18
Sun, Feb
18 New Articles

O Varzim venceu hoje o Famalicão, por 2-0, em partida da 25.ª jornada da II Liga portuguesa de futebol, em que o extremo Rúben Macedo desequilibrou, apontando um golo e fazendo uma assistência.

O jogador emprestado pelo FC Porto aos poveiros fez cruzamento para Baba Seck inaugurar o marcador, aos 12 minutos, apontando, depois, o segundo golo, aos 75 minutos, num belo remate à entrada da área.

Com esta vitória, a segunda consecutiva, o Varzim ganhou alento na fuga aos lugares de descida, ascendendo ao 13.º posto, agora com 31 pontos. Já o Famalicão continua numa série intermitentemente, e ao somar mais um desaire, fica em 12.º lugar, com 33 pontos.

A partida começou de feição para os poveiros, que ainda antes do quarto de hora se colocaram em vantagem, por intermédio de Baba Seck, que, de cabeça, deu o melhor seguimento a um cruzamento de Rúben Macedo.

Os famalicenses acusaram, em demasia, o madrugador golos dos locais, e sentiram dificuldades para armar uma resposta coerente, e apesar de conseguiram um maior caudal ofensivo, sentiam muitas dificuldades no último terço.

O Varzim, por seu turno, geria com algum conforto a vantagem, controlando as manobras no meio-campo para, depois, de contra-ataque, ameaçar a baliza de Gabriel, mas também sem a melhor clarividência no capítulo da finalização.

Nesta toada, as situações iminentes de golo escassearam até quase o tempo de intervalo, pois em cima do minuto 45, o varzinista Stanley surgiu em boa posição para fazer o 2-0, mas o seu remate mereceu boa defesa de Gabriel.

No regresso do descanso, o Famalicão recuperou uma toada mais atacante, mas, de novo, com dificuldades para superar uma coesa defesa do Varzim que voltava a apostar no contra-ataque para dar mais conforto à vantagem.

Aos 65 minutos, o recém-entrado Malele esteve perto de o conseguir, mas o cabeceamento encontrou uma defesa inspirada de Gabriel.

A insistência, e futebol mais fluído, dos poveiros acabou por dar frutos, aos 75 minutos, com os comandados de Nuno Capucho a chegarem ao 2-0, por intermédio de Rúben Macedo, que depois de ter feito assistência para o primeiro golo, assumiu o protagonismo do jogo, com um remate pleno de oportunidade e eficácia à entrada da área.

A tarefa de recuperação do Famalicão ficou ainda mais complicada quando aos 78 minutos, o lateral esquerdo Jorge Miguel viu o segundo cartão amarelo e deixou a equipa reduzida a dez para os últimos minutos.

Nesta derradeira fase, e aproveitando o desnorte dos visitantes, o Varzim ainda ameaçou o segundo golo, mas sem eficácia necessária para alterar o 2-0 que se arrastou até ao final.

 

Lusa

Obras no Mercado Municipal e Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave, arrancam “dentro de três a quatro meses”. Um investimento municipal ronda os 6,4 milhões de euros e é comparticipado em 85 por cento pelo Norte 2020. A expectativa da Câmara Municipal é que o processo esteja concluído no máximo dentro de seis meses e que as obras estejam no terreno ainda este ano.

A obra, orçada em “3,5 milhões de euros”, deve arrancar no segundo semestre de 2018 e vai deixar a praça de cara lavada. A fachada exterior vai manter-se, mas o interior será totalmente renovado e coberto. O objetivo é construir um mercado de todos e para todos, que funcione como ponto de encontro de gerações e para distintas atividades.
Para dinamizar o comércio de produtos locais no centro da cidade, poderemos encontrar três grandes áreas no interior do novo mercado: um Mercado Cíclico para que os produtores da região possam vender os seus produtos ao fim de semana; um Mercado de Trocas com uma vertente que promova o empreendedorismo e a venda de “produtos inovadores e biológicos; um Mercado como Escola com uma “cozinha laboratório”, como espaço de “sensibilização para a alimentação saudável”, workshops e outros eventos. A praça pode ainda juntar a vertente cultural e ser palco de espetáculos ou feirinhas.
O espaço vai ainda contar com esplanada e zona de restauração e uma área para os atuais comerciantes, concretamente de talho, peixaria, frutas, legumes e flores.
A intervenção vai durar cerca de um ano e vai obrigar à criação de “uma solução provisória para que os produtores possam comercializar os seus produtos”, explicou o presidente da Câmara, Paulo Cunha, acrescentando que “o mercado vai continuar a funcionar num local próximo que vai ser criado para esse efeito”.
O novo Mercado será, segundo Paulo Cunha, um espaço “funcional, com conforto, comodidade, qualidade dos produtos e dos processos”, que estimule “o comércio de proximidade, a venda direta ao consumidor e o surgimento de produtores no concelho”. Para o autarca, os consumidores vão ser “os grandes beneficiados, porque vão poder comprar produtos frescos e de qualidade, saberem quem os produz, conhecerem o processo produtivo e terem condições mais vantajosas do ponto de vista do preço”.

Teatro Narciso Ferreira

Dentro de pouco tempo as máquinas vão começar a trabalhar também no Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave.
A obra, que será executada em “15 meses”, está orçada em “2,9 milhões de euros” e implica uma intervenção total no edifício e ainda uma ampliação.
O Teatro vai contar com uma sala de espetáculo multifuncional, flexível e com um novo conceito, com capacidade para 168 pessoas sentadas e 230 em pé.
Terá ainda camarins, salas de ensaio e um café concerto.
Para o presidente da Câmara, este é um investimento de contraciclo, “porque quando todos desinvestem em Riba de Ave, nomeadamente o Governo, que descontinuou os contratos que mantinha com as escolas locais, a Caixa Geral de Depósitos fecha um dos balcões e os CTT também, a Câmara Municipal investe e estes investimentos terão um resultado positivo para a comunidade”.
O Teatro passará a funcionar como um polo da Casa das Artes.

Para muitos “Famalicão é o destino” na noite de Carnaval. Mais uma vez, milhares de foliões vindos de vários concelhos marcaram presença naquele que já é tido como um dos melhores carnavais do Norte do país.

“Foi a melhor noite da minha vida e a primeira de muitas”, disse ao Jornal do Ave João Costa, um estreante no Carnaval famalicense. De Fafe diretamente para “o melhor destino do país na noite de Carnaval”, o jovem era apenas um dos milhares de foliões que percorreram as ruas da cidade na noite de segunda-feira, dia 12.

Originalidade é a palavra de ordem na noite carnavalesca famalicense. O Galinheiro, com 22 frangas, deu aso ao mote sugerido pelo Município para o Carnaval 2018, “solta a franga”, e venceu o primeiro prémio, no valor de 400 euros. O grupo, que já ganha “há cinco anos”, começa a preparar o desfile em “meados de dezembro” e “procura uma boa sátira”. “Foram um conjunto de situações que aconteceram na vida política e no país,” que inspiraram os participantes de Vale S. Martinho, explicou Manuel Faria, responsável do grupo, que, garante, “a ideia é participar, mas o prémio é sempre bem-vindo, porque se gasta muito dinheiro”.
Os Trols ficaram com o 2.º prémio, no valor de 350 euros, e a sandwich gigante levou para casa os 200 euros do 3.º lugar.
Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal, estava “satisfeito por ver tanta gente tão bem disposta, tão alegre e a fazer o Carnaval como sempre fizeram em Famalicão”. “É impossível quantificar as pessoas que estiveram em Famalicão. As ruas desaguam para Famalicão como os rios para o mar”, afirmou o autarca.
Para o edil, “não há lotação para este Carnaval, porque esta é uma noite em que todas as ruas têm motivos carnavalescos”.
A verdade é que apesar do frio milhares de pessoas festejaram o Carnaval pela noite dentro nas ruas da cidade.

O anúncio foi feito por Paulo Cunha, edil famalicense, depois da reunião de Câmara do dia 8 de fevereiro. Mesmo sem desvendar a identidade, o autarca afirmou que tem conhecimento do interesse de dois empresários famalicenses em adquirir o grupo Ricon, não havendo, ainda, nenhum ato negocial. 

“Houve duas abordagens no sentido da aquisição dos universos empresariais e são empresas do concelho de Vila Nova de Famalicão”, anunciou Paulo Cunha, adiantando que “não há nenhum ato concreto negocial já em curso, mas existe essa vontade que, já por si, é meritória”.
E se para uns a bolsa de emprego anunciada pelo Município pode interferir e até dificultar este processo, para outros nada é impeditivo de que se encontrem outras soluções.
A maioria PSD/CDS-PP e o PS não partilham opinião sobre a bolsa de emprego, com mais de 400 vagas em cerca de 30 empresas, que o Município apresentou como solução para os cerca de 400 trabalhadores que a insolvência do grupo Ricon empurrou para o desemprego.
Para o socialista Nuno Sá, “estas ofertas de emprego, que, de forma atabalhoada, sensacionalista e pouco séria”, a Câmara anunciou à imprensa, “a mais de 50 quilómetros de distância da Ricon, na área das carnes ou do setor automóvel, dão um sinal a potenciais investidores, que quisessem manter a Ricon com as suas fábricas, máquinas e trabalhadores, de que tudo aquilo vai ser destruído”.
Já Paulo Cunha diz que a “Câmara Municipal está a fazer aquilo que pode e deve fazer para ajudar a comunidade, ao criar soluções que podem ou não ser utilizadas pelas pessoas que estão em situação de desemprego”.
O autarca revelou ter-se reunido com o administrador de insolvência com o intuito de “procurar criar condições para que aquele universo, que é resultante do edifício, maquinaria e também da força dos recursos humanos, se mantenha coeso para que no futuro seja possível reerguer um projeto empresarial naquele local”. E, recordou Paulo Cunha, a bolsa de emprego em nada interfere com este projeto, uma vez que, mesmo que as pessoas encontrem uma nova solução, poderão a todo o tempo voltar ao seu anterior emprego, como aconteceu já com outras empresas do concelho, como é o caso da Filobranca.
“A nós compete-nos arranjar estas soluções, às pessoas compete escolher se querem estar à espera de uma hipótese ou se querem desde já encontrar uma saída profissional. O facto de as pessoas terem várias hipóteses de escolha não é negativo é positivo”, frisou.
O presidente da Câmara afirmou ainda que não quer “que uma crise de desemprego se transforme numa catástrofe social”, uma vez que dentro de três anos, “quando acabar o fundo de desemprego, mais do que um problema de desemprego haverá um problema social”. “Só queremos melhorar a condição das pessoas, não queremos comprometê-las a nada, nem obrigá-las ao que quer que seja”, finalizou.
Foi aprovado, na reunião de Câmara, por unanimidade, um voto de solidariedade para com os trabalhadores da Ricon e ainda uma recomendação ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para a “urgência na cobertura deste processo com o objetivo de assegurar todos os direitos aos trabalhadores despedidos”.

A vida são dois dias e em Vila Nova de Famalicão o Carnaval são cinco. A festividade arrancou na sexta-feira, dia 9, com o desfile infantil, com cerca de 3.500 crianças de todo o concelho a desfilarem as suas máscaras, abrindo com chave de ouro a época carnavalesca famalicense.
As ruas do centro da cidade encheram-se para ver os mascarados de palmo e meio e para Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal, “é bom ver a comunidade em torno das crianças e perceber o quanto elas vivem o espírito carnavalesco”. “É importante que Famalicão, que tem já uma tradição em torno do Carnaval, também cultive um serviço educativo carnavalesco por forma a que as crianças, nas suas atividades curriculares, possam, ao longo do período que antecede o Carnaval, desenvolver um conjunto de atividades para proporcionar estes disfarces e animação”, acrescentou.
Piratas, princesas dos contos de fadas, bombeiros, polícias ou super-heróis de nada faltou no desfile infantil famalicense. O Carnaval continua a ser para miúdos e graúdos a oportunidade de serem, por um dia, aquilo com que sempre sonharam.

Um carnaval genuíno, espontâneo e surpreendente. É desta forma que é vista a noite de Carnaval em Vila Nova de Famalicão, que se desenrola na noite de segunda para terça-feira, 12 para 13 de fevereiro, na zona envolvente ao Parque da Juventude.

Milhares de foliões invadem a cidade, para desfrutar de uma das mais longas e divertidas noites do ano. Na noitada destaque para o Desfile e Concurso de Mascarados, com a animação a cargo do Grupo Alvorada Musical. Também os bares e cafés abrem as portas e juntam-se à festa com os seus DJ a oferecerem música aos foliões, madrugada dentro. A única regra é vir fantasiado e entrar na festa.
A tradição de celebrar o Carnaval na noite de segunda para terça-feira surgiu há cerca de duas décadas. Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, afirmou que esta é “uma excelente oportunidade para os foliões vivenciarem a experiência do Carnaval de Famalicão, mas também para ficarem a conhecer melhor o concelho, as gentes, a cultura e a identidade”.
A Câmara Municipal apostou num plano de mobilidade. Nove autocarros, com capacidade para cerca de 50 pessoas cada, vão percorrer o concelho de Vila Nova de Famalicão, na noite de Carnaval, assegurando que toda a gente participe naquela que já é conhecida como a noite mais divertida do ano na região Norte do país. Para além dos autocarros há também viagens de comboio por apenas dois euros, ida e volta, para quem vem de fora do concelho.

Profissionais do CHMA prestam apoio voluntário na noite de Carnaval

Com o “objetivo assegurar o apoio de primeiros cuidados médicos necessários no local da festa”, um grupo de profissionais médicos e enfermeiros do Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) disponibilizou-se, “de forma voluntária e altruísta, a trabalhar” na noite de segunda para terça-feira. Esta medida permite “uma maior proximidade assistencial, cabendo à unidade hospitalar de Famalicão do CHMA prestar os serviços de saúde complementares em caso de necessidade”, adiantou fonte do Centro Hospitalar.
A medida foi organizada “em coordenação com a Câmara Municipal e o Banco Local de Voluntariado de Vila Nova de Famalicão”.

Videos em destaque

Siga-nos no facebook