão ter uma redução de 15 por cento do IMI, enquanto as famílias com três ou mais dependentes vão ter uma redução de 20 por cento.
A medida surge na sequência das alterações introduzidas pelo Governo ao Código do Imposto Municipal sobre Imóveis que deu às autarquias a possibilidade de criarem o IMI familiar.
Para Paulo Cunha, “esta medida é mais um passo importante da autarquia no desenvolvimento de uma política de apoio aos agregados familiares famalicenses suavizando a carga fiscal sobre as mesmas, principalmente sobre as mais numerosas. É por isso também uma medida de incentivo à natalidade.”
A redução da taxa do IMI será realizada automaticamente pela Autoridade Tributária e Aduaneira, com base na deliberação da autarquia e tendo em conta o número de dependentes que integram o agregado familiar na declaração anual do IRS.
A proposta integra o dossier fiscal que o presidente da Câmara Municipal propõe para o próximo ano e que volta a afirmar-se sob o signo da estabilidade, mantendo-se inalteráveis as taxas no concelho para o IMI, a derrama e o IRS. Isto significa que, em Famalicão, as empresas que não ultrapassem os 150 mil euros em volume de negócios vão continuar isentas do pagamento do imposto sobre o lucro (derrama), enquanto os cidadãos vão manter os benefícios de uma taxa reduzida de IMI, 0,35%. Quanto à participação do município no Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS), a taxa em Famalicão ficará novamente fixada nos 5%.
Esta é já, de resto, uma das marcas do executivo municipal liderado por Paulo Cunha que vai manter inalteradas as taxas fiscais pelo quarto ano consecutivo . “Queremos que as pessoas saibam que Famalicão é um concelho previsível em matéria fiscal, porque reconhecemos a importância do valor da estabilidade. A oscilação da carga fiscal traz insegurança às pessoas e às empresas”, explica o autarca famalicense.
Desta forma, a Câmara lança as bases para um orçamento municipal amigo das famílias e amigo das empresas. “A opção por uma taxa reduzida de IMI, a que acresce ainda os descontos para famílias com dois ou mais filhos, e a isenção da derrama para empresas com um volume de negócios que não ultrapassem os 150 mil euros, são medidas de grande alcance social e económico que procuram garantir o desenvolvimento harmonioso do concelho”, refere ainda Paulo Cunha.
A decisão relativa à derrama significa mesmo, de acordo com o autarca, “um grande esforço financeiro do município, que é ao mesmo tempo uma grande aposta no desenvolvimento económico do concelho, uma vez que isenta do pagamento do imposto a grande maioria das cerca das 5 mil sociedades comerciais sediadas no concelho e que, no seu conjunto, são também as grandes empregadoras do território”.
Recorde-se que em matéria de apoio às famílias famalicenses, a Câmara Municipal aprovou ainda recentemente um conjunto de medidas, donde se destaca, por exemplo, a criação de um novo escalão de apoio social para o primeiro ciclo do ensino básico.

Numa operação de combate às corridas ilegais, militares da Guarda Nacional Republicana do destacamento territorial de Barcelos fiscalizou dezenas de viaturas na zona do Lago Discount, em Vila Nova de Famalicão.

A operação, que começou às 23 horas de domingo e terminou às três da madrugada de segunda-feira, era "destinada à deteção de veículos transformados/alterados nas suas características, e à fiscalização do exercício de condução perigosa e manobras ilegais praticadas na via pública", explicou a GNR em comunicado.

Foram levantados 12 autos de contraordenação por realização de manobras perigosas, 11 por transformação das caraterísticas dos veículos, um por utilização de pneumáticos não homologados e um por falta de inspeção periódica. Foram ainda apreendidos 12 veículos que terão de ser sujeitos a nova inspeção antes de poderem voltar a circular na via pública.

De acordo com o comunicado, estiveram envolvidos 32 militares do Destacamento Territorial de Barcelos, do Destacamento de Trânsito de Braga, do Destacamento de Intervenção de Braga e ainda uma equipa cinotécnica de deteção de estupefacientes.

Gil Vicente e Famalicão empataram hoje a um golo, em encontro da quinta jornada da Segunda Liga, disputado no Estádio Cidade de Barcelos.
Os famalicenses, que estão de regresso aos campeonatos profissionais, inauguraram o marcador aos oito minutos, por Leandro, e Cadú restabeleceu a igualdade no quarto minuto da segunda parte.

Apoiados por um numeroso grupo de adeptos, os visitantes marcaram cedo e depois recuaram no terreno para defender a vantagem no marcador.

Decorria o oitavo minuto e, ainda numa fase de equilíbrio, um livre na direita levou a bola a sobrevoar a área gilista, caindo no lado contrário, onde apareceu João Mendes a cruzar para a entrada oportuna de Leandro, que marcou de cabeça.

O Gil Vicente procurou reagir, mas fê-lo com um futebol incaracterístico e sem ligação entre os setores. O Famalicão, bem organizado, não sentiu grandes dificuldades em gerir o magro resultado.

Aos 43 minutos, os barcelenses desfrutaram de uma soberana oportunidade de chegar à igualdade, quando beneficiaram de uma grande penalidade, a castigar derrube, na área, de Vilaça a Goba. Simy, encarregado de marcar, atirou ao lado.

Na segunda parte, os locais entraram determinados a modificar o rumo dos acontecimentos e, aos 49 minutos, conseguiram a igualdade, graças a um golo de Cadú, que, de cabeça, respondeu da melhor forma a um pontapé de canto apontado por Avto.

Os gilistas tornaram-se mais perigosos no ataque e, aos 55 minutos, Goba obrigou Murta a uma defesa de recurso. Aos poucos, a formação forasteira foi sacudindo a pressão dos donos da casa e criou até algumas situações perigosas na área gilista, mas o resultado não sofreu alteração.

Foto: FC Famalicão

Famalicão e Vitória de Guimarães B empataram esta quarta-feira 3-3, em jogo a contar para a quarta jornada da 2.ª Liga, em que os vitorianos continuam sem vencer, enquanto os famalicenses seguem invictos. 

Num jogo muito emotivo e com uma assistência de fazer inveja ao primeiro escalão - mais de três mil pessoas num dia de semana - a incerteza sobre quem ganharia o encontro reinou de início ao fim.

Denis, aos 17 minutos, de grande penalidade, Bruno Mendes, aos 32, e Pedro Henrique já nos descontos (90'+4) marcaram os golos vitorianos. 

Já do lado do Famalicão, Chico, aos 44', reduziu quando o clube orientado por Vítor Campelos vencia por 2-0 e Leandro saltou do banco para assinar dois golos importantes para os homens da casa, aos 67' e aos 83 minutos, este último de grande penalidade.

O Vitória de Guimarães B - à procura da primeira vitória desta época, já que soma duas derrotas e dois empates - começou por saber aproveitar bem uma lentidão pouco habitual da defesa famalicense, mas na reta final adormeceu continuando longe de convencer.

Já o Famalicão - que ainda não perdeu e depois de duas vitórias consecutivas, vem de dois empates - foi melhor na segunda parte, quando percebeu que o adversário lhe daria as rédeas do jogo.

Na realidade, a vitória podia ter pendido para qualquer um dos lados porque, se por um lado, o Famalicão pode queixar-se de algumas decisões da equipa de arbitragem -- nomeadamente dúvidas no primeiro penálti e um golo mal anulado a Mendes -, a sorte também não sorriu aos vimaranenses, quando Xande Silva (25 minutos) e Bruno Mendes (43') estiveram isolados de frente para a baliza mas falharam o alvo.

Jogo no Estádio Municipal de Famalicão, em Vila Nova de Famalicão.

Famalicão - Vitória de Guimarães, 3-3.

Ao intervalo: 1-2.

Marcadores:

0-1, Denis, 17 minutos (grande penalidade). 

0-2, Bruno Mendes, 32.

1-2, Chico, 44.

2-2, Leandro, 67.

3-2, Leandro, 83 (grande penalidade).

3-3, Pedro Henrique (90+4).

Equipas:

- Famalicão: Murta, Daniel, Diogo Santos, Vilaça, Vítor Vinha (Leandro, 66), Ibraima, Éder Diego, Chico (Joel, 66), Mendes, Correia e Medeiros (Amerssan, 46). 

(Suplentes: Chastre, Jorge Miguel, Silvério, Mauro, Joel, Amerssan e Leandro).

Treinador: Daniel Ramos. 

- Vitória de Guimarães B: Miguel Oliveira, Bruno Gaspar, Pedro Henrique, Denis, Dalbert, João Pedro, Nassim (Helinho, 63), Vieira, João Correia (Tyler, 70), Bruno Mendes (Ká, 70) e Xande Silva.

(Suplentes: Palha, Ká, Tyler, Helinho, Areias, Joel e Denis Martins).

Treinador: Vítor Campelos.

Árbitro: Jorge Sousa (Porto).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Murta (17'), Bruno Mendes (22'), Nassim (25'), Chico (47'), Dalbert (53'), Éder Diego (64'), Denis (71'), Ibraima (73'), Ká (73') e Amessan (75').

Assistência: 3.287 espectadores.


Tamancaria, ourivesaria, tecelagem, olaria, marcenaria e serralharia são artes que fazem parte da identidade histórica de Vila Nova de Famalicão e estarão em exposição na 32.ª Feira de Artesanato e Gastronomia, que decorre de 28 de agosto a 6 de setembro. E, como o nome indica, também haverá “tasquinhas” e cerca de uma dezena de restaurantes. Para animar o certame, Quim Barreiros atua a 2 de setembro, Rosamate a 5, assim como muitos artistas locais. O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, promotora da iniciativa, espera que a Feira “seja condigna com os pergaminhos dos famalicenses”

Jornal do Ave (JA): O que podemos esperar desta edição da Feira de Artesanato e Gastronomia?
Paulo Cunha (PC): A nossa expectativa em cada iniciativa, como a que vai decorrer este ano, é procurar superar o que já fizemos no passado. Esta é a ambição que devemos ter em cada desempenho que temos. Esperamos que esta Feira seja, por um lado, condigna com os pergaminhos dos famalicenses, que represente bem a sua história, memória e identidade e que, por outro lado, tem ambição de cativar muitos que não são de Famalicão para que aproveitem a oportunidade de nos visitar.

JA: Existem inovações na edição deste ano?
PC: O ano passado apresentamos um formato diferente ao nível do direito de ingresso, porque introduzimos nos dez dias, oito dias de entradas gratuitas e dois dias de entradas pagas e este ano optamos por todos os dias terem entradas gratuitas.

JA: Quais são as mais-valias deste tipo de iniciativas?
PC: O grande mote destas iniciativas é, acima de tudo, evidenciar o que caracteriza Famalicão. Essencialmente, é uma mostra do que nós somos, do nosso potencial e do nosso saber fazer. Queremos que se saiba fazer sempre o são convívio entre o passado e o presente. Sabemos que ao longo de muitos séculos de história o concelho de Famalicão cresceu e desenvolveu-se. É hoje, claramente, um concelho dos maiores e mais dinâmicos a nível nacional. Mas continua a sua raiz numa relação com o artesanato e com a boa gastronomia.

O Famalicão empatou este sábado em Chaves a zero, em jogo da terceira jornada da Segunda Liga portuguesa, e continua sem ganhar em casa, tirando os primeiros pontos aos famalicenses. 

Num jogo de domínio repartido, o Famalicão, somou o primeiro empate nesta época, depois de vencer o Varzim por 2-1 e o Olhanense por 1-0, enquanto o Chaves ainda conseguiu triunfar fora frente ao Sporting da Covilhã por 1-0, depois de empatar 2-2 com o Sporting de Braga B na jornada inaugural.  

O Famalicão entrou melhor na partida, apresentando-se com mais iniciativa e mais posse de bola, criando muitas dificuldades a um Chaves pouco inspirado e adormecido.

Os minhotos não deixavam a equipa de Trás-os-Montes impor o seu jogo e, mais pressionantes e aguerridos, conseguiam aproximar-se de forma mais eficaz da baliza à guarda de António Filipe, que, aos 16 minutos, e negou o golo a Medeiros.  Aos 22 e 27 minutos, Tiago Almeida impediu os comandados de Daniel Ramos de rematar à baliza. 

O emblema azul-grená não conseguia organizar-se e só levou perigo à baliza de Murta aos 33 minutos com remate forte de Luís Pinto.  Ao intervalo, Vítor Oliveira substituiu os alas Luís Pinto e João Reis por Ludovic e Diogo Cunha, respetivamente, imprimindo nova dinâmica e velocidade ao jogo.

A equipa da casa dominou toda a segunda metade do encontro, sobretudo depois de os forasteiros ficarem em inferioridade numérica devido a expulsão de Mércio, aos 69 minutos, mas não conseguiam materializar em ocasiões de jogo.

Jogo no Estádio Municipal Eng.º Manuel Branco Teixeira, em Chaves.

Chaves-Famalicão, 0-0. 

Equipas:

Chaves: António Filipe, Tiago Almeida, Miguel Oliveira, Fábio Santos, Stéphane Dassé, Assis, Luís Silva, João Patrão (Sandro Lima, 74), João Reis (Diogo Cunha, 46), Barry e Luís Pinto (Ludovic,46). 

Suplentes: Paulo Ribeiro, Diogo Coelho, Diogo Cunha, Ludovic, Siaka Bamba, João Mário e Sandro Lima.

Treinador: Vítor Oliveira.

Famalicão: Murta, Daniel, Diogo Santos, Vilaça, Vítor Vinha, Ibraima, Mércio, Chico (Mauro,76), Medeiros (Amessan, 74), Correia e João Mendes (Luiz Alberto, 90). 

Suplentes: Chastre, Jorge Miguel, Mauro, Luiz Alberto, Joel, Amessan e Leandro.

Treinador: Daniel Ramos.

Árbitro: Tiago Antunes (Coimbra). 

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Stéphane Dassé (11), Miguel Oliveira (20), João Patrão (42), Correia (50), Mércio (60 e 69), Diogo Cunha (63) e Daniel (87). Cartão vermelho por acumulação a Mércio (69). 

Assistência: 3.293 espetadores.

Texto: C/Lusa
Foto: Famalicão 1931

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