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“Não se trata de captar as paisagens literárias, nem tão pouco de um roteiro. Esta obra é uma forma de partilhar as minhas leituras de Camilo e, sobretudo, mais um contributo para o manter vivo”, disse Gaspar Martins Pereira, professor na Universidade do Porto, a propósito do lançamento do seu mais recente livro, “Camilo, o Porto e o Douro”.
A relação próxima de Camilo Castelo Branco com a cidade do Porto foi a inspiração de Gaspar Martins Pereira para entender e passar para livro o Porto e o Douro da segunda metade do século XIX. Editada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da Casa de Camilo, a obra foi apresentada a 25 de janeiro, no auditório do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, onde marcaram presença o vereador da Cultura da autarquia famalicense, Leonel Rocha, o diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, e o presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, Manuel de Novaes Cabral.
“Falar de Camilo sem esta ligação ao Porto não é possível. Camilo tem uma relação muito forte com esta cidade e nós queremos aproveitar ao máximo esta ligação, reforçando a importância da Rota Camiliana para que Camilo possa ser mais divulgado, conhecido e lido”, disse o vereador.
O prefácio da obra é assinado pelo diretor da Casa de Camilo que salienta que o autor oferece “neste livro a sua perspetiva histórica sobre o tríptico ficcional – gente, rio e vinhos – de um dos mais renomeados filhos adotivos da cidade do Porto”.

“Entre as Brumas da Memória” é o nome da obra de Joaquim Moura apresentada no salão nobre da Casa do Povo de Lousado, a 28 de janeiro.
O espaço foi pequeno para acolher todos aqueles que quiseram saber mais sobre este livro de poesia. Paulo Lopes apresentou a obra numa sessão que contou com a presença do presidente da Junta de Freguesia, Jorge Silva, e do padre Eusébio. Durante a apresentação foram lidos alguns poemas por familiares de Joaquim Moura. No final, o autor distribuiu autógrafos pelos exemplares disponíveis, que esgotaram. 

É eurodeputado, é vice-presidente do CDS-PP, é presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Famalicão e, agora, é também presidente da comissão política distrital de Braga do CDS. Nuno Melo foi empossado a 27 de janeiro, em Vila Nova de Famalicão. 

Nuno Melo sucede a Altino Bessa, que esteve três mandatos consecutivos à frente da distrital do CDS, a quem deixou, na sessão de tomada de posse realizada no restaurante Eugénios, palavras de elogio pelo trabalho concretizado. José Oliveira, na mesa de Assembleia, e Hélder Pereira, no conselho de Jurisdição, acompanham o famalicense nesta nova missão.
A presença de Assunção Cristas, líder do partido, foi para o famalicense “uma honra”.
O agora presidente da distrital de Braga do CDS relembrou ainda as eleições do dia 1 de outubro de 2017, realçando o “excelente” resultado obtido por Assunção Cristas, em Lisboa, que para Nuno Melo é “o melhor de sempre”. “Assunção mostrou em Lisboa que em política não há impossíveis”, asseverou.
Natural de Joane, Nuno Melo fez questão de frisar na sessão: “Esta é a minha terra, uma terra que eu gosto profundamente e desta terra nunca sairei”. “Se António Costa diz que as exportações de Portugal estão bem, muito o deve a Famalicão”, acrescentou o vice-presidente do CDS, para quem, “neste concelho e neste distrito, a Autoeuropa terá sempre as portas abertas”.
Para Nuno Melo “não é aceitável que sejam os franceses e os belgas, por exemplo, a escolherem os representantes portugueses para o Parlamento Europeu”, por isso no ciclo de eleições europeias e eleições legislativas, o eurodeputado famalicense acredita que “o que se viu em Braga vai ser multiplicado pelo país fora e o CDS vai vencer”.
Para o famalicense, o “entusiasmo de Francisco Rodrigues dos Santos, líder da Juventude Popular, é “uma lufada de ar fresco” num partido que “representa valores sociais como mais nenhum”.
Já para Assunção Cristas, o CDS tem “o melhor programa, as melhores pessoas e está preparado”.

O Famalicão regressou hoje às vitórias, ao vencer por 3-2 na receção ao Nacional, num encontro da 23.ª jornada da II Liga portuguesa em futebol que teve o resultado incerto até ao final.
Jaime Poulson (29 minutos) adiantou os locais, Mateus Silva empatou (37), mas Nuno Diogo ainda recolocou os famalicenses em vantagem (42) antes do intervalo.

No arranque da segunda parte, Medeiros voltou a empatar (49 minutos), mas Poulson, uma vez mais no local certo há hora certa, fez o 3-2 final (54), terminando com o ciclo de seis derrotas seguidas dos famalicenses.

O jogo foi dividido, entre dois conjuntos que nunca se renderam, procuraram sempre aproximar-se com perigo das balizas adversárias, mas tecnicamente não entusiasmaram.

O primeiro lance de perigo pertenceu ao Famalicão, com Poulson a cabecear ao poste, após cruzamento de Mendes (sete minutos). Os madeirenses responderam com um cabeceamento de Júlio César por cima (15).

O primeiro golo acabaria por surgir aos 29 minutos, quando Feliz recuperou a bola e cruzou para Poulson, que rematou forte.

Mas, aos 37 minutos, o Nacional conseguiu o empate, com Mateus Silva, que foi titular pela primeira vez, a fazer um pontapé fulminante à entrada da área.

Aos 42 minutos, Feliz bateu um livre que tinha ‘selo' de golo, mas o guarda-redes insular estava atento e mostrou credenciais, mas, no mesmo minuto, Nuno Diogo acabou mesmo por fazer o 2-1, ao encostar sem marcação junto ao poste.

Na segunda parte, a equipa madeirense entrou focada e decidida a recuperar, dando ‘folga' à defesa minhota. Aos 46 minutos, Mauro atirou para defesa de Gabriel e, dois minutos depois, uma ‘bomba' de Mateus ‘esbarrou' ao poste.

Os insulares estavam determinados e conseguiram mesmo novo empate, quando Diego Medeiros completou um livre apontado por Murilo (49 minutos), mas os famalicenses também não desistiram e Poulson também soube, de cabeça, após livre marcado por Feliz, completar uma jogada de bola parada que culminou no 3-2, aos 54 minutos.

Até ao final da partida, assistiu-se, como era de prever, a um jogo mais atacante e intenso por parte do Nacional, enquanto o Famalicão apostava em fazer uma ‘muralha' defensiva junto à sua baliza, conseguindo evitar novo empate.

Lusa

Foto: FC Famalicão (arquivo)

É para muitos a noite mais esperada do ano. O Carnaval de Famalicão é já uma marca no concelho e além-fronteiras.

Considerada genuína, espontânea e surpreendente, a noite de Carnaval, além de ser uma das principais apostas culturais do Município, atrai milhares de pessoas ao concelho.
É uma das noites mais longas do ano, há mais de duas décadas, e de ano para ano contam-se cada vez mais foliões. Em Vila Nova de Famalicão a única regra é sair à rua mascarado e pronto para de divertir. Para ajudar à festa, os bares e cafés oferecem música. Este ano o lema é: “Solta a Franga”.
Uma “excelente oportunidade”, diz o presidente da Câmara, Paulo Cunha, para mais pessoas “conhecerem melhor o concelho, as gentes, a cultura e a identidade” famalicenses.

Autocarros e comboios levam-no para a festa

Apanhe o autocarro em Joane, Pedome, Riba de Ave, Bairro, Ribeirão, Fradelos, Gondifelos, Arnoso Santa Eulália ou Portela e vá para a festa em segurança.
As viagens são gratuitas e para apanhar a boleia só tem que estar nos locais de paragem às 20.45, 21.30, 22.15 ou 23 horas, sendo que pode regressar às 2.00, 4.00, 5.00 ou 6.00 horas. Para mais informações aceda a www.vilanovadefamalicao.org.
Se vem de fora do concelho, pode aproveitar a campanha que o Município está a promover em conjunto com a Comboios de Portugal. Por dois euros, ida e volta, o seu bilhete será válido para os dias 11 e 13 de fevereiro e para a noite do dia 12( com compra até ao dia 11), nos comboios urbanos do Porto, incidindo sobre 82 estações, situadas ao longo de quatro linhas ferroviárias num radial de 60 quilómetros à volta do Porto, incluindo a Linha de Aveiro, Braga, Marco de Canaveses e Guimarães.
“Esta é seguramente uma das mais longas noites do ano em Vila Nova de Famalicão e para que ninguém falte à festa e todos viajem em segurança, voltamos a apostar num plano de mobilidade com autocarros gratuitos a partir de diversos pontos do concelho”, explicou Paulo Cunha.

Foi no Centro Qualifica que muitos famalicenses voltaram a dar uso ao material escolar. Entre 2015 e 2017, mais de 2300 pessoas inscreveram-se no projeto à procura de uma nova oportunidade.

O Município tem agora, em colaboração com as escolas da Rede Local de Educação e Formação, uma nova campanha de promoção da educação e formação de adultos, com idade igual ou superior a 18 anos, que procuram o reconhecimento das suas competências ou uma qualificação e, excecionalmente, a jovens que não se encontram a estudar e que não estão inseridos no mercado de trabalho.
O Centro Qualifica passa pelo aconselhamento, informação, orientação e encaminhamento, de acordo com perfil e experiência, para formação qualificante e desenvolvendo processos de reconhecimento, validação e certificação de competências - denominado de Processo de RVCC Escolar, que permite obter do 4.º ao 12.º ano, Profissional, que permite certificação da experiência profissional e competências acumuladas, ou de Dupla Certificação, em horário laboral ou pós-laboral.
Os interessados podem inscrever-se através do site www.famalicaoeducativo.pt/_centro_qualifica_inscricao. Para mais informações pode ligar para o 252 320 931 ou enviar e-mail para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
“A Autarquia está empenhada em contribuir para que os famalicenses melhorem as suas competências e qualificações de forma a conseguirem crescer profissionalmente, a conquistarem melhores empregos e, naturalmente a terem mais qualidade de vida”, asseverou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

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